domingo, 4 de janeiro de 2015

Réveillon + meu aniversário. Dobradinha animada!


Hoje comemoro meu aniversário em plena virada de ano!
Já passei inúmeros aniversários comemorando no dia 1º mesmo, mas isso era em São Luís, com um batalhão de gente para ajudar e com um salão de festas que é a casa da mamãe.
Atualmente, nem amigos para encher um salão por aqui eu tenho, portanto, comemoramos na virada com quem está junto e é sempre gente que gostamos. O barulhinho é sempre bom.

Não posso deixar de falar que este foi o primeiro aniversário como mãe e isso muda tudo: a cabeça, os pensamentos, as vontades, os desejos e os anseios.
Passei com a família e isso foi super bom, já que iniciar o ano rodeada de gente boa é a melhor coisa do mundo.

Comprei tiarinhas, óculos e plaquinhas divertidas para todo mundo, além de brindarmos o ano novo com as velinhas do bolo. Nada de divulgar idade a essa altura...

Look para grávidas: nada fácil, mas vestido é coringão e eu adorei a estampa

Ao invés de velinhas da idade, brindemos o novo ano!








Essa foto traduz a anergia da festa!






Que o ano que se inicia seja de muita luz, prosperidade e união.


2015, o ano mais esperado e diferente da minha vida!

Maridão, obrigada por tudo que você fez e faz para que eu me sinta a pessoa mais feliz do mundo. Você me deu o maior presente de todos e graças a você, ele saberá o que é amor em família.
Vamos com tudo nesse ano!

A propósito, o Blog Ociobaby está no ar e se der, passa lá para saber das novidades.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Paraty e o calor: beirando o insuportável!


Essa foto é um clássico de Paraty.
Antes de conhecê-la, não conseguia entender o início da cidade por este ângulo, mas é simples: essa foto com a Igreja de Santa Rita de fundo é sempre do rio Perequê-Açu. Quem entra na cidade de carro ou de ônibus, vem pelo outro lado que culmina com o porto, ou seja, para ter essa visão, é preciso estar em barcos, escunas ou outro tipo de embarcação.

Sempre vejo essa paisagem e lembro daqueles grandes quadros com molduras grossas e antigas, sabem? Tenho a impressão que o tempo não parou e que talvez não vá passar nunca em Paraty.

Nos meses de julho, época em que sempre fomos, o clima é frio e é uma delícia passear e ficar de bobeira. Em dezembro, mesmo em pleno verão, fomos com a ideia de um calor mais ameno, um calor que desse para curtir a cidade e sair de lá com aquela sensação boa de saudade, mas sabem da melhor?
O calor nessa época do ano beira o insuportável!
É um abafado úmido sem vento, que eu nunca tinha sentido na vida, nem no meio do calor amazônico, tão sufocante, ou mesmo dentro da caatinga nordestina.
Não consigo descrever, infelizmente, com adjetivos que não sejam "ardido", "sufocante" e "desumano". 
Voltamos um pouquinho antes do programado, prevendo o mega trânsito e também porque não aguentávamos mais a exaustão de caminhar com 38 graus.

Nossa pousada, para nosso azar, não tinha ar condicionado [de morrer!], mas como não prevíamos tão altas temperaturas, achamos que para apenas duas noites, não ia ser tão difícil assim, mas se você tem ideia de passar por lá no verão, opte por alguma com um ótimo ar condicionado! [quem avisa amigo é, heim?]

Ainda sobre a Pousada, o assunto merece um post à parte, já que são inúmeras observações negativas, mas explico melhor oportunamente.

Entre calores, suores, cansaços, pausas para os meus incontáveis xixis e pousada ruim, comemos muito bem e nos divertimos muito no passeio de escuna e nas conversas de boteco.
Foram momentos divertidos que claro, já estão eternizados em nossas memórias.













É mentira, tá gente? Foi só pose mesmo