domingo, 30 de março de 2014

Pedalando na Paulista!


Fomos hoje, pela primeira vez, andar de bicicleta (falar bicicleta é meio demodê, mas eu gosto!) na Avenida Paulista.
A-m-a-m-o-s!
Confesso que sentia um pouco de medo. Carros, ônibus, muitos ciclistas, enfim, medo!
Chegamos cedinho e ainda tinham poucos ciclistas na via.
Optamos pelo roteiro que sai da Paulista e vai até o Ibirapuera, mas voltamos na altura da Vila Mariana, prevendo já um cansaço grande amanhã... :(

Nos inscrevemos no quiosque de bicicletas patrocinado pelo BRADESCO. Tudo simples, fácil e rápido.
O empréstimo é por 1 hora e é grátis.
A sinalização é ótima, a segurança também não deixa a desejar.

Programinha para muitos e muitos domingos ainda!







É super interessante passar pela Paulista e olhar os prédios e tudo aquilo que faz dela uma das avenidas mais famosas do Brasil, por um outro ângulo. Não me senti uma transeunte, como em outras vezes. Senti-me partícipe de um processo interessante e histórico do mundo moderno: o (re) interesse do ser humano pelas práticas esportivas, sustentáveis e de puro ócio.


Além das fotos, seguem dois vídeos feitos hoje cedo desse passeio divertido e saudável.






Um oásis em Belém: Mangal das Garças!



 

O Mangal das Garças é um daqueles exemplos de solução incrível para espaços lindos que podiam ficar ao Deus dará.
É um parque ecológico no sentido amplo da palavra. É uma imensa área verde que congrega viveiro de pássaros, borboletário, orquidário, mangue, restaurante, museu, quiosques e um mirante que dá pra ver grande parte da cidade.
É um passeio para o dia todo, com emoção!

São muitas atrações em uma, mas você visita os ambientes e percebe a interação entre eles. Não são atrativos isolados, pelo contrário, são complementares.
Penso que aquela área enorme sem essa solução genial, já teria perdido sua razão de ser, principalmente pela proximidade do rio e do mangue com a comunidade.

É um espaço dedicado à floresta amazônica muito bem aproveitado, como poucos exemplares no Brasil.







Dentro do complexo existe também o Museu da Navegação.
É uma oportunidade ótima para conhecer um pouco mais dessa interação que o povo amazônico tem com as águas, e em especial, com os rios.




O Mangal também tem uma área verde linda, cheia de bichinhos fofos, daqueles que a gente não pode pegar para acariciar, mas que ama de longe, tipo esses:

A dona do pedaço

Mandarins namorando...
(Detalhe: a informação de que são mandarins, vem da memória do maridão que tinha a coleção de bichinhos do chocolate Surpresa :))

Relaxando na sombrinha da árvore...

Posando para as fotos do bloguito...

O guará é um dos musos inspiradores da minha vida. Lindo, não?

Ops, esses aqui não se importaram conosco e nem com a claridade

Do mirante, dá pra ter uma ideia da extensão toda e do quão diverso é tudo por lá.
Investir um tempo para subir no mirante vale muito a pena.

As garças ficam descansando em cima do borboletário com o estacionamento ao fundo
Outro ângulo do borboletário e uma geral das áreas verdes
Nesse espaço bacana e rústico fica o restaurante do Mangal. Carinho que só ele, tem fama de ser bem bom. Fica de frente para o rio Guamá

Do lado oposto ao borboletário, as embarcações que levam e trazem os paraenses

O casal do canto superior esquerdo (sogrão e sogra) também não se incomodou conosco e nem com a claridade, hahahaha!

Oásis é um bom termo para descrever o Mangal das Garças. Em meio à loucura e à  correria da cidade, é uma grata surpresa entrar e ver tudo aquilo, mesmo com o calor amazônico generoso.
Além do restaurante, há quiosques dentro do Mangal, que vendem lanches, sucos, refrigerantes e cervejas.

Belém, meus parabéns por ter entre os seus atrativos, algo tão bem aproveitado  e grandioso!


Mangal das Garças
Av. Boulevard Castilho, S/N
Bairro Campina , Belém/Pa
(91) 3242-5052
(91) 3212-5660

quinta-feira, 27 de março de 2014

Porções de coisinhas do mar em Madrid



Ah, as coisas do mar...
A diversidade dessa vitrine é de lamber os beiços, não é?
Porções de atum, camarões, mexilhões, ostras e todo o tipo de frutos do mar que não sei o nome, temperados com azeites, pimentas, sal e ervas, em alguns casos.

Achei essa vitrine uma paixão, sabe?
Você olha, analisa e escolhe a sua porção pelo cheiro, visão ou intuindo se o prato é bom ou ótimo.
Em Madrid, é assim: coisinhas do mar 24 horas à sua disposição!




segunda-feira, 24 de março de 2014

Elvis, o rei da Paulista!


A Avenida Paulista é um celeiro de talentos.
Em quase todas as esquinas é fácil ver um artista de rua apresentando seu talento a quem passa, na tentativa de ser reconhecido e de ganhar uma graninha.
São inúmeros: tem Xuxa,  hare krishna, multi-instrumentistas, poetas, bandas de rock, humoristas, mágicos e o Elvis.
O Elvis, no caso, está em outra categoria. Não é um artista de rua que fica na Paulista, ele é "O" artista de rua da Paulista. O verdadeiro rei da Paulista!
Não tenho certeza se ele se apresenta diariamente por lá, porque não passo lá diariamente, mas sempre que passo, tenho o prazer de ver, escutar e dançar com ele.
Ele é um showman por excelência e os ônibus que por ali passam, fazem questão de parar para que ele entre, cante e alegre a viagem de quem vai pro seu rumo.

A coisa é simples: uma espécie de tapete xadrez para fazer de palco, um amplificador, um microfone invocado, uma urninha pra receber as gorjetas, as  roupas, os óculos, o cabelo engomado com topete e a disposição de sempre.
Não é difícil saber que ele está por ali. É só ver uma "muvuca" fotografando e batendo palmas, que lá está ele no centro do show.

São Paulo, onde tudo acontece!






Cuscuz Marroquino em mini tagines: porção individual bem servida!


A desculpa para essa receita foi estrear minhas mini tagines.
Tagines são aquelas panelas com tampa altinha para que o vapor circule dentro dela e cozinhe o que tem dentro. Pode-se dizer que são as panelas oficiais do cuscuz marroquino.
As famosas panelas podem ser de barro, ferro e mais atualmente, de cerâmica.
As minhas pequenininhas, são de cerâmica, pretinhas e estilosas :)

Compramos porque são ótimas para fazer entradinhas pequerruchas em festinhas e comemorações.

O cuscuz marroquino é aquela receita coringa e saborosa que fica pronta em 5 minutos literalmente. Aproveitei um pouquinho de camarão seco que ainda tinha em casa (trazido de São Luís) e resolvi fazer para testar o tamanho das porções, pois fiquei com medo de serem pequenas demais.

Ai gente não é por nada não, ficou muito bom!
Dessalguei a porçãozinha de camarão e refoguei com os temperos básicos. Acrescentei ervilha e cenoura e misturei ao cuscuz já cozido.
Dei um toque final com um fio de azeite, acertei o sal e pus um tequinho de pimenta rosa moída.

Tampei as panelinhas para conservar a temperatura e quando servi, elas ainda estavam morninhas.


O tamanho da porção é ideal para entradas e não se restringe ao cuscuz marroquino.
Comemos como entradinha, mas nos satisfez muito.
A panelinha também serve para porções frias como ensopadinhos, cremes, bobó, saladinhas tipo maionese e até para porções de queijo, dependendo do tipo de cardápio que você vai servir.

Caso você não tenha uma tagine, basta por o cuscuz numa vasilha e cobri-la com um pano limpo. Depois de 5 minutos, está pronto.

Bom apetite!

domingo, 23 de março de 2014

Balas de banana Antonina, um presente do Paraná


Essa Bala de banana Antonina é o que há!
Não conhecia a história das balas, sua tradição e tal, mas foi provar e gamar.
Ganhei de uma amiga do Paraná e claro, fui pesquisar, pois ela mesma disse, ao me dar, que era antiga e tradicional por lá.
Senti que não era qualquer bala quando vi que a embalagem é de papel e é enroladinha artesanalmente. Aí foi chegar em casa e pesquisar um pouquinho mais.
É muito saborosa e não tenho vontade de parar de comer, o que chega a ser um problema, por motivos óbvios, é claro.
Maridão, que ama banana e seus derivados, não desgrudou desde que ganhamos.
Sabe quando você ganha uma coisa e fica "rendendo"? Somos nós aqui em casa!

Marcelita, muito obrigada pela troca de experiências gastronômicas. Sabe que amo...


quarta-feira, 19 de março de 2014

A evolução da Fanta




Você já pensou em comprar um refrigerante sem gás?
Não, né?
Pois ele existe!
Não é que a nossa velha Fanta evoluiu e chegou ao nível máximo de estranheza e é encontrada nas prateleiras em Madrid assim, sem gás?
A latinha é linda, de um azul quase piscina... queria comprar para decorar o apzito.

Não, não tomei, mas achei a ideia muito original... conheço várias pessoas que esperam o gás do refrigerante sair para poder tomar, acreditam?

Fanta limão. Acho que faria sucesso por aqui


A Fanta laranja zero, com sua latinha pra lá de linda


Em se tratando de Fantas, o sabor maracujá, que venceu um concurso recentemente, saiu de produção?
Lembro que em Portugal tomei Fanta abacaxi e ... amor pra toda vida!



segunda-feira, 17 de março de 2014

São Luís Express


Fomos a São Luís nesse fim de semana ver minha mãe.
Ir a São Luís é sempre muito intenso.
É sempre tudo ao mesmo tempo agora.
Passo sempre todas as noites sem dormir, ou porque não consigo mesmo ou porque me dou de presente umas farras com amigos.
Dessa vez foram apenas dois dias e meio de visita, mas que foram suficientes para matar a saudade da minha mãe, deixar energias positivas pra ela, encontrar parte dos amigos e ver a família.
No deslocamento entre um canto e outro, paramos no centro histórico para comprar umas delícias, que ninguém é de ferro.
Esta semana voltamos com os posts atrasados e mais novidades.
Inté!



quinta-feira, 13 de março de 2014

Estação das Docas e Mercado Ver-o-Peso num só passeio - obrigatório em Belém!

"você me abre seus braços e a gente faz um país"*

Belém é realmente impressionante.
Quanto mais você conhece, mais interessante fica sua viagem.
Tudo que vimos, experimentamos e fizemos, foi de grande valia.
Não é um destino com praia e mar azul. É um destino cultural. É uma cidade que não quer ser parecida com nenhuma outra. Tem a sua identidade e é dessa diferença que quer viver!

A gastronomia é, sem dúvida, um dos pontos altos da viagem. São inúmeras atrações culinárias para degustar, fotografar e sentir pela primeira vez.

As atrações culturais também formam um capítulo muito interessante e alguns dos atrativos existentes, a maioria de nós, nem fazia ideia que existia.

A Estação das Docas é uma lindeza! Reformada para ser um atrativo turístico por excelência, atende muito bem quem a visita e surpreende a todos com tamanhas atrações.

São vários restaurantes, lojas de souvenirs, lojas de sorvetes, botecos e até a Amazon Beer, cervejaria pra lá de famosa, está lá.

Ficamos uma tarde inteira zanzando e descobrindo coisas deliciosas.

Bem ao lado da Estação das Docas, fica o Ver-o-peso, mercado popular e super interessante, que fiquei completamente apaixonada, mas esse, vira e mexe, tem reportagens de pessoas que ficaram encantadas também.

No Ver-o-peso, muita coisa é novidade. Os insumos gastronômicos são muito diferentes e em cada banquinha você acha uma coisa surpreendente, com o diferencial de mais uns dois dedos de prosa com o vendedor!

É um programa para quem realmente gosta de descobrir. Gente com "siricutico" e com alma muito urbana não vai gostar e ainda poderá sair reclamando, o que na minha opinião, é um pecado mortal.

As carnes, os peixes, as aves e as verduras estão ali sendo tratadas na frente de qualquer um e é isso que faz a coisa ficar ainda mais bacana.

Se você for desses (como eu) que não liga para o APPCC** da feira e gosta muito de sentar pra comer com os moradores, a oportunidade é essa! Comidas, sucos e sobremesas saborosíssimas estão disponíveis para quem quiser. É só sentar numa banquinha e pedir.


A Estação das Docas vista de cima

A estação das Docas por fora

As Docas ficam de frente para a Baía de Guajará e o movimento dos barcos também me fisgou de paixão. Mais que de repente, lembrei da minha infância usando esse meio de transporte com muita frequência. Não é lindo de ver?

Comecinho do Ver-o-Peso

Não sei você, mas dá vontade de trazer tudo que vejo de diferente, mesmo não sabendo usar a metade!

Cupuaçu, amor antigo
Sementes para todos os gostos

Tucupi, estrela da culinária paraense

Os famosos banhos cheirosos

Não se engane, são remédios!

Trouxe vários banhos de descarrego. Vamos ver como se desenrola o ano, rá! 


Coisa linda de se ver...

Essa paisagem é ao lado do Ver-o-peso. Me pareceu muito familiar...


Achei o paraense divertido, alegre e irreverente. Eu realmente me senti muito bem em Belém! Diz o refrão "Chegou no Pará, parou. Tomou Açaí, ficou!

Belém é uma cidade que vive em função das águas. Acho lindo isso. De verdade!
Os barcos chegam e saem a todo momento e fui fisgada várias vezes olhando para a Baía com o pensamento longe. Os barcos são praticamente dos mesmos modelos usados no Maranhão e isso tem muita relevância na minha vida.
Em próximos posts falo desse detalhe e de tantos outros que me fizeram gostar tanto de Belém.

Inté!


* esse verso faz parte da trilha sonora do Maridão e consequentemente, das nossas vidas!
**APPCC - Análise de perigo e pontos críticos de controle