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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

Fila no restaurante

Toda vez que vejo uma fila em um restaurante, fico refletindo no quanto a comida se transformou em protagonista em nossas vidas.

Saímos do patamar de "encher a pança" para o patamar de "comer, ver, ser visto e mostrar que conhece".

Fotografei essa fila em Madrid, num restaurante meio escondidinho.


Mercado de San Miguel em Madrid - delícia de ver e sentir!

O Mercado de San Miguel é uma delícia. É um lugar super bonito e preparado para fazer as pessoas felizes!
Espaço gastronômico com frutas, souvenirs, frutos do mar, bebidinhas, chocolates, cervejas, vinhos, muitos vinhos e tapas de toda a espécie.
Fica numa localização ótima, perto da Plaza Mayor e pertinho das grandes atrações da Gran Via. Desci no ônibus turístico quase em frente e fui a pé, num sábado super frio, embora já tivesse ido num dia de semana à noite.

À noite, a energia é de balada. Muita gente andando de um lado para o outro, com taças de vinhos nas mãos, alguns reunidos em grupinhos, comendo tapas, sorrindo e enchendo o ambiente de alegria. Durante o dia, o mercado fica diferente, com cara de mercadão e com famílias comprando comidinhas e frutas, além dos milhões de turistas fotografando tudo que veem.

É de fato, uma atração imperdível em Madrid! Com o tempo escasso que tive, valeu muito ter visitado, embora caiba a consideração de que durante às noites ele fique mais c…

Madrid - paisagens pela janela do ônibus turístico

Madrid é uma cidade lindíssima! Ao mesmo tempo que ostenta uma aura aristocrática, tive a impressão de estar numa cidade moderna e de vanguarda. A arquitetura faz toda a diferença em tudo o que se vê. Vi a maioria das paisagens pela janela do ônibus turístico, é verdade, mas as fotos que abrem essa nossa série sobre Madrid, traduzem muito bem a beleza de tudo por lá.
Abre parêntese: o passeio turístico naqueles ônibus de dois andares vermelhinhos, que vemos pela Europa, foi uma sugestão do meu chefe, que insistiu pra eu fazer, para otimizar o pouco tempo que tinha. Nossa, quebra um galho danado! Super organizado, pontual e seguro. Adorei e indico muito! Fecha parêntese.











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Clericot de frutas OVG. Refrescante e chique!

Atenção:
Essa dica é para aquelas ocasiões especiais;
Para lugares quentes;
Para quem tem amigos que merecem ser bem recebidos;
Para quem tem pouco tempo e bom gosto;
E finalmente, para quem quer arrasar!!!

O clericot é a versão branquinha da famosa sangria. Com os ingredientes certos, fica muito refrescante e o melhor: uma delícia que lembra verão, festas, comemorações e por que não, paixão?
Fiz hoje para celebrar a paixão que rola por aqui e a alegria de estar vivendo uma fase de muita superação em nossas vidas.

A sangria, vocês sabem, é feita de vinho tinto e frutas e ao mesmo tempo que é gelada e parece um suco de uva, tem o pesinho alcóolico do vinho tinto, que basta esquecer disso e sair tomando adoidado pra dar uma caca grande em dois tempos!

O clericot é chamado assim peloso franceses.
Aqui em São Paulo com esse calor, tá na moda e cada jarrinha dessa que fiz em casa não sai por menos de R$ 40,00 mangos.
Quis fazer além dos motivos já descritos, para testar sabores para receber uns amigo…

Pregoeiros: novo capítulo na história de São Luís.

A venda de comidas e utensílios sempre chegou para os ludovicenses de uma forma muito inusitada: pelos Pregoeiros, vendedores que carregavam seus produtos nas mãos e gritavam bordões musicais a fim de divulgá-los pelas ruas de São Luís.
Conta-se que foi a partir do século XIX que esses personagens surgiram, conforme a cidade foi crescendo, para suprir as necessidades da população, principalmente dos mais abastados. A venda de porta em porta significava um luxo para os moradores e um "ganha pão" muito honesto para os vendedores. Essa disputa corpo a corpo feita pelos pregoeiros, contrapondo o comércio local, veio a transformá-los com o tempo, em ícones da cultura ludovicense.
Os pregoeiros passavam pelas ruas da cidade sempre ao amanhecer ou ao entardecer gritando o nome dos seus produtos para que as donas de casa saíssem às portas com suas bacias para comprar produtos e utensílios, que vinham acondicionados das mais variadas formas: pendurados em pedaços de madeira especialmen…

Domingo na Praça - Belém do Pará

O Pará está na moda. Mais pela gastronomia que pelos outros atrativos, mas a bem da verdade, achei Belém um destino e tanto!

Ricardo Freire  uma vez disse que o Pará era o destino mais legal que alguém não queria conhecer e acho que ele conseguiu traduzir de uma forma incrível o que é o destino, embora só tenhamos conseguido ficar poucos dias em Belém, não podendo desfrutar, por exemplo, da Ilha de Marajó.

Entendo que Belém ainda figure no contexto de "Destino Exótico" do país e percebi isso quando falava que iria finalizar minhas férias por lá e via olhares duvidosos, caretas e muitas perguntas, do tipo: - Tens parente lá? - Vais a trabalho?

O fato é que resolvemos conhecer para aproveitarmos o momento de fama do lugar, a vontade "desde sempre" do maridão e a oportunidade de sanar uma dívida minha antiga, que era a de não conhecer uma cidade praticamente ao lado da minha terra natal.

Após decidirmos a viagem, lemos muito sobre a gastronomia local, sobre os restaur…

Coincidências Amor Sing's

Achei no meu mercadinho preferido caixas de paçoca Amor Sing's.
Comprei para ele. Ele adora.
Coloquei na sacolinha plástica e vim andando no metrô pensando no quanto um produto bom, faz você ficar refém dele e do quanto deve ser muito bacana ser o dono de um produto que as pessoas curtem.
No mesmo momento em que desci do metrô, um senhor me parou, após um enorme susto:
- Senhora, desculpa a indiscrição, mas poderia me dizer onde comprou essa caixa de Paçoca Amor?
- Sorri, depois de levar a mão no coração, como uma reação natural ao susto. Falei que estava vindo de Pinheiros (bairro) e lá tem uma mercearia tradicional que vende docinhos, chocolates e tudo que é tipo de tranqueira gostosa e que entrei lá exatamente para ver se tinha.
- Nossa, adoro essa paçoca e nunca mais achei, disse o senhor.
- Sim, li que pararam de fazer, mas quando vi, comprei imediatamente.
- Tá certo, me dá o endereço?
- Claro!

A Paçoquinha Amor Sing's já tem história lá no apzito... Compro por causa del…

Celebrando a vida

Tem dias em que estamos chatos. Assim sem paciência, carrancudos e com nada aparentemente incomodando.
Ultimamente tenho ficado assim muito tempo. Deve ser cansaço.
Ando sem paciência, sem criatividade, com o tempo me atrapalhando.
Quando estamos assim, as coisas não andam, empacam de uma tal forma que você passa a repensar a vida para ver o que está fazendo de errado e lembra do quão importante é se sentir feliz e realizado.
É. A vida deve ser celebrada sempre, mesmo com os percalços dela. Mesmo com as dificuldades e com as ranhuras que ela nos deixa com o tempo.
Difícil é lembrar disso diariamente.




Janelas de São Luís, a marca registrada da cidade!

Há muito tempo, alguém teve a brilhante ideia de compilar várias fotos das janelas dos casarões de São Luís e transformá-las em poster.
Várias pessoas, assim como eu, gostaram muito da ideia e enquadraram o poster.
Era muito fácil ver esse quadro pelas salas do funcionalismo público, postos de informações turísticas em São Luís e nas casas da cidade.
Com o tempo, transformaram aquele quadro em camisetas-souvenirs e cá pra nós, ficaram lindas.
Maridão já teve duas. Acho que é o souvenir de lá que ele mais gosta.
Artistas plásticos sempre retrataram as belezas dos casarões em quadros a óleo, aquarelas e até em xilogravuras. Artesãos mais novos, aproveitaram a boa ideia e começaram a desenvolver peças em barro, argila, etc, com janelas ou mesmo com recortes de casas do centro histórico da Ilha.
Em dezembro, quando estive lá, vi ímãs de geladeira, que são as peças que formam a foto aqui de cima. É uma parede magnética azul com vários ímãs coladinhos nela. Como o efeito ficou bacana. Gost…

Ano Novo Chinês 2014: a Liberdade entupida!

O ano novo chinês começou no final de janeiro. Ok, já passou, sinto muito. Deixei escapar. Não publiquei em tempo, mas acho que vale registrar pelo colorido das fotos e para você que ainda não conhece, dá tempo de se programar para o ano que vem, rá!

O ano novo chinês é comemorado no bairro da Liberdade (por motivos óbvios) e a Rua Galvão Bueno, passarela para todas as apresentações, estava completamente tomada por simpatizantes e curiosos.

A cultura oriental é sempre muito diversa e bacana de ver, o que faz com que todos corram pra lá pra exaltar e se divertir.

A programação (aqui) incluiu desfile de artes maciais, cultos, apresentações de artistas orientais, dentre outros. Ficamos até o final do desfile do dragão, que é um dos pontos altos da festa, além é claro, de todas as comidinhas de rua que ficam espalhadas em toda a Liberdade, que fazem você sair da linha e experimentar sempre coisas novas.

O calor estava estarrecedor e todos suplicavam por sombras que não existiam...

Fomos …

Muito prazer, a pupunha.

Conheci a pupunha em Belém, Pa.
Os paraenses comem cozida com sal e vendem em qualquer lugar.
Este tabuleiro estava no meio da Praça da República, onde passeamos num dia de sol numa feirinha super divertida que acontece todos os domingos.
Você descasca com os dentes mesmo e come a polpa, que é super carnuda e macia.
Os paraenses costumam comer a pupunha acompanhando uma bela xícara de café. Compramos para experimentar e percebemos que todos à nossa volta estavam comendo também.

A pupunha é uma palmeira que se extrai um tipo de palmito muito consumido e é uma alternativa às palmeiras nativas que estão rareando pelo Brasil, como o açai e juçara.
Adoramos a experiência e com esse post, inauguramos os posts de Belém do Pará, que já não era sem tempo, estão atrasados!

Amanhã tem mais. Inté!