quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Fila no restaurante


Toda vez que vejo uma fila em um restaurante, fico refletindo no quanto a comida se transformou em protagonista em nossas vidas.

Saímos do patamar de "encher a pança" para o patamar de "comer, ver, ser visto e mostrar que conhece".

Fotografei essa fila em Madrid, num restaurante meio escondidinho.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mercado de San Miguel em Madrid - delícia de ver e sentir!



O Mercado de San Miguel é uma delícia. É um lugar super bonito e preparado para fazer as pessoas felizes!
Espaço gastronômico com frutas, souvenirs, frutos do mar, bebidinhas, chocolates, cervejas, vinhos, muitos vinhos e tapas de toda a espécie.
Fica numa localização ótima, perto da Plaza Mayor e pertinho das grandes atrações da Gran Via. Desci no ônibus turístico quase em frente e fui a pé, num sábado super frio, embora já tivesse ido num dia de semana à noite.

À noite, a energia é de balada. Muita gente andando de um lado para o outro, com taças de vinhos nas mãos, alguns reunidos em grupinhos, comendo tapas, sorrindo e enchendo o ambiente de alegria. Durante o dia, o mercado fica diferente, com cara de mercadão e com famílias comprando comidinhas e frutas, além dos milhões de turistas fotografando tudo que veem.

É de fato, uma atração imperdível em Madrid! Com o tempo escasso que tive, valeu muito ter visitado, embora caiba a consideração de que durante às noites ele fique mais charmoso e divertido!

Banca de frutas do Mercado de San Miguel: frutas gigantes. Olhem essas cerejas, gente?

Tapas: são porções de quase tudo. Essas torradinhas com várias opções de peixes crus fazem muito sucesso por lá.


A maioria das tapas custam 1 Euro. Para minha cabeça em real, caro!

Os pães também estão presentes no mercado e com força total. Aliás, em toda Madrid!
Esses da foto experimentei e amei. Salmão cru com saladinha de alface, batatinhas e temperinhos.

Pão italiano com aliche, atum, sardinhas e tomatinhos em cubo temperados com azeite e ervas. Basta enfiar no forno pra virar uma brusqueta!

Pão italiano com carne de porco (adoro!) temperada e finalizada com pimentas. Campeãs!

Finalizados com presunto, hum...

Essa combinação além de linda, é saborosa: pepino, queijo branco e tomate cereja, temperados com azeite e ervas.

O clássico madrileño: pão com presunto, Amei e amei muito!

Eu achei essas opções muito sugestivas para as recepções em casa, não acham?
Torradinhas e fatias de pão italiano com essas finalizações, são ótimas ideias para fazer daquele momento simples, um encontro com mais glamour (adoooro!!!).
Mesmo os peixes crus não sendo uma cultura totalmente absorvida por grande parte dos brasileiros, conhecendo o perfil dos seus convidados, dá pra brincar bastante com essas ideias.
Eu, tô que tô cheinha de novas ideias e você?


Mercado de San Miguel
Plaza de San Miguel, s/n 28005, Madrid (+34) 915 42 49 36

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Madrid - paisagens pela janela do ônibus turístico

Madrid é uma cidade lindíssima!
Ao mesmo tempo que ostenta uma aura aristocrática, tive a impressão de estar numa cidade moderna e de vanguarda.
A arquitetura faz toda a diferença em tudo o que se vê.
Vi a maioria das paisagens pela janela do ônibus turístico, é verdade, mas as fotos que abrem essa nossa série sobre Madrid, traduzem muito bem a beleza de tudo por lá.

Abre parêntese: o passeio turístico naqueles ônibus de dois andares vermelhinhos, que vemos pela Europa, foi uma sugestão do meu chefe, que insistiu pra eu fazer, para otimizar o pouco tempo que tinha. Nossa, quebra um galho danado! Super organizado, pontual e seguro. Adorei e indico muito! Fecha parêntese.

Plaza Mayor - aqui, desci do ônibus e fui caminhar pela região. Descobri cada coisa bacana...

Estátua do urso e o medronheiro - símbolo de Madrid

Plaza Puerta del Sol


Calle Preciados






A gente viaja sozinha e fica com essa cara de besta, tirando foto de nós mesmas. Como era muito cedo, o ônibus estava super vazio, com apenas uns 6 brasileiros e 4 portugueses.

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Clericot de frutas OVG. Refrescante e chique!


Atenção:
Essa dica é para aquelas ocasiões especiais;
Para lugares quentes;
Para quem tem amigos que merecem ser bem recebidos;
Para quem tem pouco tempo e bom gosto;
E finalmente, para quem quer arrasar!!!

O clericot é a versão branquinha da famosa sangria. Com os ingredientes certos, fica muito refrescante e o melhor: uma delícia que lembra verão, festas, comemorações e por que não, paixão?
Fiz hoje para celebrar a paixão que rola por aqui e a alegria de estar vivendo uma fase de muita superação em nossas vidas.

A sangria, vocês sabem, é feita de vinho tinto e frutas e ao mesmo tempo que é gelada e parece um suco de uva, tem o pesinho alcóolico do vinho tinto, que basta esquecer disso e sair tomando adoidado pra dar uma caca grande em dois tempos!

O clericot é chamado assim peloso franceses.
Aqui em São Paulo com esse calor, tá na moda e cada jarrinha dessa que fiz em casa não sai por menos de R$ 40,00 mangos.
Quis fazer além dos motivos já descritos, para testar sabores para receber uns amigos. Saí juntando várias receitas de bares chiques daqui e adaptei com o que tinha em casa. Nooosa, mas ficou muito bom!
Tomamos o dia inteiro e o bacana é que além de tudo, comer os pedacinhos de fruta no final faz uma p... diferença!

Vamos à receita do "Clericot OVG"

500 ml de vinho branco seco (deve ser barato, pois vai perder suas características)
100 ml de xarope de uva verde (usei esse porque é o que tenho em casa. Penso que com outros sabores também fica muito bom!)
200 ml de água com gás
Bastante gelo (usei 18 pedrinhas)
100g de maçã picadinha
30g de uva sem semente (usei crissom inteiras)
20g de morangos cortados longitudinalmente
(gaiata que sou, comprei um potinho de salada de frutas já pronta e aproveitei as frutas para incrementar, como manga e melão - deu super certo!)

Depois disso é misturar tudo, por na jarra e voilá!




Mas cuidado! O vinho branco também tem álcool e aos pouquinhos você vai sentindo a cabeça pesar um tantinho. 
Beba moderadamente (ou não, rá!)

Pregoeiros: novo capítulo na história de São Luís.


A venda de comidas e utensílios sempre chegou para os ludovicenses de uma forma muito inusitada: pelos Pregoeiros, vendedores que carregavam seus produtos nas mãos e gritavam bordões musicais a fim de divulgá-los pelas ruas de São Luís.

Conta-se que foi a partir do século XIX que esses personagens surgiram, conforme a cidade foi crescendo, para suprir as necessidades da população, principalmente dos mais abastados. A venda de porta em porta significava um luxo para os moradores e um "ganha pão" muito honesto para os vendedores.
Essa disputa corpo a corpo feita pelos pregoeiros, contrapondo o comércio local, veio a transformá-los com o tempo, em ícones da cultura ludovicense.

Os pregoeiros passavam pelas ruas da cidade sempre ao amanhecer ou ao entardecer gritando o nome dos seus produtos para que as donas de casa saíssem às portas com suas bacias para comprar produtos e utensílios, que vinham acondicionados das mais variadas formas: pendurados em pedaços de madeira especialmente talhados para isso (como nas fotos que ilustram esse texto), em cofos feitos de palhas, em latas grandes de querosene reaproveitadas, em tabuleiros e em caixas preparadas para aquele trabalho.

Os pregoeiros, que tinham esse nome porque gritavam pregões de seus produtos, se espalhavam por toda a cidade e com o tempo, ficavam conhecidos das donas de casa, se transformando até em amigos para vida inteira. 
Talvez o bordão mais famoso seja "pamooonha pamooonha", sempre cantado nas noites dos invernos ludovicenses (período do milho verde). Essa cantiga embalou a vida de muita gente e soa como uma verdadeira música aos meus ouvidos. 

Os pregoeiros mais comuns de que se tem notícia, no entanto, eram: padeiro, vendedor de frutas, principalmente bananas, jornaleiro, carvoeiro, verdureiro, peixeiro, vendedor de camarão, caranguejo e siri, sorveteiro, vendedor de pamonha, vendedor de pirulitos, vendedor de juçara, além dos vendedores de utensílios como pá de lixo, penicos, lamparinas, espanadores, vassouras e ainda compradores de ferro velho e garrafeiro. Eram todos homens fortes e dispostos, porque há de se reconhecer que era (e é) um trabalho árduo. Os produtos eram levados nas mãos e quando muito, em carros de mão, que também dependiam da força humana para chegar até seus clientes.

Hoje em dia ainda existem pregoeiros à moda antiga, mas estão muito raros. Os que ainda oferecem seus serviços na casa da minha mãe, só para termos uma referência, é o vendedor de Ideal (bolinho de farinha de milho e de farinha de arroz, "ideal" para acompanhar uma xícara de café), vendedor de juçara, pamonha e o comprador de panelas velhas, mas com um detalhe muito importante: todos oferecem seus produtos e serviços em bicicletas, porque convenhamos, a cidade não é mais a mesma, as distâncias são outras, o timing da vida é completamente diferente e o momento em que vivemos não mais permite que esperemos o maxixe chegar à porta, quando o vendedor achar que deve.

Mas apesar de os pregoeiros estarem virando lendas para as novas gerações, nas praias de São Luís ainda é possível encontrar um tipo mais moderno de pregoeiro: o vendedor de frutas e petiscos!
Esses não "cantam" seus produtos para os clientes, não tem bordões que encantam, mas fazem um trabalho corpo a corpo importante, já que saem oferecendo suas delícias exaustivamente a todos que estão na praia.

Não precisa muito tempo desde a chegada à praia para que os vendedores apareçam em todas as mesas oferecendo frutas e petiscos. Eu mesma, em minha última visita a São Luís, não resisti e comi cajá do Pará, fruta que só encontro com os vendedores nas praias. Outras frutas clássicas que sempre compro são: siriguela, jambo, pitomba e abricó, que quase nunca acho em feiras e supermercados.

Castanhas de caju ou amendoins, ovos de codorna e camarão "salpreso" formam a tríade de petiscos comuns nas mesas dos bares da praia. O ovo de codorna cozido que sai quentinho do isopor, eu não resisto!
Os vendedores de siri e caranguejo são exemplares antigos em tempos atuais e o vendedor de ostra é realmente a cara da modernidade, mas que me lembra um passado recente.

Não devemos esquecer também dos vendedores de coco, de queijo coalho, sanduíches naturais e outras modernidades comuns da nossa época, que com tantas opções e facilidades, os considero uma nova versão dos nossos pregoeiros, porque criam formas de chamar a atenção dos clientes, indo onde o público está, detalhe que o ludovicense gosta e muito! Aliás, essa mania de querermos tudo à mão é uma característica muito particular nossa e não só nesse aspecto. Existem inúmeras outras situações em que se percebe um certo "comodismo" da população. 

A única coisa boa disso tudo é que novos postos de trabalho sempre poderão existir e que mesmo sem querer, essa peculiaridade fez nascer um dos capítulos mais bacanas da história popular de São Luís.



Jornal Cazumbá, fevereiro 2014.

Fotos tiradas nos meses de dezembro de 2013 e janeiro de 2014.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Domingo na Praça - Belém do Pará



O Pará está na moda. Mais pela gastronomia que pelos outros atrativos, mas a bem da verdade, achei Belém um destino e tanto!

Ricardo Freire  uma vez disse que o Pará era o destino mais legal que alguém não queria conhecer e acho que ele conseguiu traduzir de uma forma incrível o que é o destino, embora só tenhamos conseguido ficar poucos dias em Belém, não podendo desfrutar, por exemplo, da Ilha de Marajó.

Entendo que Belém ainda figure no contexto de "Destino Exótico" do país e percebi isso quando falava que iria finalizar minhas férias por lá e via olhares duvidosos, caretas e muitas perguntas, do tipo: - Tens parente lá? - Vais a trabalho?

O fato é que resolvemos conhecer para aproveitarmos o momento de fama do lugar, a vontade "desde sempre" do maridão e a oportunidade de sanar uma dívida minha antiga, que era a de não conhecer uma cidade praticamente ao lado da minha terra natal.

Após decidirmos a viagem, lemos muito sobre a gastronomia local, sobre os restaurantes que estão fazendo história, sobre os chef's badalados que com seus talentos transformaram a comida paraense em referência no Brasil e principalmente, sobre os insumos amazônicos que bombam hoje em dia.

A cidade de Belém nos surpreendeu desde a hora que desembarcamos nela. O aeroporto, as praças, os prédios e os principais atrativos que visitamos, nos deixaram surpresos e com vontade de voltar para vermos mais e mais.


Nos hospedamos num hotel muito simples, mas com uma localização muito boa: em frente à Praça da República, que para nossa sorte, tem uma feirinha tradicional todos os domingos. Além da feirinha, a Praça abriga o Teatro da Paz, com visitações de hora em hora, exceto às segundas-feiras.

Passeamos pela feirinha, compramos coisinhas bacanas, experimentamos pela primeira vez a pupunha e fomos entrando no clima amazônico.


Uma das coisas mais bacanas em Belém é a mania que os moradores tem, de tomar sucos. Confesso que em nenhum dos lugares pelos quais já passei,  tomar suco de frutas regionais é um programa tão divertido e diferente!

Em vários lugares se vê banquinhas com garrafas e caixas térmicas cheias de sucos das frutas mais deliciosas desse mundo: taperebá (o nosso velho conhecido cajá), cacau, graviola e várias outras delícias. Tomei alguns, mas um de acerola, certamente, ficará na minha memória como o suco mais gostoso da vida. A cremosidade e a textura daquele suco, creio que jamais serei capaz de sentir, a não ser que volte para lá.



A feirinha na Praça da República vende de tudo. Bijuox, discos, comidinhas, castanhas, biscoitos, peixes (isso mesmo!) e bombons, muitos bombons.
É muita coisa pra ver e experimentar.
As banquinhas se espalham pelo perímetro da praça inteira e olha que ela é enorme...

Achei a praça interessantíssima. As pessoas curtem passear nela. Sentam nos bancos, bebem cervejas, sucos, conversam e deitam na grama como se estivessem em piqueniques. Lindão!





A pupunha, bem, já falamos dela aqui mesmo no Blog. Delícia de sabor indescritível pra mim.


Os bombons, doces e todo o tipo de gostosura de cupuaçu, bacuri, açaí e castanha do Pará, formam um capítulo à parte da gastronomia paraense. Impossível voltar de lá sem dezenas de exemplares.

O cupuaçu e o bacuri são frutas amazônicas de sabores muito exóticos. Ou você ama ou odeia. Eu, amo muito, assim...muito mesmo, essas duas delícias.

O açaí além de rechear bombons, é um dos mais importantes alimentos da região. Faz parte do cardápio diário dos paraenses e com um peixe frito, hum....







Esse post representa o nosso primeiro dia em Belém e muita coisa ainda viria a nos surpreender!
Segura um pouquinho que vem mais coisa bacana por aqui.

Inté!

Fotos: Italo Genovei

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Coincidências Amor Sing's

Achei no meu mercadinho preferido caixas de paçoca Amor Sing's.
Comprei para ele. Ele adora.
Coloquei na sacolinha plástica e vim andando no metrô pensando no quanto um produto bom, faz você ficar refém dele e do quanto deve ser muito bacana ser o dono de um produto que as pessoas curtem.
No mesmo momento em que desci do metrô, um senhor me parou, após um enorme susto:
- Senhora, desculpa a indiscrição, mas poderia me dizer onde comprou essa caixa de Paçoca Amor?
- Sorri, depois de levar a mão no coração, como uma reação natural ao susto. Falei que estava vindo de Pinheiros (bairro) e lá tem uma mercearia tradicional que vende docinhos, chocolates e tudo que é tipo de tranqueira gostosa e que entrei lá exatamente para ver se tinha.
- Nossa, adoro essa paçoca e nunca mais achei, disse o senhor.
- Sim, li que pararam de fazer, mas quando vi, comprei imediatamente.
- Tá certo, me dá o endereço?
- Claro!

A Paçoquinha Amor Sing's já tem história lá no apzito... Compro por causa dele...

Celebrando a vida

Tem dias em que estamos chatos. Assim sem paciência, carrancudos e com nada aparentemente incomodando.
Ultimamente tenho ficado assim muito tempo. Deve ser cansaço.
Ando sem paciência, sem criatividade, com o tempo me atrapalhando.
Quando estamos assim, as coisas não andam, empacam de uma tal forma que você passa a repensar a vida para ver o que está fazendo de errado e lembra do quão importante é se sentir feliz e realizado.
É. A vida deve ser celebrada sempre, mesmo com os percalços dela. Mesmo com as dificuldades e com as ranhuras que ela nos deixa com o tempo.
Difícil é lembrar disso diariamente.




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Janelas de São Luís, a marca registrada da cidade!

Há muito tempo, alguém teve a brilhante ideia de compilar várias fotos das janelas dos casarões de São Luís e transformá-las em poster.
Várias pessoas, assim como eu, gostaram muito da ideia e enquadraram o poster.
Era muito fácil ver esse quadro pelas salas do funcionalismo público, postos de informações turísticas em São Luís e nas casas da cidade.
Com o tempo, transformaram aquele quadro em camisetas-souvenirs e cá pra nós, ficaram lindas.
Maridão já teve duas. Acho que é o souvenir de lá que ele mais gosta.
Artistas plásticos sempre retrataram as belezas dos casarões em quadros a óleo, aquarelas e até em xilogravuras. Artesãos mais novos, aproveitaram a boa ideia e começaram a desenvolver peças em barro, argila, etc, com janelas ou mesmo com recortes de casas do centro histórico da Ilha.
Em dezembro, quando estive lá, vi ímãs de geladeira, que são as peças que formam a foto aqui de cima. É uma parede magnética azul com vários ímãs coladinhos nela. Como o efeito ficou bacana. Gostei muito!
Acho que pela diversidade das janelas, riqueza de detalhes de todas elas e pela beleza sem tamanho, a coisa ficou mesmo a marca registrada de lá.
Viva!

Importante: ando com muita saudade, então aguentem os posts saudosistas, tá?

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ano Novo Chinês 2014: a Liberdade entupida!

O dragão chinês, símbolo da cultura oriental

O ano novo chinês começou no final de janeiro. Ok, já passou, sinto muito. Deixei escapar. Não publiquei em tempo, mas acho que vale registrar pelo colorido das fotos e para você que ainda não conhece, dá tempo de se programar para o ano que vem, rá!

O ano novo chinês é comemorado no bairro da Liberdade (por motivos óbvios) e a Rua Galvão Bueno, passarela para todas as apresentações, estava completamente tomada por simpatizantes e curiosos.

A cultura oriental é sempre muito diversa e bacana de ver, o que faz com que todos corram pra lá pra exaltar e se divertir.

A programação (aqui) incluiu desfile de artes maciais, cultos, apresentações de artistas orientais, dentre outros. Ficamos até o final do desfile do dragão, que é um dos pontos altos da festa, além é claro, de todas as comidinhas de rua que ficam espalhadas em toda a Liberdade, que fazem você sair da linha e experimentar sempre coisas novas.

O calor estava estarrecedor e todos suplicavam por sombras que não existiam...

Fomos eu, ele e a Minhoca.
 
É o ano do cavalo e reza o horóscopo chinês, que é o ano do movimento

Rua Galvão Bueno completamente lotada!

Viaduto entupido e sombrinhas fazendo a festa ficar mais colorida

Enquanto ele trabalha, eu e a Minhoca...

O desfile vem vindo

O dragão chinês é um animal mitológico que possui olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi e bigodes de carpa 


A festa do Ano Novo Chinês é uma ótima pedida para quem está passeando em São Paulo.
Se você não conhece o bairro, já é um programa imperdível. Com essa movimentação toda, então... inesquecível!

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#OVG

Fotos: Italo Genovesi

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Muito prazer, a pupunha.


Conheci a pupunha em Belém, Pa.
Os paraenses comem cozida com sal e vendem em qualquer lugar.
Este tabuleiro estava no meio da Praça da República, onde passeamos num dia de sol numa feirinha super divertida que acontece todos os domingos.
Você descasca com os dentes mesmo e come a polpa, que é super carnuda e macia.
Os paraenses costumam comer a pupunha acompanhando uma bela xícara de café. Compramos para experimentar e percebemos que todos à nossa volta estavam comendo também.

A pupunha é uma palmeira que se extrai um tipo de palmito muito consumido e é uma alternativa às palmeiras nativas que estão rareando pelo Brasil, como o açai e juçara.
Adoramos a experiência e com esse post, inauguramos os posts de Belém do Pará, que já não era sem tempo, estão atrasados!

Amanhã tem mais. Inté!