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Mostrando postagens de 2014

Paraty e o centro histórico cheio de poesia

A minha relação com Paraty é antes de mais nada, afetiva. Quando fui a primeira vez, sabia que tinha algo especial lá. Cheguei e fui embriagada por uma aura de poesia e de liberdade nunca sentida em nenhum outro lugar. Foi ali também que me apaixonei perdidamente por um poeta meio marginal em relação à toda aquela festa (foi na Festa literária de Paraty - FLIP de 2007). Esse poeta me encantou exatamente por estar à margem de toda aquela pose comum em festas desse tipo. [...] Os anos se passaram, muita ponte aérea rolou nessa história, estamos casados oficialmente há quatro anos e agora com uma novidade: esperando nosso primeiro filho e muito mais apaixonados a cada dia. É ou não é para amar esse lugar?
A cidade é paradoxal. São aglomerados desordenados ao redor de um centro histórico divino, que mais parece um museu a céu aberto. São incontáveis amostras de uma arquitetura linda, poética e bucólica. Paraty tem um ritmo próprio e insiste em ser pequena. Tenho a impressão que quer ser …

Pão de Alho feito em casa. Hummmmm!

Deu uma vontade absurda de comer pão de alho.
Cheguei no mercado e só tem pacotes com pelo menos 6 pães grandes, o que para nós é realmente muita coisa.
Mesmo comendo um pouquinho mais depois da gravidez, nunca dá pra comer tudo dos pacotes e acabo entupindo a geladeira de metades e mais metades de coisas.

Resolvi então comprar 4 mini pães franceses e matar a vontade por aqui mesmo.

Fiz uma pasta com alho ralado, manteiga com sal e orégano. Cortei os pães em sentido longitudinal, passei o creme e ainda finalizei com uns pedacinhos de muçarela para dar um tchan (ou pra deixar mais gordo, se você preferir).
Deixei no forno a 180 graus uns 10 minutos até ficar quase crocante. Hummm...

Na grelha é muito melhor, é claro, mas na falta de um bom churrasco por esses tempos, esses mini pãezinhos quebraram um "galhão".

Comi bem quentinhos como entrada. Nossa, delícia!



Embaixada Paraense na Benedito Calixto: o jambu é o rei!

A comida paraense está realmente na moda.
Quem vem acompanhando o mercado gastronômico do Brasil ao longo desses últimos anos, consegue perceber claramente o trabalho árduo dos chefs e culinaristas paraenses em mostrar o que é uma comida exótica para o resto do Brasil e do mundo.
Eles venceram e ainda vencem preconceitos em relação ao Norte do Brasil, mas estão conseguindo mostrar uma comida bem feita, saborosa, diferente e única.
Não é só o Pará que tem insumos diferenciados, muitos outros estados do Norte e Nordeste do Brasil também possuem, mas reconheço a luta de todos os paraenses em fazer um trabalho sério de propagação das delícias consumidas nesse Estado tão diverso.

No espaço dedicado à venda de comidinhas na Praça Benedito Calixto, praça cheia de bossa localizada em Pinheiros (e que vamos e vamos e vamos....), há petiscos para todos os gostos. Dentre as várias barraquinhas, a Embaixada Paraense é uma que está sempre bombando.
Sábado agora paramos lá novamente e fiquei só na…

Não foi presentão, foi lembrancinha, mas com o mesmo amor de sempre!

Amo dar presentes. Se pudesse, encheria os amigos e familiares de muitos mimos.
Este ano, com uma conta gigante que é ter um bebê, tive que diminuir as contas e otimizar uma série de presentes.
Acredito que as famílias vão entender.
Para os amigos de São Luís infelizmente não mandei quase nada por falta de oportunidade mesmo. Para os amigos daqui, resolvi fazer lembrancinhas que parecem comigo e que iam agradar a todos os paladares: sal temperado.
Vi no Panelaterapia a ideia e fiz quase igual, afinal, ideias boas devem ser compartilhadas.
Resolvi fazer sal temperado para a galera do trabalho e para alguns outros amigos. Usei sal grosso e temperei com ervas finas.
Fiz etiquetinhas com meus cortadores, prendi com barbante amarelo em potinhos que comprei especialmente para isso.
Ah, detalhe: é preciso lavar os potinhos e escaldar com água fervente para esterilizar.

Aqui abaixo, fiz pacotinhos com guloseimas para os nossos porteiros. O detalhe que mais amei, foram as fitinhas brancas com…

Mamãe em São Paulo: compras e comidinhas

Com a minha impossibilidade de viajar de avião até o bebê nascer, vou ficando por aqui esse período. Minha mãe querida veio para uma semaninha conosco e bem na semana que estou de férias, amém. Foi vê-la no aeroporto chegando que comecei a abrir o berreiro! Eu passava a mão na minha barriga e mostrava pra ela chorando. Essa emoção, de fato, foi novidade... Recuperei-me de tudo e já levei a danadinha pra tomar café na Jupan, padoca ao lado de casa que faz a alegria dos meus visitantes. Ela ama!
Não foi bem uma semana de passeios turísticos. Ela quis mesmo foi sair para comprar presentes para a família. O que andamos nos centros de compra populares dessa cidade não está no gibi (lembram dessa?). Fomos no Brás, na Zé Paulino, na 25 de Março, dentre outros. Empurra-empurra, sacolas pesadas, calor, cansaço, minhas pernas inchando, minha barriga de 28 semanas, enfim, não foi fácil, embora prazeroso. Além dessas andanças, fui ao dentista, ao médico, fomos pagar uma promessa na Igreja de San…

Arte, milho e ervilhas

Você se dispõe a enfrentar uma fila gigante para poder apreciar uma das mais badaladas exposições dos últimos tempos;
Vai a um prédio belíssimo e repleto de histórias;
Vê pessoas, troca ideias e se diverte;
Passa rapidamente na cafeteria e sai da exposição.

[...]



Aí na saída tem um quadro super criativo com post its e canetinhas, perguntando o que faltou em sua visita e você, levando em consideração toda a sua saga para contemplar as obras do Ron Mueck, escreve...


Posso com isso?

Exposição Ron Mueck - espanto e genialidade!

Ron Mueck é australiano e autor dessas obras impressionantemente reais. São esculturas em tamanhos variados. Na verdade, são em tamanhos monumentais ou mesmo muito menores que os de uma pessoa de estatura média.
Utiliza materiais diversos para chegar aos perfeitos detalhes: fibra de vidro, resina, acrílico e silicone à partir de um modelo em argila. Os detalhes como veias, pelos, rugas, unhas, só pra falar do que mais me chamou a atenção, são incríveis.
O excesso de realismo é o que de fato mais impressiona, sem falar é claro, no contexto em que o artista te leva a pensar, como o porquê, qual a motivação e em que situação aquele personagem estaria sendo retratado.
Cada obra te leva a pensar em alguma coisa diferente, mas com a mesma admiração e espanto que você observa todas.

Vi uma matéria sobre esse artista ano passado em algum canal pago e me interessei. Este ano, já esteve em cartaz no Rio de Janeiro e confesso que estava ansiosa para que chegasse por aqui.

O problema são sempre …

O caldo na saída da balada!

A mania de tomar caldos após as baladas vem de longe. Mesmo São Luís sendo uma terra quente, com temperaturas que ultrapassam facilmente os 30 graus, tomar caldos nada tem a ver com o fato da iguaria aquecer o corpo e sim, à possibilidade de recompor as energias e preparar o corpo para outras e outras festas. Ludovicense adora diversão, aprecia sair e se divertir, mas a festa só está completa quando na volta pra casa dá pra parar e tomar um “caldinho”. Assim, o corpo se fortalece e se prepara para uma provável ressaca da melhor maneira possível. Muito antes de a cidade oferecer aos seus cidadãos várias “casas de caldo”, eu já tomava caldinhos na casa da mamãe para repor as energias e expulsar a preguiça. Lembro que aos domingos já acordávamos com o cheirinho vindo da cozinha. A mamãe sempre acordou mais cedo para deixar tudo pronto. Aos poucos os amigos iam chegando para aproveitar a iguaria feita com muito carinho e sabor. A “suadeira” era inevitável, assim como as cervejinhas após tudo…

Ócio Baby

Gente, estou falando sobre a gravidez e o Vicenzo em outro blog.
Passem lá para dar uma olhada: chama Ócio Baby e por enquanto tem apenas três textinhos básicos, mas prometo que irei falar mais e mais...
Passa lá, vai?

Castelo Rá-Tim-Bum, a exposição.

O Castelo Rá-Tim-Bum foi um marco para várias gerações depois da minha.
Embora soubesse da existência e de vez em quando desse uma olhada na Tv Cultura, não acompanhei. Era muito educativo para mim, que já tinha meus 18, 19, 20 anos e como toda pessoa com essa idade, tinha a certeza de que já sabia tudo nessa vida.

Depois que o programa acabou, sempre ouvi excelentes críticas, longas matérias falando da importância pedagógica do programa e de tudo o que representou para pelo menos, umas três gerações e sempre quis saber um pouco mais sobre esse clássico nacional.

A exposição que está no Museu da Imagem e do Som - Mis, é um sucesso. Estava programada para ficar em cartaz até 12 de outubro, mas pelo buxixo que causou, abriram novos lotes de venda na internet (e graças à Marcela que me avisou bem na hora, conseguimos comprar num lote de 180 ingressos) e ficará até 25 de janeiro de 2015.

A exposição é muito divertida.
Devo imaginar a alegria e emoção daqueles que viveram aquela época e q…