quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Momento pega no tranco

Sumi, eu sei.
Mas está sendo preciso.
Cabeça fora do eixo e coração longe.
Corpo no automático.

Volto muito breve!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Quinoa com frango e legumes no Festival de Grãos do Apzito!


A Quinoa é o grão mais recomendado pelos nutricionistas da atualidade.
Rica em cálcio, ferro e ácidos graxos ômega 3 e 6, é um alimento rápido e poderoso!
Sua preparação básica é muito simples: apenas cozinhar com sal até ela abrir um pouquinho.
Gosto do sabor suave do grão, mas quando juntamos alguns temperinhos, fica divino!

Tinha frango desfiado em casa. Temperei e fiz um refogado com os legumes disponíveis: abobrinha, berinjela, dois buquês de brócolis e milho cozido.
Misturei a quinoa, acertei o sal, pus um fio de azeite e servi ainda saindo fumacinha.



O prato fica leve, porque a quinoa é leve.
Usei quinoa colorida em grãos.

Bom apetite!

domingo, 17 de novembro de 2013

Mônica Parade em São Paulo

Essa Mônica está na Benedito Calixto e é uma graça, exceto pela suástica que pintaram na testa da obra!

Monica Parede vai até o dia 08 de dezembro.
É uma exposição comemorativa dos 50 anos da Mônica, velha conhecida de todos nós (nada de trocadilhos, ham?).
50 artistas foram convidados a customizar a bonequinha mais querida do País e a exemplo da Cow Parade, exposição com várias vacas pela cidade, por onde você passa, tem gente posando junto às obras, quando não, tem que esperar a fila para tirar fotos.

No dia seguinte ao início da exposição, num rápido passeio pelas ruas da cidade, encontramos 6 delas!



Monica na Belle Epoque. Nos detalhes, cenas do vestidinho e dos sapatos.
E a pintinha na bochecha? Amei!

A bonequinha embaixadora UNICEF é uma obra do Maurício de Souza. Linda!


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Paçoquinha de colher: o segredo está na montagem!

Quem acompanha o Blog sabe que, vira e mexe, lá por casa tem paçocas diversas e que o amendoim é um dos amores do dono do barraco!

Tem dias que o legal não é comer paçoca e sim, fazer a paçoca ficar mais incrementadinha, não é?

Tem leite condensado?
1 gema?
Amendoim?
Paçoquinhas de bobeira?
Pronto! Está feita sua paçoquinha de colher, receita fácil e difícil de não agradar!

A base é a mesma de um brigadeiro, trocando o chocolate em pó por amendoins sem sal (quebro um pouco colocando todos num paninho e batendo com um rolo de macarrão!).
O segredo está na montagem, que deve ser intercalada com paçoquinhas esfareladas.
Nas fotos, pus uma colher do creme, um pouquinho de paçoquinha, mais creme e finalizei com mais paçoquinha!

Cada marca de paçoca tem uma característica, não pense que não! Tem umas mais salgadas, outras mais durinhas e outras, que basta olhar pra elas que estão quebrando!
A paçoquinha Amor é uma paixão, mas usei paçoquita, que também acho super gostosa!
No geral, elas ficam bem docinhas e o legal é contrapor com alguma outra coisa para quebrar esse doce, mas aí é outro post, rá!

Na decoração, adoro essas porções pequenininhas. Acho que são um charme especial para qualquer mesa!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O que é o que é: colorido, cremoso e saboroso?


É o sorvete, é claro!
Agora eles são assim: mais coloridos, mais cremosos e mais convidativos.
Os sabores se misturam e se convidam para as mais improváveis parcerias. Uma delícia!
Existem milhões de novos sabores por aí. Já se mistura inclusive doce com salgado no mesmo sabor.
Gosto desse menu de sorvetes no mercado perto de casa. Acho simples e sofisticado. Nada que tenhamos que pensar muito e nem ficar confuso para escolher.
E olhem essas cores? Nossa, apaixono só de ver!
Como o sol voltou a nos brindar com sua presença, hoje cai muito bem um desses!

Bom final de semana para você, ocioso!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cevadinha com Atum no Festival de Grãos do Apzito!


DECRETADO: a semana passada foi o Festival de Grãos do Apzito!
Ah, na vida temos que variar, né? Os grãos fazem parte da nossa alimentação e são sem dúvida nenhuma, a energia que precisamos para manter nossa máquina funcionando.
Quando falo grãos, estou falando de arroz, feijão, grão de bico, ervilha, lentilha, dentre muitos outros.
Na vida corrida de hoje, está ficando cada dia mais raro ver nos lares brasileiros, durante a semana, jantares compostos de arroz, feijão, bife e salada, ou seja, o prato básico do cardápio brasileiro. A correria não mais permite que tenhamos esse cardápio completo diariamente.
Ok, ainda existem famílias que possuem donas de casa à frente dessa missão, mas os lares mais modernos ou menos convencionais, não mais são assim.

Tomando como exemplo este lar que me abriga, jantamos muito pouco. Tem dias que chegamos tarde e não há corpo que aguenta; tem dias em que temos coisas importantes para fazer e elaborar um jantar demanda tempo, criatividade e disposição, nem sempre disponíveis nos dois corpos que habitam este universo. E claro, estamos falando de uma casa sem crianças, ainda!
E nessa vibe os jantares acabam sendo saladas, saladas e mais saladas; um grelhado aqui e outro acolá; uma torrada aqui e outra ali...

Resolvi então fazer uma semana com grãos rápidos e nutritivos: cevadinha, quinoa e cuscuz marroquino.
Além de serem saborosos, são menos comuns e eu diria, um pouco mais elegantes. Lembrando que feijões, lentilhas e grão de bico não entram aqui porque minha outra parte não come nada disso.

Aproveitei o domingo de folga e cozinhei tudo. Separei os grãos e deixei na geladeira prontinhos para refogar.

Vamos ao primeiro jantar?

Para iniciar a semana, optamos por fazer cevadinha com atum.

Cozinhei a cevadinha com sal, escorri e reservei.
Refoguei milho cozido e cenoura com cebola e alho, esperando a cenoura ficar molinha (não pré-cozinhei, apenas cortei em cubos bem pequenininhos).
Quando estava tudo meio molinho, coloquei a cevadinha, envolvi nos temperos e acrescentei o atum sólido em pedaços grandes.
Misturei pouco, mas tampei a panela para deixar tudo bem quentinho.
Servi com uma pequena salada sem folhas: mini tomates orgânicos, palmito e mussarela de búfala.


A cevadinha é um grão muito consumido por veganos e vegetarianos.Geralmente substitui o arroz e é um pouco duro para cozinhar.
Gosto muito da textura e do sabor.

Experimente fazer com outras carnes, com outros legumes e até mesmo sem nada, apenas substituindo o arroz. Você vai gostar!

Mercado Municipal de Pinheiros - limpo, charmoso, mas pouco visitado!


Da Série dos Mercados Municipais de São Paulo, o Mercado de Pinheiros é um velho conhecido para mim.
Trabalhei bem pertinho e passava praticamente todos os dias em frente.
Durante a semana muita gente almoça lá e tem um pastel de feira que faz fila (sempre dava uma olhadinha, mas ficava sem coragem de entrar).

O prédio tem um design moderno, mesmo tendo sido reinaugurado em 1971 (o original da região foi fundado em 1910).
De todos os que costumamos visitar, esse parece ser o mais asséptico! A disposição dos produtos (tipo empório, charutaria, frutas, frios, etc) é muito coerente e achamos umas coisinhas bem bacanas pra comprar, com destaque absoluto para as amêndoas defumadas.

Era um sábado e era feriado. As ruas estavam vazias e o mercado também.
Acho que por isso estava quase sem ninguém. 
O Mercado de Pinheiros tem o essencial de comidas e bebidas. Não é aquela festa do Mercado da Lapa ou do Mercadão, mas atende perfeitamente os moradores da região e visitantes.



Compramos além das amêndoas defumadas, amêndoas laminadas para fazer uma receita campeã e uns amendoins aromatizados (futebol + amendoim = maridão feliz)

O Mercado tem dois pavimentos e os açougues ficam em cima. Bacanão!

Alheiras, sou fãzoca!

Azeitonas pretas para aquelas receitinhas mais top!

Essas porções foram feitas para o apzito, gente!!!

Tripas secas. Essa foto vai especialmente para Dadá, pra lá de amiga do coração
Ah, sabem as amêndoas defumadas? Já acabaram. Temos que voltar urgentemente para buscar mais!

O Mercado de Pinheiros fica na Rua Pedro Cristi, nº 89 | Largo da batataSão Paulo - Pinheiros.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sampaio Corrêa: paixão e turismo


Tudo começou quando certa vez no ônibus Popular Ipase, vindo da Praça Deodoro para a Cohab, tive o prazer de sentar ao lado de um senhorzinho que escutava sem parar o hino do Sampaio num radinho de pilhas colado ao pé do ouvido.
Nessa época, São Luís tinha vida futebolística própria e conversávamos sobre os times do nosso estado e estados vizinhos. Expressinho, Tupã, Ferroviária, MAC, Moto e Sampaio eram times que permeavam meu imaginário. Os clássicos tanto aconteciam no Castelão quanto no Nhozinho Santos.
Os homens da minha casa torciam pelo Moto Clube, mas eu sempre gostei do hino do Sampaio, desde aquele senhorzinho...

Um tempo depois, conheci o Sr. Agostinho dos Reis, um dos autores do famoso hino e embora não fosse muito próxima a ele, foi a primeira pessoa importante que eu conheci de perto. Com esse currículo, eu o considerava uma pessoa de destaque na cidade, afinal, escrever hinos de times não é para qualquer um, ou pelo menos naquela época, eu pensava que não era.
Fui gostando do Sampaio Corrêa embasada nas conversas dos mais velhos, na movimentação das ruas, por essa simpatia que tive pelo Seu Agostinho e pelo colorido das cores da camisa tricolor, que cá pra nós, combina muito com o clima festivo de São Luís.

Como num piscar de olhos, o futebol do Maranhão adoeceu. Os times foram sendo esquecidos pelos investidores e consequentemente pelos seus torcedores, como num paradoxo cruel e frio.
A Globo já se intrometia em nossas casas há muito tempo e transmitia novelas, cenas da vida cotidiana de cidades grandes e como detentora das transmissões do futebol há décadas, introduziu também os jogos de futebol dos times do eixo Rio-São Paulo, com destaque para os times cariocas. E assim, os maranhenses foram crescendo e se tornando torcedores fanáticos por times que não eram do Maranhão. Eis uma das explicações possíveis pela razão de existirem tantos maranhenses torcedores de times cariocas ou paulistas, fato que sempre contestei e esbravejei.

Nas minhas turmas do Curso de Turismo (sim, fui muitos anos professora do Curso de Turismo em São Luís), era muito contestada quando falava do futebol maranhense. Como assim uma mulher falando de futebol? Mas até que ao final de toda minha jornada de aulas, consegui alguns seguidores e simpatizantes, não como uma conhecedora técnica de futebol, que não sou, mas como defensora da nossa cultura e obviamente do que é nosso!

No dia exato que conheci o meu atual marido e falei que era do Maranhão, ele logo perguntou se eu torcia pelo Sampaio Corrêa e falou do Juca Baleia, goleiro maranhense famoso por seus quilinhos a mais, que entrou na vida do Maridão num épico jogo em 1992 da Copa do Brasil em que o Sampaio jogou contra o Palmeiras. Desse dia até o primeiro presente que providenciei, foi rápido: uma camisa do Sampaio comprada na Magalhães de Almeida, é claro!

E assim como o futebol de São Luís sumiu, o Sampaio Corrêa de repente renasceu como uma fênix, embora eu só esteja acompanhando pelas redes sociais, afinal moro em São Paulo há três anos e meio.
Mais do que de repente, quase todas as pessoas da minha timeline são Bolivianas! Comecei a ver amigas que nunca se interessaram por futebol irem ao Castelão prestigiar um time nosso. Acompanhei amigos que viraram torcedores fanáticos de um dia para o outro. Vi torcendo juntos flamenguistas, vascaínos, corintianos, palmeirenses e pasmem, até alguns motenses viraram a casaca!

Os investimentos feitos especificamente no Sampaio e não necessariamente em todo o futebol ludovicense, não está em discussão neste texto. Esse é um aspecto com muitas variantes e não tenho informações suficientes para me aprofundar, mas uma coisa eu posso abordar com muito otimismo: o Sampaio se tornou a maior promotor do nome do Maranhão nos últimos meses.
O resgate da autoestima, sempre tão abalada em São Luís, foi conseguido. Vi por muitas vezes o amor a nossa camisa ser exaltado por amigos e grupos de discussão on line. Torcer e defender o que é nosso é algo que o ludovicense não fazia há muito tempo. Não copiar e não exaltar o que vem de fora é um grande ganho para todos nós.
As transmissões pela TV geram renda, público, audiência e consequentemente mais promoção. Na série C, a coisa tem melhorado consideravelmente e as transmissões para todo o Brasil levaram o nome do Maranhão e de São Luís de forma muito positiva aos quatro cantos do país. Dava gosto ouvir os narradores falando da história de São Luís e das cidades que ficam nos arredores da capital do estado. Isso não tem preço!
A cadeia associada ao turismo também ganhou novo fôlego com tamanha euforia. O ganho é tanto para o vendedor de água na porta do estádio quanto para a cadeia hoteleira da cidade que recebe torcedores e visitantes para os jogos. Não é esse o princípio da Copa do Mundo? Não é por isso que países gastam milhões na disputa para sediarem os famosos jogos?

Fico muito feliz em ver o entusiasmo de grande parte da população maranhense. Falei com amigos e pelo que pude captar, a cidade está em festa e parece final de Copa do mundo com o Brasil disputando a taça. Falemos a verdade: nem nas comemorações dos 400 anos se São Luís se viu nada parecido! Quando São Luís ou o Maranhão são temas de sambas de enredo na Marquês de Sapucaí, quantos ludovicenses se juntam para torcer? Qual o alcance do nome da nossa cidade pelo Brasil a fora?
Promoção turística como nunca se viu, onde todos os maranhenses ganham! Parabéns Bolívia querida e que essa nova fase se mantenha por muito tempo no coração de todos os maranhenses e com a mesma empolgação. Talvez agora o futebol maranhense volte a ter o brilho de outrora e eu não fique mais no romantismo de antigamente.

Apitos finais:
Agora, escrevendo esse texto, o Sampaio Correa acabou de garantir seu acesso à Serie B do Campeonato Brasileiro (Chupa Moto!!!) e embora eu ainda não o considere na elite do futebol, como alguns andam falando, admito ser um patamar que eu nunca pude presenciar.

O Maridão já tem três camisas do Sampaio. Em nossa última visita à São Luís, compramos mais uma para um amigo paulistano colecionador de camisas de futebol, que ainda vai assistir alguns joguinhos conosco na torcida boliviana, é óbvio!

UP DATE:
O amigo paulistano colecionador de camisas de futebol é esse aqui embaixo: Rapha, amigo querido, corintiano, que sabe tudo de tudo de futebol, natação, basquete, atletismo, vôlei, etc...


domingo, 3 de novembro de 2013

Aparecida, do tamanho da sua fé!


Aparecida, em São Paulo, é um dos maiores centros de fé católica do Brasil.
O que te move até lá é muito pessoal. Cada uma das pessoas que por lá encontramos, tinha uma história, uma superação ou um agradecimento a Deus e a Nossa Senhora Aparecida, sobre uma graça alcançada.
O município é simples. Não tem grande estrutura e o grande destaque é sem dúvida a enorme quantidade de gente que passa por lá diariamente.

Fomos num domingo que é um dia típico para esse tipo de passeio, logo a cidade estava fervendo de gente e fervendo também e principalmente, pela temperatura que passava dos 30º. Verdade verdadeira, a cidade estava sufocante.
Andávamos de um lado para o outro e o calor nos tirava um pouco do rumo. Não tinha água que fizesse a sede passar, tampouco hidratar.

A Basílica é gigante e linda e mesmo assim não consegue acomodar todos que a procuram para estarem mais próximos de Deus e de Nossa Senhora Aparecida.
A arquitetura é digna de elogios e tem uma nave central dividida em 4 eixos que culminam com um altar central e circular, onde ficam o padre, arcebispo e assistentes.
Os bancos típicos de igreja coexistem com pessoas sentadas no chão em todos os ambientes. Os romeiros estão em toda Aparecida vindos de todos os lugares e contam com um centro de acolhimento com banheiros, fraldário, um espaço de oração e opções de entretenimento.

O ponto alto da visita a Aparecida, além da visita à Basílica nova, é a visita à antiga igreja e para isso é necessário atravessar uma passarela. 
A passarela tem 392 metros e os fieis a utilizam como pagamento de promessas. 
Enquanto atravessávamos, vimos uma senhora de joelhos descendo e um rapaz finalizando sua subida, também de joelhos.
Ver essas expressões de fé mexeu com o meu coração. Muito mesmo.






O centro de apoio ao romeiro fica sempre lotado. De lá também saem ônibus para cidades próximas 

Vista lateral externa da Basílica

Basílica vista da passarela


Dentro da Basílica. Aquela imagem dourada no centro é a imagem original de Nossa Senhora Aparecida.
Pequenininha no tamanho e grande em seu poder

Vista interna da Basílica

O tamanho de tudo assusta um pouco, mas aos poucos você vai vendo sinais de organização.
Em todos os espaços existem centrais para marcação de missas, batizados, informações turísticas, informações sobre a programação da igreja, dentre outros.

Velário

Por todos os lados você encontra souvernirs religiosos. Alguns bem bacanões, outros nem tanto


A imagem de Nossa Senhora Aparecida, é claro, é a imagem mais procurada. Existe desde aquele pititica até as de 1,5 metro. São bem caras e o preço é definido pelo luxo (ou não) do manto
Essa imagem fica no morro que circunda a cidade. Anuncia de longe que ali é Aparecida

De todos os detalhes que vi, essa frase me fez rir e repetir com o maridão diversas vezes. Compramos várias. A garrafinha imita o desenho da imagem da santa
Eis a imagem que todos vão cultuar.
Para vê-la, fica-se numa fila organizada por separadores de fluxo até passar na frente dela. Em alguns segundos você agradece e pede proteção.

Seu Italo e D. Ana, companheiros nessas empreitadas...

Antiga igreja de Aparecida. Também tem imagem, bastante gente e tem fila

Antiga Basílica por dentro. Gosto bem de igrejas tradicionais!

Geral da cidade e da Basílica.

De acordo com o Instituto Genovesi de Pesquisa (Maridão e Seu Italo), tinham pelo menos 500 ônibus com romeiros em Aparecida.

A fé da gente não tem tamanho e não tem medida. É ela que nos move e foi ela que nos moveu até lá.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sexta Haloween - de bruxa a black blocs!

Mesas de gostosuras. A bruxa foi o sucesso do tema!

Ok. Mesmo não concordando com essa comemoração no Brasil, me rendi em partes, à festa do Haloween.
Ainda não consegui realizar um sonho que é homenagear o Saci-pererê, mas não desisto não. Ainda consigo!

A nossa sexta temática foi com o tema do Dia das Bruxas e é claro que ficou tudo muito divertido.
Já podemos dizer que temos uma cervo relativamente bom de festas e de objetos de decoração.
A maioria dos apetrechos são meus e da Carol, que coincidentemente, também somos as duas que mais agitamos os happy days por aqui.

A galera comprou a ideia e todo mundo ajudou em tudo e quase todo mundo participou e se divertiu com a sala sinistra que criamos.
Foi um café da manhã mais modesto, considerando a avaliação que fizemos do quanto sobrou de comida nos outros, mas mesmo assim, tomamos cafés dignos de reis e rainhas ... macabras!


Esses copinhos de gelatina coloridos com olhinhos foram a minha paixão da vez. Ratos e dentaduras de goma, clássicos da data.

A barata é cenográfica sim, mas os sanduicinhos, o ponche (sem álcool), os sucos coloridos e o sagu de morando são de verdade!

Ah sim, eles não podem faltar!

Os fantasminhas e os caixõezinhos para decorar os sanduíches foram ideia da Carol. A abóbora é acervo do apzito.

Hora das travessuras!






Black blocs do bem!


Meninos, valeu demais!