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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Cação ao molho de camarão - raspamos o prato!

Definitivamente fazer comida pra dois não é fácil. A quantidade de comida às vezes nos engana. Ou é tempero demais, ou é de menos. Quase sempre calculamos errado por aqui. As massas então, são um terror. Dizem os entendidos e os trocentos livros que tenho aqui, que sem contar o molho e recheios (em caso de massas recheadas - ai, adoro!), entre 80 e 100 gramas por pessoa é o ideal, fazendo uma média entre aquele que come "normal", o que come por três e aquela que come pouco. Resumindo que a gente aqui faz errado porque está sempre cozinhando com fome e acha que vai comer muito, mas quando está tudo na mesa, já não rola a fome toda, uma coisa! Parei pra ver o freezer esses dias e o que tem de sobra de comida não é brincadeira!
Final de semana passada, ao contrário do que acontece aqui, não sobrou nada do almoço! Fizemos peixe ao molho de camarão e foi uma alegria só!
Já tínhamos comprado um cação há umas duas semanas, porque o maridão gosta. Eu não era tão fã. Lá pela minha t…

Hoje em Sã Paulo...

Ela, a ressaca.

- Nossa! fazia tempo que eu não te encontrava...
- Pois é, estava sentindo falta. - Eu não. Não estava sentindo falta nenhuma, desculpa a  franqueza. Adoro os momentos que antecedem sua chegada, mas quando você chega, fico um lixo! - Nossa, assim você me ofende! - É a mais pura verdade. Não dá pra negar isso, olhando pra essa minha cara no espelho. Olha que horror? - Você mesmo vive falando que a vida é feita de momentos. E o que dizer de vocês dois dançando no quarto de madrugada com a música dos Stones altíssima? E o papo atualizado com sua amiga? - Ah não vem não. Isso é golpe baixo! - Nada disso. Só estou te rememorando o que aconteceu no auge da alegria. - Eu sei... mas daria para ter tudo isso sem ter que te encontrar depois. - Ah meu bem, mas aí é que está a questão. Eu vou aparecer sempre. Não admito não participar desses momentos. Sou assim. - Você é uma cretina, uma egoísta, uma intrometida, isso sim. -  Rarara (e soltou um sorriso meio Clodovil) - Hunf! Torci a boca com um …

Aniversários de criança

Nasci no dia 1º de janeiro, uma data festiva por natureza! Tirando o fato de ter feito minha mãezinha ficar com dor em pleno Réveillon, nos anos seguintes meus aniversários foram só alegria. Meia noite e um minuto do Réveillon já é meu aniversário e começo a comemorar junto com os fogos da virada do ano. Estouro champanhe, espumante, cidra, cerveja (a bebida que tiver na ocasião) e saio abraçando todo mundo desejando um ano frutífero e recebendo as energias que todos desejam nessa época. Se pensarmos somente na festa, a data não poderia ser mais emblemática.  O mundo inteiro está comemorando a virada do ano e recebemos uma carga extra de energia para podermos seguir por mais uma etapa. É um período muito especial para todos nós. Aí você deve estar pensando “Que lindo!”, “Que maravilha!” e eu falo para você: não, não é assim tão lindo. Há um detalhe superimportante nisso tudo: eu nunca tive um aniversário de criança na vida! Você pensa que é fácil? Que tudo são flores? Não! Não sei co…

Comidinhas nordestinas: casadinhos, disquinhos de queijo e castanhas.

Ganhei esses belisquetes nordestinos há um tempo. São de Aracaju.
É claro que não existem mais no apzito, já comemos tudinho, mas que delícia gente!

Bem, os casadinhos eu já iria adorar só por serem casadinhos, porque confesso, nutro uma paixão exacerbada por eles. De qualquer tipo, com qualquer recheio e de qualquer padaria. Não excluo ninguém e não tenho preconceitos.
Esses aqui são mais durinhos e menos quebradiços. O recheio de goiabada tem um sabor super bom: nem doce nem azedo.

Já esses disquinhos de queijo não tenho palavras para descrever.
São discos muito finos de uma massa assada que leva queijo coalho. Tesão puro, para quem gosta dessa iguaria.
Não sabia que existiam nesse Nordestão de meu Deus. Foi uma ótima descoberta. Com uma cervejinha, ôpa!


As castanhas de caju dispensam apresentações.
Crocantes, revigorantes, relaxantes... Delícia pura!

Soube que hoje é o Dia do Nordestino.
Tarra mesmo faltando um dia pra nóis, ó!
Salve, salve!

Café da manhã temático: infância, mas nem tanto...

Bom, todo mês temos um café da manhã temático por aqui. É o dia pra comer até rachar o "bucho"!

Mês de outubro, nosso tema foi infância. Cada um trouxe seu bichinho de pelúcia, ou bonequinha ou carrinho, enfim, aquele brinquedinho do coração (ou não!), assim como rolou a velha vaquinha de sempre.
Além dos brinquedinhos, fizemos um mural de fotos super divertido. Uns com fotos originais, outros com fotos montadas, e claro, isso tudo uma obra do super Vitor e da super Filomena!












Trouxe Eustáquio, meu galo de tecido, rei absoluto dos bichos do apzito! Aqui ele conheceu Maria Pintadinha (a Galinha Pintadinha da Maria Olívia, filha do Vitor - detalhe, pus o nome nela aqui e a Maria Olívia nem sabe!). Como eram quase os únicos galináceos da festa, se entrosaram super bem...




Expoflora e as comidas holandesas

Em toda a Expoflora, há inúmeros espaços para alimentação. São recantos, quiosques, restaurantes, confeitarias e praças de alimentação. Existe até um número grande de ofertas de comidas "nacionais", mas o bom mesmo numa situação dessa é experimentar coisas que não costumamos comer no dia a dia.
Salsichão holandês, por exemplo! Para todo lado que eu virava, tinha alguém com um salsichão desses. Tinham vários quiosques só para as famosas salsichas.
Cada salsicha vinha com um mini pãozinho francês.
É na verdade uma linguiça assada na chapa. Cada um de nós comeu uma com direito a mostarda escura também. Gostei bem.

No almoço, na dúvida entre churrascaria e comida holandesa, optamos pela segunda, mesmo sabendo que quase tudo é de porco (maridão não come carne suína e quase nenhum dos seus derivados, embora eu, a sogra e o sogro gostemos bastante).
Pedimos duas panekooken e costela de porco com molho barbecue e batatas fritas.
Comemos as panekooken sem saber do que eram feitas. E…