quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pipocas em versões cheia de bossa!


Para um simples saco de pipoca decorar de forma bem bacana sua mesa é muito simples!
Após fazer uma pipoca bem gostosinha, ela está pronta para encher de gostosura qualquer ambiente.
Para uma festa com decoração mais rústica, vale comprar uns saquinhos de pão (em qualquer loja de embalagem), dobrar ou enrolar grosseiramente o saquinho e decorar do jeito que sua imaginação permitir. Os com lacinhos xadrez, é claro, foram para uma festinha junina. Não ficaram lindos?



Pipocas em cones são um verdadeiro clássico! Esses rosinhas são uma lindeza! Daqui.


De uns tempos pra cá, também está na moda potinhos de pipoca personalizados e de plástico, imitando o jeito peculiar americano de acondicionar essa delícia.
Os potinhos são geralmente grandes, obedecendo também o tamanho da gula americana! 
Demorei a comprar uns pro apzito, porque só achava os potinhos, além de grandes, com o nome "popcorn". Dá licença d'eu querer um acessório em português? Maridão achou na Multicoisas e zás, trouxe pra casa!
Esse de poá, deixou meu coração balançado... Para uma recepção com tema cinema, ham? Daqui!


Nos recusamos a comprar potes de pipoca em inglês!




Para tudo! Pipoca na taça é o chique do chique da frescura, né? 
Achei charmosão! Daqui.

sábado, 24 de agosto de 2013

Chuva de escama de peixe

Era por volta do meio-dia e o sol estava generoso em nossas moleiras.
Atravessamos o Centro Histórico a pé, aproveitando a visão dos prédios e das pessoas em direção à Casa das Tulhas, nosso ponto de encontro mais que especial.
Avistamos de longe que a mesa já estava reservada com dois amigos que já tinham iniciado a festa comendo uma porção de “assado de panela” na Barraca da Maria*.
Sentamos e brindamos a primeira cerveja. Gelada, desceu rápida e gostosa, incrementada, talvez, pelo calor avassalador de São Luís.
Bastaram algumas ligações para que outros amigos fossem chegando e aumentando a mesa progressivamente. A felicidade não tinha mais lugar naquele dia.  Os assuntos não tinham fim, as gargalhadas eram fáceis e a cada nova cerveja, mais animados e risonhos ficávamos.
A feira da Praia Grande tem mesmo esse poder de envolver as pessoas num clima de êxtase. O ambiente é muito simples, beirando a desorganização, é verdade. Não tem atmosfera chique e não tem instalações turísticas primorosas, mas carrega consigo uma aura ao mesmo tempo interiorana e de agitação.
Junto das mesas espalhadas pela feira, é possível encontrar galinhas, perus, capotes, plantas, postes e umas pedras em forma de bancadas para escamar peixes, afinal, antes de ser um ponto de encontro, é uma feira, com sua dinâmica muito peculiar.
Nesse dia de alegria, ficamos na feira noite adentro. O mundo foi girando e vários outros amigos passando, encostando, bebendo, contando piadas, cantarolando músicas do vasto repertório romântico ao fundo (composições de Odair José, Roberto Carlos, Zezo, etc), à medida que porções de petiscos tipicamente maranhenses iram forrando nossos estômagos.
Maria, dona da barraca, saiu num determinado momento com uma bacia de peixes frescos lindos. Ela precisava tratá-los para deixar tudo pronto para os fregueses do dia seguinte.
Com a maior naturalidade do mundo, assentou sua bacia de pescadas, peixes-pedras e peixes serras e começou a tratá-los bem ao nosso lado, ou seja, lavou-os, escamou-os e abriu para a limpeza das tripas e tudo isso, ali ao lado da nossa mesa animada e alegre.  A essa altura, não levávamos mais nada a sério, embora o cheiro do peixe tenha incomodado um pouco.
Maria cantarolou algumas canções populares, nos fofocou alguma coisa da época, participou da conversa e terminou seu serviço em público, lavando todos os peixes novamente no meio da feira e promovendo, de quando em vez, uma chuva brilhante de escamas pela feira.
Já era noite e saímos de lá inebriados. O maridão, na época namorado, divertiu-se como nunca e guarda em sua memória até hoje os ótimos momentos daquele dia. Promete que faremos outra dessa nas próximas férias.
Na manhã seguinte, após vermos as fotos na máquina fotográfica - nossa memória recente em imagens - para relembrarmos os acontecimentos, percebi que usava algo parecido com um bindi, aquele adereço que as indianas usam no centro da testa. Grande não foi a minha surpresa quando ao me olhar no espelho, vi uma escama de peixe seca, grudada bem no meio da minha testa!

Dedico a Eduardo Padilha (in memorian), Dadá, José Augusto, Igor Abrantes, Fábio Silva e Italo Genovesi.


*Maria é nome fictício.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Merengue de morango. Para quem quer arrasar e não tem tempo!

Nem costumo postar receitas de doces ao longo da semana, mas esses dias de muito trabalho, nos deixam assim, cheias de vontade, com desejos incontroláveis de comer guloseimas e pensei: vai que tem mais gente assim, na mesma situação, né? Rá!

Publiquei no Instagram essa foto há um tempinho e rendeu bons comentários. 
[o que, você não me segue ainda? Segue aí, vai!@ocioviagensegastronomia]

É uma receita deliciosa e super simples: morangos picados, suspiros esfarelados e chantily em camadas. Não é prático?
As cores e a combinação de sabores são perfeitas para aqueles dias de preguiça, mas que ainda assim, você quer arrasar na sobremesa!
É óbvio que isso não saiu dessa cabecinha aqui e sim, da Andréa, cunhada famosa por seus dotes culinários.
As camadas podem ser ao seu gosto e também quantas quiser, apenas um detalhe que a Andréa chamou a atenção: tem que montar e comer, porque se deixar muito tempo, o morango solta água e o suspiro fica mole e vamos combinar que o legal mesmo é o mix dessas texturas e sabores.

Então de uma próxima vez que for receber os amiguinhos por aí e tiver sem tempo (e quiser abalar a recepção), compra uns morangos frescos bem gostosos e vermelhos, um saquinho de suspiro desses de supermercado/padoca/mercadinho e bate um creme de leite fresco até virar um chantily brilhante e saboroso.
Sucessão mega garantido!

domingo, 18 de agosto de 2013

Brusquettas: como entradas ou como aperitivo elas vão bem!



Poucas entradas são tão versáteis quanto Brusquettas.
São muito simples de fazer e garantem a satisfação completa, quando feitas com bons ingredientes e assadas no ponto certo.
Aqui no apzito elas são garantia de alegria do casal, sempre que estamos com preguiça de fazer algo mais elaborado, mas ainda assim, queremos comer uma coisa saborosa.

O segredo das brusquettas é o pão. Se o pão não for de qualidade elas perdem muito, já que não ficam consistentes e podem rapidamente se transformar em simples torradas.

O pão italiano é o mais indicado, mas o semi italiano também funciona.
Originalmente as brusquettas levam uma base de alho, mas por aqui costumo fazer sem, visando é claro, não precisar me preocupar com o bafinho característico da digestão.

Dá pra fazer brusquettas do que você quiser: calabresa, peperoni, queijo, peito de peru, presunto parma, dentre outros. Vale o que sua imaginação e sua despensa permitirem, rá!

Fizemos aqui de tomate e queijo prato e de escarola e queijo branco.
Ambas ficaram deliciosas!

Vamos à receita:


Comecemos pela base das brusquettas.
Usamos pão italiano fresquinho da Padaria São Domingos, uma das primeiras padocas tradicionais que o maridão me apresentou. O pão é uma delícia e desde 1913 faz a alegria do povo dessa cidade.
Cortamos em fatias finas, mas firmes. É só regar com azeite (de preferência um azeite bom!) e temperar com uma pimentinha, mas de leve.




Após a base montada, cortamos fatias finas de tomate (que pode ser de qualquer tipo), temperamos com azeitonas e cobrimos com queijo prato e um "tiquinho" de orégano (cof cof cof - digo, o maridão!).


Para as brusquettas de escarola ("top ten" do apzito) foi preciso um pouco mais de tempo, já que refogamos antes de tudo.
Cortamos em tirinhas finas, lavamos várias vezes para tirar um pouco o amargor e refogamos com alho, cebola e sal.
Ralamos o queijo minas (grosso) e cobrimos as brusquettas antes de assar.

Pré aquecemos o forno a 180 graus por 10 minutos e assamos as brusquettas por 20 minutinhos.



O ideal é que fiquem crocantes, quase torradinhas, mas moles e macias no meio.
Devem ser servidas quentinhas para aproveitar a elasticidade dos queijos e o sabor fresco dos ingredientes.

Como entrada ou mesmo como petisco para acompanhar uma cervejinha, elas são um sucesso!

Experimente!



sábado, 17 de agosto de 2013

Rota a pé pela Mooca - destaque no guia da Folha.


O guia da Folha dessa semana indica 6 Rotas paulistanas bacanas pra fazer a pé.
Vila Madalena, Jardim Europa, Avenida Paulista, Perdizes, Centro e claro, a Mooca, formam roteiros divertidos, gastronômicos e culturais na cidade de São Paulo.
O roteiro da Mooca é uma graça. Fazemos sempre e os ociosos sempre leem por aqui.
A rota inicia pelo Estádio Conde Rodolfo Crespi, o estádio do Juventus, um dos últimos estádios românticos do país, depois dá uma parada na Esfiha Juventus, point de 10, entre cada 10 moquenses desta República, dá uma passada da Camiseteria di Mooca, loja simpática onde compramos nossas camisetas do Juva e termina na Di Cunto, tradicional rotisseria moquense que está aberta desde 1935, onde ainda hoje faz o panetone mais saboroso do mundo, dentre massas, pratos, salgados e doces deliciosos.

A República Federativa da Mooca não deixa barato e sempre se destaca como um bairro tradicional e cheio de unicidades.
Acho o maior barato!


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Jogo no Pacaembu - divertido, mas sem radinho de pilhas!


"Não basta ser mulher, tem que participar".
Fui conhecer o Pacaembu com a família paulistana no último sábado. Há tempos o maridão queria me levar, mas nunca dava certo. Dessa vez o universo se alinhou conosco e fez a nossa ida ao famoso estádio, um dia perfeito!
Estava lotado, mas ainda assim, um jogo tranquilo, embora tenha sido tenso, como quase todos os jogos do Palmeiras, time pelo qual a maioria da família daqui torce.

Tive a certeza após essa experiência, que gosto muito de estádios de futebol e quase tudo que neles tem e que os transformam num programa único: os xingamentos, as comidinhas, os bordões dos vendedores, os isopores de cerveja ao redor do estádio e o show dos jogadores, mesmo quando nem sempre são os do time que estou torcendo (nesse caso foi, já que o Palmeiras ganhou. Dá-le porco!).

Fiquei feliz em ver velhinhos, velhinhas, crianças e muitas famílias.
A minha única tristeza foi não ter visto ninguém ouvindo o jogo num radinho de pilhas enquanto assistia ao vivo e à cores :(
Acho que perdi o trem da história nesse quesito! Quando comecei a frequentar estádios, o futebol-folclore-paixão popular já não mais existia em sua plenitude. O padrão FIFA chegou e levou tudo...
Os torcedores estão cada vez mais jovens, mais modernos, mais "tecnologizados", as mulheres estão cada vez mais presentes nos estádios tornando-os ambientes menos hostis, sem contar que os preços não tem nada de populares. O padrão FIFA chegou e mudou tudo...

Aquela cena muito comum do senhorzinho de boné com o radinho colado na orelha virou peça de museu e não só do Museu do Futebol.


Todos palmeirenses (desculpa Carlinha!)

A Mancha fazendo seu papel

Na hora do gol não tem como a foto ficar boa, né?

Bandeirão fazendo sucesso!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mercado Municipal Kinjo Yamato - bem em frente ao Mercadão, mas escondidinho.

Continuando as andanças para desvendar essa cidade sem fim, fomos em mais um mercado municipal de São Paulo.
Dessa vez fomos a um mercado muito simples e sem grandes movimentos: o Mercado Kinjo Yamato, localizado quase em frente ao Mercadão, que por motivos óbvios, ofusca o Kinjo.

Numa comparação cretina e preconceituosa, mas muito didática, eu diria que o Mercadão é o primo rico e o Kinjo é o primo pobre, tal qual o famoso quadro do extinto programa Balança mas não cai.

O Kinjo Yamato serviu de suporte para feirantes e moradores, por ocasião da reforma do Mercadão em 2004. O espaço tem uma cobertura linda, tombada pelo patrimônio histórico. Pelas informações do site da Prefeitura, a cobertura foi trazida da Escócia para uma estação de trem, mas acabou ficando no mercado.

Imagino que esse seja o mercado de suporte para os moradores das redondezas, já que disputar o espaço com turistas no Mercadão para comprar 1 kg de tomate seja muito estafante, sem contar que os preços não são nada convidativos. No dia que fomos, o movimento estava muito fraco. Já era horário de almoço e dividimos nossa mesinha de cerveja com vários policiais batendo seus "pratos feitos".

Vimos banquinhas de legumes, frutas, verduras e restaurantes modestos que atendem os feirantes com pratos do dia, lanches e encomendas.
Rua do mercado, com destaque para a cobertura tombada pelo Patrimônio Histórico.

Menininha brinca em rua do mercado quase sem compradores

O mercado tem banquinhas muito simples, mas atendem perfeitamente às necessidades básicas dos moradores da região.

Rola um charuto aí?

As pimentas como sempre, dando um colorido e um tchan à vida!

Jiló. 9 em cada 10 pessoas não gosta dele. Tadinho...

Banquinhas com pimentas, mel, infusões, tinturas e cachaças.

E como não poderia faltar, banquinhas com grãos, temperos e diversos insumos, que fazem dessa cidade a capital mundial da gastronomia!
Alguém deve tá perguntando: Vale a pena visitar?
Claro que vale! Tem cervejinha, lanchinho e de quebra dá para comprar algumas frutinhas mais baratas pra levar pra casa.

Serviço:
O Mercado Kinjo Yamato fica na Rua da Cantareira, 216, Centro.
Telefone: (11) 3313-3365

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

3 anos

Há exatos três anos cheguei aqui.
Tava um frio danado e no apzito só tinha nossa cama, uma tv, uma cadeira de praia da cunhada e a cozinha, com acessórios básicos.
Como hoje, estava muito feliz.
Diferente de hoje, estava muito fragilizada.
Como hoje, tinha muitos sonhos.
Diferente de hoje, que tenho sonhos mais modestos.
Como hoje, estava com saudade de casa.
Como hoje, estava apaixonada.
Pela vida.
Pela diversão.
Pela família.
Pelo maridão.
Por mim.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Passeio em Campos do Jordão: delícia de glamour!


Puro glamour, é o que define Campos do Jordão.
A cidade é pequena, meio escondida entre as serras e montanhas, mas tem uma aura phyna, se é que você me entende...
A arquitetura faz toda a diferença e às vezes você fica com vontade de fotografar toda e qualquer casinha, mesmo não usando para nada aquela foto depois :(

Muitos ícones fazem sucesso em Campos, mas talvez nenhum cause tanto frisson quanto o chocolate.
São realmente muito saborosos, com destaque para o Chocolate Montanhês, que tem uma baita loja no centro da principal praça da cidade. Visitamos algumas chocolaterias, mas nenhuma tão cara quanto.
Drágeas de chocolate com castanhas do Brasil, por exemplo, custam R$ 228,00 o quilo, e que óbvio, ficaram lá.
Comprei alguns chocolates, é claro, mas em nanoporções, dados os maxi preços!

A alta estação de Campos é sem dúvida o mês de julho, pois coincidem as férias escolares e o frio, que é o charme da cidade.
Fomos agora no finalzinho da alta estação, mas ainda assim a cidade estava cheia, com casacos e botas desfilando para todos os lados.

Existem muitos passeios urbanos em Campos do Jordão. Os mais famosos são o passeio de trenzinho e o de teleférico, que são passeios básicos, baratos e rápidos. Mesmo assim, são ótimos para ter uma ideia da cidade, seus meandros e histórias pitorescas.
O teleférico, o passeio mais badalado de todos é uma delícia! Por R$ 11,00 você atravessa a cidade e sobe o morro a bordo de uma cadeirinha quase frágil e lenta, mas o friozinho na barriga vale muito as gargalhadas e a história que rende depois.

Além dos passeios urbanos, há trekkings, arvorismo, trilhas e cachoeiras, mas são opções para finais de semana ou mais de dois dias.
Como fomos passar o dia, além dos dois passeios, o barato é zanzar pelas ruas sempre movimentadas e sentar em um dos barzinhos estilosos para comer coisinhas gourmet e beber a famosa Baden Baden, micro cervejaria famosa de Campos.

É um passeio que vale muito a pena. Tudo que tem lá é um encanto e dá muita vontade de voltar logo assim que você sai, exceto pelos preços altíssimos.

Saí de lá meio tonta pelo excesso de curvas da estrada e também confusa com a seguinte reflexão: a cidade realmente faz jus à fama de chique, mas ter preços altíssimos, em tempos atuais, não significa necessariamente a mesma coisa...

Shopping Aspen Mall, uma graça.

A cidade do alto do teleférico

O outro lado da cidade, vista do alto do morro

Casinha fofa

Araucária linda

Uma das principais ruas de Campos
Movimento na rua em frente à Baden Baden

Casinhas coloridas


Todo o grupo da "excursão"

Teleférico: chegada no morro

Teleférico: chegadas do Mário, André e Italo parado no meio do nada. É, deu uma pequena pane!

Trenzinho usado nos city tours

Distância de São Paulo: 167 km
Fomos pela Rodovia Airton Sena, com 4 pedágios na ida.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Sexta temática: Dia do Futebol!


Estamos fazendo sextas temáticas a cada mês.
Este mês, como podem ver pelas coloridas fotos, o tema foi FUTEBOL!!!
Cada um veio trabalhar com a camiseta do seu time de coração e claro, com umas comidinhas relativas ao tema escolhido.
O que combina com futebol? Ok, ok, cerveja! Mas em nosso caso, não póóóde! É dia de branco e estamos na reta final do evento, ou seja, estamos trabalhando feito loucos.
A ideia foi fazer um café da manhã para descontrair o início do trabalho e claro, com esse tema, dar uma mexidinha nos egos. Para cada um, seu time é o melhor!
As comidinhas tiveram a cara do futebol: batatinhas, salgadinhos, pururucas, amendoins, pão com mortadela, refris e sucos.
Criamos um cenário diferente das nossas outras decorações. Fizemos uns varais com as camisetas que temos em casa. Tem cada pérola... 
Quantitativamente, o Cotinthians ganhou em número: são 3 e 1/2 corintianas enchendo a paciência dos outros por aqui. Explico: a Marcela, curitibana da gema, é 1/2 Corinthians e 1/2 Atlético Paranaense, daí.
A Carol, a Luciana e a Di, corintianas.
Os meninos, bem, a maioria torce pelo São Paulo, como as fotos mostram bem. Enchem o saco de vez em quando também. A exceção é o Euclides, que é palmeirense e que hoje teve a companhia do Sr. Leonel, palmeirense inveterado.
Da equipe, sobrou a Fil, que estava em espírito e por trás das câmeras e a Cléo, que não é lá muito fã de futebol.
Ah, e tem euzinha, a única do Nordeste, a única que torce para time que ninguém conhece e a única destoando dos uniformes da galera. Sampaiooo!


A mesa, como sempre, linda e deliciosa.

O tema ajuda muito a montar uma mesa divertida e colorida! 

Da esquerda para a direita, de cima para baixo: Marcela, Carol, Di, Vitor, Gil e Euclides.

Da esquerda para a direita, de cima para baixo: Luis, Luciana, Eu e o Euclides e o Sr. Leonel.

Sampaio em várias versões: eu sozinha, eu e a camiseta do Juventus, e eu e outra camisa do tubarão, rá!

As corintianas da ABAV!

Os tricolores do meu dia-a-dia.

Uma parcial do nosso espaço de eventos: para uns, uma vila italiana; para outros, um CDP.
Eu, achei divertido!