quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Corcovado: magnífico, mas estressante!


A última vez que visitei o Cristo Redentor foi há 16 anos.
O Cristo é daquelas obras/atrações turísticas em que você tem a obrigação de conhecer, tendo a oportunidade, é claro!
A visita vale tanto pela representatividade da obra no mundo, como pela importância para o Brasil e para o Rio de Janeiro. É realmente incrível. A suntuosidade do Cristo diante de todos nós é algo para ser admirado.
A vista de cima do morro te deixa alegre e pensativo e é realmente fácil acreditar em Deus vendo toda a natureza que emoldura a cidade ali, bem diante dos nossos olhos, de uma vez só.

Fomos ao Rio de Janeiro no último final de semana, assim como tantos (e muitos) paulistanos e pessoinhas, assim como eu, que moram por aqui! A ponte aérea é uma facilidade e permite viagens rápidas e intensas, como a nossa.
Na verdade, compramos com muita antecedência, o que barateou muito a viagem.
Eu sou muito suspeita pra falar de diversão no Rio. Gosto de quase tudo que tem por lá: gosto do clima, das praias e do samba.  Me divirto sempre com poucas coisas e volto de lá renovada, de corpo e alma.
Aos poucos fui levando o maridão e ele hoje já faz questão de contar detalhes dos nossos points, fala com alegria das nossas peripécias e gosta bem de ir pra lá, mas mesmo com tantas idas e vidas, nunca tinha visitado os pontos turísticos mais famosos, como Corcovado e Pão de Açúcar, assim como o André e a Carlinha, que foram conosco fazer suas estreias em terras fluminenses.


Após uma passada na Confeitaria Colombo pra um café rápido, saímos para visitar o Cristo Redentor.
Um horror! Um loucura, melhor falando.
Assim que chegamos na praça que dá acesso ao Cristo, fomos informados que as vagas para o trenzinho  estavam disponíveis apenas às 17h20, sendo que eram 10h20. Justificativa do pessoal que trabalha no corcovado: chegaram 4 cruzeiros e os guias compraram todos os ticket's.
Você deve estar se perguntando a mesma coisa que todos nós na hora: Como assim? As pessoas que vieram para a cidade com outro meio de transporte não tem o direito de visitar o Corcovado?

Pois bem, sem as devidas respostas e em meio ao tumulto, você acaba não pensando no que é melhor fazer e é empurrado para as vans cadastradas que sobem a Floresta da Tijuca. 
Custa R$ 25,00 a subida e a descida, sem contar a briga que é entrar em uma delas e conviver com o mau humor dos atendentes e trabalhadores de turismo carioca.

À partir da vans, foram 4 horas de filas, calor e agonia, até enfim se ter a vista mais linda de todas...

A fila para a compra do ticket era essa. Um completo desestímulo, eu diria.
Ficamos quase 1 hora para comprar  os tickets, que não são vendidos antecipadamente e devem ser comprados em dinheiro. Cada um R$ 26,00
.
Depois da primeira fila, ainda teriam mais 4! A vontade de desistir é imensa.
As pessoas compram o ticket (1ª fila) e não acreditam quando veem a segunda fila, que é na verdade para entrar em vans do ICMBio (na verdade o ICMBio tanto administra as vans como os banheiros. Achei intrigante, na verdade).
Essas vans deixam no pé no Cristo, onde você fica em outra fila (3ª) para passar na catraca e subir as escadas até o cume. Na volta, são mais duas filas de vans.



As vans do ICMBio para subida ao Cristo, depois de umas duas horas em pé.

A única coisa boa mesmo, é a vista da fila...


É claro que estava lotado. Insuportavelmente lotado e não havia a possibilidade de abrir os braços para fazer aquela fotinho clássica, sabem? As fotos do Cristo sozinho são obras de engenharia do Maridão juntamente com os recursos da nossa máquina. Achei que ficaram demais!
Embora eu já estivesse cansada e xingando uns e outros, o dia estava lindo e a recompensa veio logo em seguida...







Explicando a foto do canto superior direito: com 4 horas de fila, há desodorantes que não resistem.
Tinha uma senhora bem jovem na nossa frente (ó vida, ó azar!) totalmente vencida.
Fizemos de tudo para nos livrar do fedor que vinha da nossa frente: desalinhamos a fila, aumentamos a distância, bebemos umas cervejas (latão = R$ 6,00), rezamos para o Cristo, enfim, nada resolveu. Como era de se esperar, entramos na mesma van que ela e já viram, né? Só tapando o nariz mesmo! (Acho que ela não viu, hehe)

É claro que tivemos o azar dos Cruzeiros, o que nos impossibilitou de completar o tour que tínhamos adquirido antecipadamente e nem sempre é complicado da forma como foi pra nós, mas conversando com algumas pessoas do próprio Corcovado e com nosso motorista, todos foram categóricos: até março, as atrações ficam lotadas e é preciso ter bastante tempo na cidade para poder lidar com imprevistos desse tipo.

A sorte é que nossos convidados entenderam bem a situação e resolvemos tomar umas para esquecer as coisas chatas e celebrar a vida!




Ainda sim, acho que cabem alguns questionamentos :
- E na Jornada Mundial da Juventude?
- E na Copa?
- Como assim, em pleno 2013 não se pode comprar os ingressos antes?
- Como é possível, cruzeiros acabarem com um dia inteiro de visitantes que estão no Rio em viagens curtas?
- Como levamos o dia todo ali, tivemos que abortar a ida ao Pão de Açúcar, que também só tinha vaga para 18h, ou seja, tem os mesmos problemas;
- Porque a maioria das pessoas que trabalha com turismo no Rio de Janeiro são tão mal educadas?
- A igreja, heim? Tratou logo de por uma espécie de back drop no pé do Cristo para divulgar a Jornada Mundial da Juventude. Não sei não...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Aniversário Paçoquinha Amor Sing's


Maridão é uma coisa. Não gosta de comemorar o aniversário, onde já se viu?
Rapidamente, contra a vontade dele, tratei de encomendar um bolo do sabor que ele mais gosta, comprei uns beliscos salgados, um vinhozinho e umas duas cervejinhas. Chamei a família pra cantar parabéns e pronto!
Tudo muito rápido, muito simples e muuuuito aconchegante!
Mesmo com uma coisa rapidinha e pequena, deu para "tematizar" a comemoração. O tema foi a Paçoquinha  Amor (ou Amor Sing's, se você preferir), docinho que ele gosta. Êpa, gosta não, adora! Quer dizer, AMA MUITO!!!
O bolo foi de paçoquinha, os jogos americanos da vez, são dela e claro, a lembrancinha do aniversário foi a própria! (Ideia do aniversariante, que até que se divertiu em meio à comemoração discreta...).


Incrível como a gente fica com cara de besta quando cantam parabéns pra gente, né?
Se você não fica, parabéns, viu?

O primeiro pedaço de bolo foi pra pra mim. Êbaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!

Sobre o bolo paçoquinha, vale dizer que foi um dos bolos de aniversário mais gostosos que comi.
Abriu uma Sodie Doces ao lado de casa. A doceria possui um enorme cardápio com bolos desde 1 kg.
Pela praticidade, tenho comprado lá e tenho gostado muito. O de paçoquinha, para quem gosta de amendoim e suas derivações, é um filão!
Mesmo não sendo muito de bolos, nem de amendoim, achei o sabor incrível.
Encomendei dois dias antes um de 1,5 Kg porque éramos poucos. Acabou que no final o bolo pesou 1,6 Kg, o que foi mais que suficiente pra todo mundo, sem as quentinhas, claro!
Acho que ano que vem vou comprar o mesmo sabor, hehe.

Depois dos parabéns, pedi desculpa ao maridão por ter invadido suas "não vontades", mas ele perdoou por causa do bolo que tava gostosão!
Viva a paçoquinha gente!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Índice Augusto de Economia Turística


É chegado o verão.
A estação mais quente e animada do país traz consigo um imenso movimento turístico, proporcionando o aumento dos gastos com viagens e fazendo com que as cidades turísticas aqueçam suas economias.
De todos os elementos da cadeia produtiva do turismo, nenhum sente tanto essa mudança no bolso, quanto o Guia de Turismo.

O Guia de Turismo é aquela figura que ama a cidade onde vive e trabalha com afinco divulgando suas belezas, seus momentos históricos importantes e cuidando bem de seus visitantes. Está na ponta da cadeia, sendo o verdadeiro elo entre os turistas e a cidade.
É ele, que com muita diplomacia, estende o tapete vermelho dos atrativos turísticos para aqueles que vieram descobrir os prazeres de uma nova ventura.

O Guia trabalha na maioria das vezes como freelancer, ou seja, sem vínculos empregatícios com agências de viagens e operadoras turísticas. Na maioria das vezes possui um cadastro nas empresas e se coloca à disposição para trabalhos de condução, acompanhamento e monitoramento de grupos, de acordo com os roteiros ofertados pelas empresas.
O fato de não ter vínculo, garante ao Guia o pagamento dos passeios logo após a prestação do serviço, ou quando acordado previamente, de 15 em 15 dias, no máximo.

O pagamento feito duas vezes ao mês, associado a um movimento intenso de turistas, permite que o Guia de Turismo possa “acalorar” o bolso nessa época do ano, já que suas economias estão diretamente ligadas a maior ou menor frequência de turistas na cidade.

José Augusto Mendes, não por acaso, um grande amigo, é um dos Guias de Turismo mais atuantes no Estado do Maranhão, com ênfase para atuações em São Luís e Barreirinhas, principal portão de entrada para o Parque Nacional dos Lençois Maranhenses. É daquelas pessoas carismáticas e engraçadas que reconhece de longe o perfil do grupo que irá trabalhar. Tem um feeling todo especial para cativar grupos de todo porte.

Pelo fato de ter muita experiência na condução de grupos e de também atuar como professor universitário, sempre esteve ativo nas discussões acerca da melhoria do turismo, em especial, em São Luís.
Lembro-me das muitas discussões travadas por nós, há algum tempo, quando eu também atuava como professora do Curso de Turismo e criava, vez por outra, workshops, semanas temáticas, viagens de benchmarking e diversos eventos para dinamizar o curso e a atividade em nossa Ilha. Augusto sempre era convidado para palestras e composição de mesas, cujo objetivo pensado por mim, era dar um toque de alegria, veracidade e polêmica aos temas.

Sim, Augusto tem um poder único de criar situações engraçadas e de fazer todos entenderem como de fato, as coisas acontecem no turismo.

“O Índice Augusto de Economia Turística” foi rapidamente definido quando certa vez, um aluno levantou a mão na plateia e perguntou ingenuamente, como os Guias de Turismo percebem e lidam com a sazonalidade do turismo. Ele mais que depressa pegou o microfone e respondeu sem titubear:
- Simples! Quando eu consigo pagar o cartão de crédito, é alta. Quando eu pago o valor mínimo, é baixa estação!

Jornal Cazumbá, Coluna Ócio, Viagens e Gastronomia, janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

De domingo a domingo

Tenho sentido falta de mim mesma, de segunda à sexta-feira.
Sinto que aos poucos estou ficando mais seca, mais dura, menos visceral. Talvez seja a distância das minhas raízes, dos amigos de sempre.
Estar nessa torre de babel deixa-nos com o "couro curtido" e com a cara grossa e dura pelos tapas e  cuspes fora de hora.
O meu velho "não preconceito", minhas "não-amarras", minha "não competição" estão adormecidas e por vezes não me reconheço mais.

Posso dizer claramente que não estou gostando de mim, de segunda à sexta.
Pensei nisso hoje o dia inteiro, atolada de trabalho.
Trabalho... Sempre o trabalho regendo o mundo e nossas vidas.
O que eu seria sem ele? Nada.
Talvez tudo.

Saudade da Bia de sábado e de domingo.
Saudade da Bia do feriado.
Saudade da Bia gargalhando alto e fazendo palhaçada o dia todo, de domingo a domingo.

Bom dia Trabalhador!


Ei, você (e eu), que já reclamou hoje do transporte público;
Ei, você (e eu), que já desconjurou não ter nascido milionário;
Ei, você (e eu), que esqueceu que está muito bem de saúde e falou mal da segunda-feira...

Dá uma olhada na foto que tirei hoje cedo e vai catar coquinho!

Bom dia!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Os Saltimbancos Trapalhões, o clássico!


Assisti quase todos os filmes de Os Trapalhões.

Na época, eram lançados dois filmes por ano, fato improvável em dias atuais. As filas eram enormes e as salas de cinema viviam repletas de crianças apaixonadas pelos quatro trapalhões mais engraçados da TV.

Eu esperava loucamente pelos filmes.
Sabia as histórias, as músicas, atores e tudo.
De todos os filmes, sem dúvida nenhuma, Os Saltimbancos Trapalhões foi o que mais marcou nossa geração em toda a filmografia deles. Acho que o enredo, a trilha sonora, o Chico Buarque, a Lucinha Lins, enfim... tudo isso fez esse filme inesquecível, como todo clássico!

Quando conheci o maridão, falamos desse assunto numa mesa de bar e começamos a comprar os filmes para montar uma coleção. Eu em São Luís e ele aqui em São Paulo.

Temos quase toda a coleção dos trapalhões, embora tenhamos só os que estão apenas o Didi, o Dedé, o Mussum e o Zacarias, sem astros da Globo, como Xuxa, Angélica, etc.

Garimpando por aí, maridão achou essa pérola: a trilha sonora do filme em vinil!!!

Apaixonado pela obra que só ele, chegamos em casa, após celebrar "o achado" e escutamos repetidas vezes, cantamos alto, gritamos as letras e até saímos mostrando para alguns amigos, que, em alguns casos, não deram a menor pelota, rá!

Mas tudo bem... a gente se diverte e é isso que importa, cacildes!

Na verdade, o que importis, é a vidis sendo comemoradis!!!!

E viva o Mussum!



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bobó de Camarão. Receita versátil como entrada ou prato principal.



Resolvi fazer um bobó de camarão para o Reveillòn aproveitando a tradição de não se comer aves nessa data.
Decidi pelo bobó porque é quentinho, fácil de comer e não é tão substancioso, já que nessas datas a quantidade de comidas nas mesas beira o absurdo.

Resgatei da memória os que mamãe fazia em São Luís e juntei com uma receita que vi no livro de culinária que a Andréa (cunhada) me deu de Natal.

Não segui a quantidade proposta no livro. Fiz a coisa mais pelo instinto que pela receita propriamente dita.
Esses pratos vão muito do paladar de quem faz e para quem você faz!
Tive que adaptar e a primeira coisa que tirei na receita foi o cheiro verde. Paulistanos não gostam de coentro e tive que fazer a receita com salsinha e cebolinha apenas! A segunda foi o azeite de dendê. Vai que o povo come e no dia seguinte tá todo mundo no banheiro? Deus me livre, né?

Vamos aos ingredientes:

200 grs camarões frescos
1/2 kg de Macaxeira/Mandioca/Aipim
1 garrafinha de leite de coco
1 copo de leite 
1 tomate maduro sem pele
1 cebola picadinha
2 dentes de alho
1 punhado de salsinha
1 punhado de cebolinha
azeite de dendê (opcional)
sal, limão e pimenta a gosto
1 pimenta dedo de moça picadinha

Modo de fazer:

Cozinhe a macaxeira,mandioca ou aipim (como você preferir chamar) com água e sal até ficar bem molinha. Após esfriar um pouco, passe no liquidificador com o leite de coco e o leite líquido.
A ideia é deixar uma massa elástica nem muito mole e nem dura. Ela servirá para dar liga, ou seja, engrossar o bobó. Reserve.
Lave, descasque e limpe os camarões. Deixe por uns 20 minutos marinando com sal e suco de limão. Para essa receita, os camarões que eu tinha em casa eram bem grandes. Cortei cada um em 4 pedacinhos porque queria servir em copinhos americanos com entradinha quente e os camarões grandes mal cabiam dentro do copo.
Refogue com azeite, a cebola, o alho e o tomate sem pele. Deixe dar um encorpadinha. Tenho em casa aqueles temperos prontos "Sazon Sabor do Nordeste" e aproveitei e salpiquei um pouquinho. Caso você não tenha, não tem problema. Depois que começou a chiar, pus um pouco de água pra fazer um caldinho, e pus a pimenta dedo de moça.
Acrescentei o camarão nessa mistura junto com a cebolinha e a salsinha. Não deixe cozinhar muito. O camarão endurece muito rápido.
Depois de refogado e cozido, acrescente a pasta de macaxeira e mexa até encorpar tudo. Se você quiser como entradinha, deixe ficar mais molinho e para isso, pode ser acrescentado um pouco mais de leite ou um pouco mais de leite de coco. 
Para transformar o bobó em prato principal, deixe a mistura mais encorpada e acerte no sal, pimenta e até no limão, se preferir.
Prontinho!

Posso falar? Ficou muito bom!
Recebi muitos elogios e tô que tô chata, achando que sei cozinhar!!!






Dicas:
Para tirar a pele do tomate: ou você compra o tomate em lata sem pele ou faz aquele processo básico de queimá-lo na boca do fogão até sair toda a pele;
Caso você tenha camarões menores, você pode decorar cada copinho com um camarão ao invés de uma pimenta biquinho, fica super lindo!
Se quiser usar azeite de dendê, utilize para essa quantidade apenas uma colher de sopa de dendê enquanto estiver cozinhando o camarão. Eu acho muito bom, juro!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Parque Estadual da Cantareira: trilhas para todos os públicos e idades



A Serra da Cantareira é uma das maiores florestas urbanas do mundo com 64.800 hectares de área divididos entre os municípios de São Paulo, Guarulhos, Mairiporã e Caieiras.

Dentre os inúmeros atrativos da Serra, está o Parque Estadual da Cantareira, localizado a 10 Km do centro de São Paulo.

Resolvemos dar um pulo por lá pra fazer a trilha da Pedra Grande, mais extensa e mais difícil trilha do Núcleo Pedra Grande, a convite do André e da Carlinha, que estão numa "vibe fitness" de arrasar!

Chegamos por volta das 10h da manhã e encerramos nossas atividades por volta das 13h30.
Percorremos perto de 11  km, entre a Trilha da Pedra Grande e o Lago das Carpas, com paradas para um lanche rápido na pedra grande e fotinhos ao longo das trilhas.

É tudo muito bacana e o microclima existente entre as árvores é uma delícia! Pudemos ver esquilos, borboletas e inúmeros insetos ao longo da caminhada.

Também pudemos ver muitas pessoas jovens caminhando, grupos de meditação, inclusive famílias com crianças e idosos. As trilhas são bem sinalizadas, com acesso fácil, embora sejam ladeiras muito íngrimes.

Achei o programa incrível, principalmente porque a trilha da Pedra Grande culmina com a vista linda de uma parte de São Paulo. As fotos registradas daquele ponto são muito famosas e realmente vale muito a pena estar lá para ver com os próprios olhos.
Você só tem que ter sorte para no dia estar sol e a camada de poluição não estar muito espessa...


Mapinha do Núcleo

Alongamento antes de qualquer caminhada: necessário!

Isso mesmo: nível de dificuldade alto.

A trilha segue mais ou menos essa paisagem: ladeiras asfaltadas e árvores de ambos os lados.

O sentido "subida" da trilha termina aqui com a famosa pedra grande.

De onde você tem essa vista...




"Abaporus"

Tinha grupo de meditação um pouco atrás da gente...


Uma paisagem dessa inspira, né?

É...

Vimos muitas borboletas ao longo do caminho, mas essa fez questão de nos acompanhar...



Os pontos de parada são equipados com banheiros. Há pontos com anfiteatros, museus e no Lago das Carpas tem esse mirante, que além de proporcionar um minuto de descanso para as pernas, possui um vista agradável do play ground que possui em frente ao lago.


A natureza nos brinda com muitas belezas nessa trilha...


O que levamos para a caminhada:
água
bananinhas secas (para dar energia)
barrinhas de cereais
biscoitinhos salgados
palitinhos de soja
tênis apropriados para caminhadas
roupas leves, largas e claras
canga para sentar na pedra grande


Serviço:
Parque Estadual da Cantareira
Rua do Horto, 1.799 - Horto Florestal - Zona Norte 
Tel.: (11) 2203-3266 
Horário: Fecha para a entrada às 15h, mas você pode percorrê-la, estando dentro, até as 17h.
Preço: R$ 9 por pessoa!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Diletto inaugura Flagship




A esquina da Alameda Lorena com a Rua da Consolação, nos Jardins, em São Paulo, ganhou um sabor mais do que especial. A Diletto, marca de sorvetes gourmet com matéria prima italiana, acaba de inaugurar no local sua primeira Flagship.

Em pleno momento de expansão no Brasil, e com apenas 4 anos, a Diletto apresenta ao público sua loja conceito que traz novidades, produtos e equipamentos totalmente selecionados, como a máquina Cattabriga, sofisticada e tradicional na produção de sorvete , que utiliza o mesmo método desde a década de 20, além do cardápio de picolés e cups produzidos e comercializados atualmente pela empresa.


Projetada pela internacional Rocco Vidal  + PW, a decoração do espaço foi inspirada na Itália e traz uma leitura moderna e sofisticada. Entre os diferenciais, destaca-se o espaço consigliere, uma área vip no segundo piso da loja restrita a convidados, eventos, encontros  e degustações  que ficará  aberta ao público aos finais de semana.

Outro serviço exclusivo da loja é a customização de sorvetes, que possibilita ao cliente degustar os sorvetes gourmet da marca acompanhados de coberturas exclusivas em porções individuais distribuídas em pequenos potes de vidro, a exemplo do sorvete de Vanilla com favas de Madagascar, que poderá levar cobertura de pêra cozida no vinho Barolo ou mel com trufa branca.

Os parceiros da Diletto neste novo projeto foram estrategicamente selecionados, levando em conta a sinergia com os valores e conceitos da marca, seja pela tradição italiana, processo de produção artesanal ou até mesmo na excelência e qualidade de seus produtos. O chef Salvatore Loi, maior referência de gastronomia Italiana no Brasil, é o responsável pelos salgados. Os chocolates da Baratti & Milano,marca tradicional italiana, que o Rei Vittório Emanuele II concedeu o uso de seu brasão de armas, como "fornecedor da Casa Real", também está presente no Brasil, exclusivamente na loja Diletto, além da Lavazza, uma das mais importantes torrefadoras de café no mundo, líder de mercado na Itália.

Atualmente, a Diletto fatura R$ 25 milhões anuais e se propõe a mais uma meta ousada: o projeto de internacionalização que será colocado em prática nos próximos cinco anos. A ligação entre o tradicional e a inovação é uma forte característica da empresa que já conta com mais de 2000 pontos de vendas no país e quiosques espalhados pelos melhores shoppings de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasilia.


Serviço
Flagship Diletto
Endereço: Al. Lorena, 1969 (esquina R. Consolação) – Jardins
Horario de Funcionamento: seg - sábado - 10h às 22h/ dom - 12h às 20h
Cartões: Todos (debito e credito + Visa Vale)
Estacionamento no local – R$ 15,00
Capacidade: 92 pessoas
Telefone: 11 4371.4454

Sobre a Diletto

La felicità è un gelato (a felicidade é um sorvete) – com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito de frutas frescas e neve. O ano era 1922 e o local, o pequeno vilarejo de Sappada, região do Veneto. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Diletto um sorvete delicioso e saudável. Entretanto, veio a Grande Guerra e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e a construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutilezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: este é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantêm a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.



Diletto


Fonte: Index- Estratégias de Comunicação

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Larica Total, um programa da contracultura gastronômica!

Sabe assim, um programa que desconstroi o modelo "chef chato" se ser?
Sabe quando alguém fala loucuras e você acha divertido sem ser blasé?
Pois é. O Paulo faz isso.
Ele erra, faz contravenções gastronômicas (e que contravenções!), tem uma faca total flex e uma panela preta igual a muitas que temos em casa.
Ele tem uma cozinha de verdade, com panelas sujas, com pirex mal armazenados, uma pia com o azulejo faltando e um fogão não muitas vezes limpo.
Ah, não venha me dizer que sua cozinha é sempre limpa parecendo de novela! Esses modelos de cozinha só existem em lojas de cozinhas planejadas!
Eu, por exemplo, sempre quis uma cozinha com as coisas aparecendo, com cara de cozinha, sabe? Com 
 tudo à mão, pronto para ser utilizado, embora ainda não tenha a minha cozinha do coração.
Gosto assim, das coisas meio bagunçadas....
Larica Total é assim! Um programa da contracultura gastronômica!

Se você possui o Canal Brasil, assista às terças-feiras às 21h30 o Larica e morra, morra de rir, isto é, se você tem senso de humor para tal!



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Vinis, Cd's e coisa e tal.

Estou ouvindo Tulipa Ruiz já há algum tempo.
Gosto do timbre da sua voz e aí acabo gostando das letras das músicas, inexplicavelmente.
Acho um som bacana, mas não tenho nenhum Cd ainda. Ouço da net e coisa e tal.
Semana passada vi na Livraria Cultura os vinis que estão sendo lançados, inclusive o dela.
Fiquei alegre e triste.

***
ALEGRIA

Aquilo que parecia natureza morta, ou seja, aquilo que tinha virado decoração de festa retrô, deu a volta por cima, virou cult. Entrou na moda. Tá bombando!
De repente os jovens começaram a descobrir a delícia de virar um disco do labo A para o labo B e os adultos e velhos que ainda desfrutam dessa tecnologia e que já tinham vivido isso, estão saltitando por não terem jogado fora caixas e caixas de história de vida e boemia.

 ***
TRISTEZA

Tenho lindas memórias dos discos da minha mãe. 
Incríveis histórias das festas que sempre aconteceram na minha casa embaladas a Beth Carvalho, Martinho da Vila, Maria Bethânia, Bumba-meu-boi e claro, o Fino da Fossa, dentre muitos outros.
O problema é que o Cd chegou, foi invadindo e arrasando com tudo.
Eu era criança, adolescente, não lembro, e não pude guardar todos os discos que mamãe possuía. Eram inúmeros!
Os discos foram indo embora, a vitrola quebrou e em São Luís, na época, as coisas eram difíceis de achar.

***
ALEGRIA E TRISTEZA

Vi os lançamentos há uns dois anos da discografia do Chico Science em vinil e fiquei maluca, mas não tive grana para comprar os discos que representam parte da minha geração!
O Mangue Beat é a minha cara. Foi o movimento artístico do qual participei ativamente. Vivenciei tudo isso em Recife e no Brasil. É uma das coisas que mais gosto de ouvir.

***
ALEGRIA E TRISTEZA

Na semana passada vi os vinis do Marcelo Jeneci - Feito pra acabar, da Tulipa Ruiz - Efêmera e do Planet Hemp - Os cães ladram mas a caravana não para!
Pirei!
Fiquei muito a fim de comprar todos!
O do Planet, porque gosto bem e lembro muito do meu irmão e queria enquadrá-lo.
O da Tulipa, porque além de gostar de sua voz, acho a capa uma obra de arte.
E o do Jeneci, pra ter mesmo, se é que você entende os devaneios consumistas de uma mulher.

***

MUITA TRISTEZA

Vinil do Marcelo Jeneci = R$ 79,99
Vinil do Planet Hemp = R$ 84,00
Vinil da Tulipa Ruiz = R$ 89,90
TOTAL = 253,89

***

MUITA ALEGRIA

Comprei na Benedito Calixto na semana passada um Vinil do Gonzagão = R$ 30,00!!!




quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Blog Matraqueando relata São Luís de forma honesta!

Não consigo lembrar da última vez que li matérias sobre São Luís e o Maranhão tão verdadeiras.
Fazia tempo que meu coração não saltitava ao mesmo tempo de orgulho, de tristeza e de esperança.
Matraqueando é um blog lindo. Sou apaixonada por tudo que nele está exposto.
A Silvia Oliveira, editora do Blog, foi a São Luís no ano passado e fez alguns posts muito bacanas... Emocionei quando vi que a Silvia lembra do texto do Ricardo Freire de 2005 falando do Camarão da Luzia, no qual ainda tenho guardado pelos meus arquivos.
Eu também tive a mesma sensação dela ao ler a matéria na época: "ainda irei comer esse camarão"!
Pouquíssimo tempo depois eu conheci a Luzia, comi e repeti o camarão, e fiz a travessia do Parque Nacional a pé.
Alguns anos mais tarde, levei o então namorado, hoje marido, pra fazer o trajeto e experimentar o tal camarão.   Ele também virou fã!

Seguem os links das matérias para leitura e apreciação.

Silvia, se um dia você chegar a ler este post, muito obrigada!

Brigadeiro é brigadeiro!

Brigadeiro, é brigadeiro, nénão?
Pode estar em baixa, pode estar em alta, mas o que não muda de jeito nenhum é o sabor inigualável!
Delícia que é garantia de sucesso em qualquer festinha, o doce tipicamente brasileiro enche os nossos olhos e nos dá água na boca, sem contar no gosto de infância que ele nos traz imediatamente após a primeira mordida!
Há anos que não fazia em casa brigadeiros... É fazer e ter a certeza de comer toda a panela!
Pra evitar esse fato certeiro, deixei de fazê-los e andei comendo uns por aí pelas "brigaderias" da vida.

Os brigadeiros da foto foram feitos pelo maridão para o meu aniversário!
Com a paciência e talento que ele tem para a cozinha não podia ter ficado diferente. Ficaram macios, cremosos e com o doce na medida certa!
A frescurinha do brigadeiro foi por minha conta, já que comprei um chocolate amargo especial para enrolá-los. Depois da onda de brigadeiros gourmet, nada mais de enrolar docinhos com confeitos de açúcar, certo?
Comprei um autêntico Barry Callebaut para cobertura de doces e bolos e escolhi as forminhas tradicionais porque as acho mais charmosinhas.

A receita de brigadeiro é super fácil e é sucesso entre adolescentes de todo o Brasil, ou seja, é jogar um monte de coisa gostosa junto na panela como leite condensado, manteiga e chocolate em pó, misturar tudo, esperar dar o ponto, que é o desprender do fundo da panela, e está quase pronto. 
Basta esperar esfriar fora da geladeira, enrolar untando as mãos, passar no confeito que você quiser, colocar nas forminhas e ter a certeza de sucesso total!
Nesse caso, usamos chocolate dois frades, porque achocolatados tendem a deixar o docinho muito doce.





Esse post guarda em si os meus mais sinceros desejos de que seu ano seja doce doce doce...
Reinicio mais um ano por aqui e espero ter a sua companhia sempre!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013