sexta-feira, 22 de junho de 2012

Em São Luís!

Estarei a semana que vem em São Luís.
Não conseguirei atualizar nossa página como de costume, mas é possível que eu mostre algumas imagens dos meus compromissos, que por ora estão mesclados entre compromissos pessoais sérios e o São João do Maranhão, já que essa é a época mais animada, calorosa e brincante da minha cidade.
Estou levando alguns convidados ilustres para desfrutar de tudo isso.

Por enquanto, deixo o vídeo de promoção do São João para que todos possam ver e sentir vontade de ir também!



Inté!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Um safanão coletivo


A última semana de maio não foi fácil no Brasil. Universidades, hospitais e o transporte público pararam a vida de milhões de pessoas. Em São Luís as greves de ônibus continuaram por mais uma semana, infelizmente, e aqui em São Paulo os metroviários pararam apenas um dia, mas o suficiente para deixar a vida de 5 milhões de pessoas um caos.

Não é de hoje que sofremos com greves de transporte público. Para os adultos é aquele transtorno: o emprego fica comprometido, a produção cai, a vida fica atrapalhada, os comerciantes não vendem, as consultas são canceladas, as decisões importantes são adiadas e por aí vai. Para as crianças e adolescentes, no entanto, a greve é um prêmio.

Lembro bem da minha primeira greve de ônibus e o quanto eu vibrei com ela. Foi um verdadeiro acontecimento no alto dos meus 12 anos!
Saí de casa até com vontade de ir para o colégio, mas o mais legal mesmo era ficar nas paradas em meio àquela confusão. Quanto mais o ônibus demorava pra passar, mais gente se aglomerava e mais divertido era. Gritaria, risadas e algazarra era a tônica da viagem e ir pendurada na porta do ônibus foi a primeira grande aventura urbana da minha vida!
Imagino que naquela época, São Luís não devia ter 700 mil habitantes e o clima interiorano ainda rondava a cidade. As paradas eram simples, os ônibus, mesmo com limitações, ainda davam conta da população e o trânsito ainda permitia ir de um lado a outro em 20 minutos.
Nessa greve, rezei e torci muito para que aquela situação se estendesse por mais umas duas semanas para ter mais emoção no dia-a-dia, mas logo logo a coisa se arrumou e a ida pro colégio voltou a ter horário regrado.

A minha relação com os ônibus sempre foi "muito próxima". Desde criança tive que me virar com os coletivos. Minha família nunca teve posses para carros e certos confortos, embora minha mãe tenha se esforçado muito para nos dar uma vida digna, mesmo com alguns sacrifícios.
Toda a minha vida escolar, desde o jardim até a faculdade, me desloquei em ônibus e, sem dúvida nenhuma, para os piores roteiros existentes na cidade em suas épocas: o bairro do João Paulo, onde ainda hoje é o colégio Batista e o eixo Itaqui-Bacanga, para o famoso Campus. Foram muitas as passagens entre engraçadas e trágicas nos velhos coletivos.
Já vi brigas entre passageiros e cobradores com direito a bolsadas e tudo. Já escutei um bocado de esculhambações trocadas entre motoristas, cobradores e passageiros. Já vi muito motorista destratando velhinhas, vi também assaltos e furtos e até levei uns safanões de uma aluna do Meng.

Era tempo de JEM’s  e quem é da minha época sabe o que significa: a cidade respirava esporte e as torcidas das escolas se organizavam fortemente para dar força aos atletas. Era tão divertido... Foi numa ida para o Castelinho que, sem querer, me meti numa confusão sem tamanho e paguei o pato em nome da torcida do Colégio Batista. Pode?

O fato de ser muito magrinha e pequena na época, deve ter facilitado a escolha da grandalhona para o seu alvo que no caso, era eu! Levei os tais safanões, um puxão de cabelo sem nem saber o motivo e esse fato foi o suficiente para eu me desiludir com os esportes e parar de frequentar torcidas organizadas.
O fato é que no dia dos safanões, desci muito antes do meu destino, de tanto medo da líder da gang. Fiz o restante do percurso a pé. Do anil até a COHAB!

No dia seguinte, soube que o Batista ganhou o jogo e deu uma vontade danada de passar na cara da lutadora de MMA, mas para a minha sorte, nunca mais a vi!

Jornal Cazumbá, Coluna Ócio, Viagens e Gastronomia.

Glossário:
Meng - escola muito popular em São Luís nas décadas de 80 e 90. Os alunos não dispostos a estudar muito, iam pra lá. Diziam as más línguas...
JEM'S - jogos escolares maranhenses
COHAB - bairro muito popular e populoso em São Luís
MMA - mistura de artes marcais que vem se popularizando no Brasil. "Agora entendo porque não vou com a cara disso"!

Chips de Parmesão - dica de finger foods para receber amigos em casa

Primeiro você compra queijo parmesão ralado grosso.
[Fica a seu critério comprar já ralado ou comprar o parmesão e ralar em casa. Ambos ficam deliciosos!]
Basta forrar uma forma com papel manteiga, fazer pequenos moldes de queijo e assar em forno baixo por no máximo 8 minutos!

Os chips ficam crocantes, saborosos e são ótimos como entradinha ou finger foods naquelas nossas velhas recepções em casa.
Experimenta pra ver como fica bom!


O ideal para fazer os formatos, são aqueles aros para arroz que são maiores.
Nas fotos aqui, ainda não tinha e fui fazendo com meus cortadores de biscoitos de vários tamanhos.

Não se preocupem com a forma. Eles não vão ficar regulares, assim bem bonitinhos.
Irão derreter e tomar formas variadas.

Aproveitei e salpiquei um pouco de queijo montanhês e umas sementes de gergelim para dar um "tchan" antes de assarem. Faz diferença!


Adorei esse teste! Fácil e saboroso.

Acompanhados de uma boa taça de vinho ficam divinos...

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O bom da vida


Quando estou no metrô de São Paulo na hora do rush, não dá pra fazer outra coisa a não ser pensar no dia-a-dia ou observar o que está ao meu redor.

Em meio àquele aperto, ao calor, às músicas dos fones de alguns, à respiração da outra pessoa, que obrigatoriamente vem no meu cangote, é possível que qualquer pessoa desacredite das coisas boas da vida, na beleza de viver e até na nobreza de alguns seres humanos...

A situação é tão constrangedora, que chego a sorrir sozinha muitas vezes. As pessoas se olham com raiva como se um, tivesse mais direito que outro a um metro cúbico qualquer de oxigênio. 

Quando as portas se abrem numa estação, é o momento de soltar a respiração, puxar o oxigênio de fora para dentro dos pulmões e esperar mais aperto, já que a quantidade de gente que sai do trem é infinitamente menor que a que entra.
A coisa é realmente difícil.
A vida fica sem energia durante o seu trajeto, mas basta chegar à sua estação para que você volte a sorrir e sentir o vento no rosto.
É nesse momento que vale a pena lembrar do bom da vida, da natureza e de tudo o mais que vale a pena.





As fotos que ilustram este post são a cara do bom da vida.
As orquídeas são lindas, coloridas, complexas... 
Os abacaxis ornamentais são a coisa mais graciosa do mundo, embora tenham uma casca espinhosa e a aparência áspera.

É isso: vida!

Bom dia!

Obs: As orquídeas e os abacaxis são do jardim da Minhoca...

domingo, 17 de junho de 2012

Cataratas do Iguaçu - lindas, lindas, lindas!


Contando, não é a mesma coisa.
Vendo assim, nas fotos, não é, nem de longe, o que de fato, se vê.
Ao vivo e à cores, é que o bicho pega!

As Cataratas do Iguaçu são lindas! É um fenômeno digno de uma grande viagem.



Fui a Foz do Iguaçu na semana passada para um evento e num rápido passeio fui conhecer as Cataratas.
Saí além de muito molhada, encantada com a força da natureza e com o que um atrativo como esse é capaz de fazer com uma cidade e com um povo.
Foz cresce vertiginosamente não só, mas principalmente, pela impulsão do turismo.

Achei a cidade muito graciosa, hospitaleira e organizada, princípios básicos de uma cidade turística.
A infraestrutura turística comporta bem a demanda e os hoteis são enormes, com grandes áreas para eventos, o que explica a cidade cheia de gente na maioria dos meses do ano.
Embora tudo muito rápido, conheci alguns dos maiores e mais bacanas hoteis da cidade: Mabu, Iguassu Resort, Rafain Palace, e Recanto Park.

É incrível como o arco-íris está sempre lá embelezando as fotos.


Muitos turistas argentinos, brasileiros, chilenos e paraguaios.

Os quatis estão no começo do Parque. São lindos!

Meus companheiros de passeio: Gabriel, nosso guia de turismo, Danilo Brasil e D. Lourdes Omoya, da Bolívia.



Foto aqui, mesmo de dia, só com flash!



Em todos os mirantes, muita gente!

A essa altura, já estava completamente molhada!

Viva!


Pretendo voltar. Na verdade, o destino merece uma visita com mais calma.
Pretendo ter tempo para aproveitar melhor as cachoeiras, já que devido ao tempo curto, só pude visitar o lado brasileiro. O lado argentino também merece uma visita, assim como os passeios ao Paraguai e os Cassinos argentinos.

A cidade é uma delícia de se visitar. A quantidade de gente falando espanhol por lá nos faz muitas vezes achar que não estamos no Brasil. Um barato!
Antes dessa passada rápida, Foz não estava nos meus planos. Agora sim, desejo futuro!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Voltando

Saio daqui a pouco de Foz.
Foi tudo muito cansativo, porém muito produtivo.
Missão cumprida!
O Turismo ainda me surpreende...


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Em Foz do Iguaçu

Ociosos, ociosos...
Estou viajando a trabalho e já deu pra ver que estou com o tempo "mirrado" para contar tudo.
Cheguei hoje em Foz do Iguaçu para o 7º Festival de Turismo das Cataratas. Dando uma geral rápida, achei a cidade bacana. Parece até que não estou no Brasil, de tanta gente falando espanhol.
É possível que amanhã eu consiga mostrar algumas fotos. Quem sabe...

Em São Paulo tava um dia feio quando saí. Quer ver só?

Da janela do apzito é essa a paisagem...

Mas hoje tava assim...
Tava ou não tava feio?
Ainda bem que a viagem foi boa e o céu em Foz estava lindo.
Volto assim que conseguir respirar um pouquinho mais e poder mostrar alguma coisa boa daqui.
Inté,

domingo, 10 de junho de 2012

Gijo Linguiças - as melhores do mundo, mesmo!


Até você conhecer e provar as linguiças artesanais feitas pelo Gijo, sua vida vai muito bem, obrigada.
O problema, sinceramente, é que depois desse episódio na sua vida, a coisa fica muito complicada!
Explico: como comprar outro embutido que não seja lá? Como se conformar com o sabor mais ou menos das linguiças do resto do mundo?
Taí um grande problema que vivo hoje.

O Gijo fala de boca cheia que faz as melhores linguiças do mundo e você acaba concordando com ele depois de prová-las! São linguiças artesanais feitas com muito cuidado e uma técnica que ele não conta pra ninguém.
Desde 1949 ele trabalha com isso e hoje, vende uma tonelada de linguiças por mês.
Exporta para o mundo todo, tem muitos clientes vip's, mas trata todo mundo que chega lá como se fosse uma celebridade.
Eu, que não gosto de uma prosa, cheguei e não queria sair de lá tão cedo. Ele puxa conversa, conta histórias, canta, sorri e posa para fotos como um artista de televisão. Tem muita intimidade com tudo isso e parece que nasceu mesmo para fazer o que faz.
Sinceramente, poucas vezes pude ver tanto amor e dedicação na feitura de um ofício. 



As linguiças parecem pinturas.
Ficam expostas dentro de um espaço que não tem 20m², mas que de tanta coisa, parece enorme!
O espaço comporta muito bem as linguiças curadas, as frescas, antepastos, pães, fotos antigas, fotos atuais, reportagens de jornal, bebidas, santinhos, esculturas, souvenirs dos clientes ao redor do mundo e por aí vai.
O balcão toma conta do espaço quase todo e é dali que o Gijo fala, atende e deixa todo mundo encantado com suas histórias.


A variedade de linguiças é enorme.
Você que está acostumado com calabresa e toscana nos churrascos, quando muito, com um paio na feijoada, não acredita que seja possível tantas combinações para esse embutido.
O Gijo tem desde as linguiças mais comuns como calabreza, toscana, etc, mas tem também linguiças de camarão, de provolone, com uvas passas, nozes, vinho moscato, com pouca pimenta, com muita, com excesso de pimenta, com tomate seco, com ervas, de frango, com alho...

As linguiças frescas ficam num freezer transparente em bacias e você escolhe a que mais lhe agradar. As curadas, que são para comer cruas, ficam penduradas, também para você poder ver, tocar e escolher.



Italo já tinha falado do Gijo várias vezes e já tínhamos combinado de eu ir conhecer, mas a oportunidade chegou no dia que saímos com o Rapha, a Kátia e a Camila para um roteiro gastronômico bacanérrimo, que  aos poucos estou contando aqui. Eles sempre compram linguiças lá e tem a sorte de morar bem pertinho do Gijo.


Ó que sorrisão lindo. 
O Gijo posa para fotos numa tranquilidade de dar inveja. 
Enquanto estava posando, foi pegando uma linguiça e fatiando para que pudéssemos provar. Não perdeu a oportunidade e já nos ofereceu seus antepastos tradicionais: sardela, alichela, berinjela veneziana e de queijo pecorino.

Experimentamos uma linguiça que ele criou para o Natal do ano passado para ser harmonizada com vinhos. É feita com uvas passas, melão, pera, vinho moscato branco seco, nozes e mais um monte de ingredientes balanceados e combinados entre si. Gostamos tanto que compramos para ter em casa para degustar como entradinha. De sabor inigualável!
Quase não parei mais de comer.


Os antepastos também tem um sabor muito especial.
A sardela, que é muito comum em São Paulo, é uma delícia. Nunca comi uma tão saborosa. 
Compramos a de berinjela e também a de queijo pecorino, que embora muito forte, foi o meu preferido.
Fico economizando aqui, hehe.


É nesse espaço pequeno que são vendidas as linguiças mais gostosas que já provei.
Os panos no varal improvisado me deixaram mais apaixonada pelo lugar.

Agora diz: dá pra comprar linguiças em outro lugar? É ou não é um problema na minha vida?



O Gijo é muito famoso!
Tem clientes chiques como Olivier Anquier, Faustão, Alex Atala e nós, é claro!
Fica na rua Dr. Pinto Ferraz na Vila Mariana, São Paulo.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ponto Chic - sua excelência, o Bauru!



Oi, muito prazer.
Meu nome é Bauru e eu sou o principal personagem de um restaurante tradicionalíssimo de São Paulo, o Ponto Chic.
Nasci do pedido de um cliente habituè de Bauru/SP, que sugeriu os ingredientes do seu sanduíche.  Nesse mesmo dia, várias pessoas me experimentaram e assim me tornei um dos sandubas mais famosos da terra da garoa.
Sou feito com um fresquinho pão francês bem crocante, rosbife bem temperado, tomate, pepino e o meu segredo de vida longa e fama, é sem dúvida, a mistura de queijos fundidos. Mas eu garanto: não é uma mistura qualquer, é uma mistura saborosa, cremosa e generosa! Os chapeiros que cuidam de mim são muito gentis e põem muito creme de queijo, muito mesmo!
Caso você venha me conhecer, aproveite para tomar uma cervejinha ou mesmo um chopp. É ótimo para acompanhar nossos pratos e sanduíches. Aqui, dizem as boas línguas, as bebidas são sempre estupidamente geladas. A editora deste blog, por exemplo, é frequentadora daqui e garante!

Os garçons são muito atenciosos, divertidos, ágeis e todos possuem a incrível habilidade de servir os pratos com o famoso "alicate", técnica que garante que o garçom é bom, de acordo com a convenção nacional de frequentadores de botecos.
Aqui também tem uma entradinha que é adorada pelos clientes! Às vezes, até fico com um pouco de ciúme, porque as cebolas temperadas disputam comigo a atenção de todos, mas logo depois, quando estou em quase todas as mesas e as cebolas já foram recolhidas, esqueço tudo e fico bem tranquilão.

O Ponto Chic foi fundado em 1922 e era o local mais chique de São Paulo. Muitos artistas, escritores e a elite boêmia da época, frequentavam o lugar e o credenciaram na cidade.
Adoro ter nascido aqui e adoro deixar meus clientes felizes.
Se eu fosse você, vinha me conhecer. Pode ser a qualquer hora e a qualquer dia. O Ponto Chic está sempre aberto!

Que delícia!

Um mar de queijo. É isso mesmo!

A entrada é assim: pão, manteiga e as famosas cebolas temperadas. Não dá vontade de  parar de comer e não é exagero!


Chico, nosso garçom preferido: alegre, esperto e atencioso. É do meu querido Piauí!


O Ponto Chic existe em 4 endereços em São Paulo.
Frequentamos o do Paraíso, na Praça Oswaldo Cruz, 26.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Associação Brasileira de Blogs de Viagem - ABBV. Existe!

A coisa está ficando mais bacana agora!
A ABBV - Associação Brasileira de Blogs de Viagem existe e tem uma diretoria de peso! São os editores dos principais blogs de viagem do Brasil, blogs que eu visito diariamente.
Em função da correria do último mês, apenas hoje parei para pesquisar e estudar coisas na internet. Há tempos não via nada!
Descobri e já me agradei.
Simpatizo muito com entidades que defendem classes, que pensam coletivamente.
Meu histórico profissional demonstra bem isso...
Estou muito feliz com a iniciativa da Silvia, do Matraqueando, a propósito, blog incrível de ver e ler.

Para mais infos, aqui.



Potinhos de guloseimas - para doação!


Essas guloseimas estão no apzito prontas para doação.
Com a dieta sem chocolates que está rolando por essas bandas, não posso deixar meus potinhos esperando passar três meses sem nenhum acontecimento.
São confeitos, flocos de arroz crocantes, mini MM's e gotas de chocolate que foram comprados para os famosos testes culinários deste blog.
Por isso, quem chegar primeiro, leva!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Cannoli – delícia italiana em São Paulo


Cannoli são doces italianos muitos saborosos. 
Em formato de tubo, originalmente os doces são recheados com creme de ricota, mas acrescentados alguns itens doces, como baunilha, chocolate, amêndoas, etc.
Originário da região da Sicília, na Itália, ganhou uma versão brazuca com a chegada dos imigrantes italianos aqui no Brasil, assim como aconteceu nos Estados Unidos, onde foram criados vários sabores de Cannoli.

Em São Paulo, o doce é muito prestigiado, mas não é tão comum. A comunidade italiana consome bastante e é preciso saber os lugares bacanas para comprar autênticos Cannoli, como restaurantes, cannolerias e padarias tradicionais. Os apreciadores divulgam boca-a-boca e quem gosta, corre atrás!

Dos famosos pontos de venda do doce, nenhum tem tanta tradição como na Rua Javari, no Estádio Conde Rodolfo Crespi, o estádio do Juventus, na Mooca. Muito provavelmente, é o estádio de futebol mais folclórico da cidade, e por isso mesmo, reserva uma aura de tradição e graça.
Nos intervalos dos jogos a fila é tão grande, que os mais atentos começam a formá-la antes mesmo do fim do primeiro tempo para garantir seus doces e também para a família, já que também é tradição, levar para casa uma boa porção.

Seu Antônio, o vendedor de Cannoli da Javari, vende a iguaria há mais de 30 anos e tem clientela fiel. Os recheios são de chocolate e creme.

Uma delícia!

Seu Antonio e sua banca de Cannoli. Conhecido em toda a cidade.

Essas filas são uma atração à parte. Saio da arquibancada e fico vendo sem acreditar!


terça-feira, 5 de junho de 2012

Museu de Arte Sacra de São Paulo - dica de passeio em São Paulo


O Museu de Arte Sacra de São Paulo fica bem ao lado da Igreja de Santo Expedito, na Luz.
Abriga um acervo de arte sacra muito importante para o Brasil e para o mundo. É um espaço calmo, com muitos monitores e muita segurança.
Visitei o Museu no dia 19 de abril, bem no dia de Santo Expedito, um dos santos mais populares do Brasil. Saí da missa e dei uma passada no prédio que também abriga a capela do Frei Galvão e o Museu de Presépios.
Eu diria que até bem pouco tempo, eu sonhava em ser museóloga. Trabalhar com peças raras, que guardam consigo histórias de outros povos e de outras épocas, ainda é uma paixão para mim.
Gosto de ver acervos e ler sobre sua importância na história no Brasil.
Pena o profissional responsável por acervos em museus no Brasil não ter o reconhecimento que merece, como tantas outras profissões...



O prédio está preservado e possui também uma lojinha de souvenirs logo na entrada.
O acervo é composto de imagens de barro cozido, madeira, gesso e resina de várias épocas e de vários lugares do mundo. Cada peça que você vê, é uma viagem na história! É para se encantar mesmo com tantas relíquias.
Existe uma sala com peças em ouro de cair o queixo. A sala inteira retrata muito bem a riqueza que a igreja sempre ostentou ao longo dos seus anos. São acessórios sacros usados em missas e solenidades em geral.
Para quem gosta de arte, é uma ótima pedida.
O Museu possui ainda salas para exposições temporárias e projetos voltados à pesquisa e visitação por escolas e cursos de graduação afins.
Todo o espaço estava cheio. Eram os fiéis do Santo Expedito, os convidados de uma exposição fotográfica, os romeiros do Frei Galvão e ainda vários alunos de escolas e faculdades, mas ainda assim achei tudo muito silencioso e tranquilo.

Santo Amaro


Aproveitamos que estávamos lá e click!

Minha santa de devoção: Nossa Senhora Sant'Ana

Os símbolos do divino Espírito Santo são sempre mais bonitos. Porque será?

Também gosto muito de oratórios, embora tenha medo de imagens grandes.
Esse é muito lindo. Ainda terei um nesse estilo em casa.

Outra Santa'Ana

Há uma sala onde Frei Galvão viveu por anos. Ainda preserva as características originais.

Oratório

Anjos e arcanjos, eu também gosto muito!
Também visitei a capela de Frei Galvão e o Museu dos Presépios, que em breve postarei. Aguardem!


Serviço:
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Endereço: Av. Tiradentes, 676 - Luz - São Paulo - SP - Brasil 
Estação Tiradentes do Metrô Telefone: 55 11 5627-5393 Horário de funcionamento: De terça a domingo das 10 às 18 horas (bilheteria até as 17:30) Entrada Grátis aos Sábados.Estacionamento gratuito no Museu, na Rua Jorge Miranda nº 43


domingo, 3 de junho de 2012

Semana começando...

Cheguei de Paranapiacaba há pouco.
Estou quebrada!
Lugar interessantíssimo. Durante a semana vou postando tudo.

Uma semana bacanuda para todo mundo!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lembranças...


Vejo essa casa e meu coração vai longe...
Vai lá pro sertão...
Sinto cheiro de mato...
Sinto a quentura do Nordeste...
De repente acho que são 6h da tarde num rincão longe de barulho, confusão...
Lembro-me da minha vó...
Meu coração se aninha...
O tempo para...

Mas os segundos das lembranças correm e as pessoas voltam a falar alto, os carros buzinam, e meu cabelo balança com o vento que passou por mim junto com o ônibus apressado.
Estou na Mooca e em São Paulo...

Panquecas doces para celebrar o amor!



Ai, como eu adoro celebrar o amor!
Como disse antes, às sextas-feiras, sempre rola um happy hour aqui em casa. Isso quando não estamos na rua, obviamente!
Preparo as comidas e o maridão as bebidas! Cada um tem uma responsa diferente pra fazer o happy ficar bem HAPPY!
Sexta passada, fiz uma mesinha simples porque tava com uma preguiça de dar dó. Além da preguiça, ando meio sem paciência com supermercados às sextas e não dei o ar da minha graça nesse dia em nenhum estabelecimento, pelo menos, parecido com isso.
O diferente desse happy hour, é que além dos petiscos, fiz uma sobremesa para celebrar o fim da vida libertária (gastronomicamente falando!) e a dieta que se iniciou esta semana pra valer: panquecas doces com creme crocante ovomaltine!
Usei a sexta para uma pequena despedida dos chocolates, que passarei 3 meses sem comer ou sentir o cheiro. Explico: recebi uma graça importante esses dias e devo cumprir a minha promessa com os céus, porque não sou doida de desobedecer quem é mais forte que eu, né?


Tinha comprado esse cacareco para panquecas e ovos. Resolvi estrear para a despedida.
É muito fácil de usar! Depois de frito um lado, você tira a forminha e sua panqueca estará divina! 

Fiz 8 unidades para não pesar tanto...


O creme crocante Ovomaltine, ganhamos na Minhoca e ainda não tínhamos experimentado.
Quer saber?  Achei o Ovomaltine mais gostoso que a Nutella!  É crocante e tem extrato de malte, cacau e avelã, hum...

Pensei na sobremesa para dar uma amenizada nos chopps e tava doida pra mostrar meu cup cake de porcelana.
Aproveitei e empurrei ele na foto, hehe. 

Olhem isso...  Delícia!

Querem a receita das panquequinhas? Vamos lá!

1 xícara de leite líquido
2 ovos
1 xícara de farinha de trigo
1 colher de manteiga sem sal
1 pitada de sal
2 colheres de açúcar

[Fiz metade da receitinha]
Bati tudo no liquidificador, pincelei um pouco de manteiga na frigideira e fui fazendo as panquecas com a ajuda de uma mini concha.
É só colocar a forminha na frigideira, por uma conha da mistura dentro do coraçãozinho e esperar dourar. Depois de dourada de uma lado, tirei o coração e a panqueca já está boa para virar. É só deixar dourar do outro lado e pronto.
Ficaram ótimas!

Agora me respondam: é ou não é uma ótima forma de celebrar o amor?
Se eu fosse você, corria pra fazer aí na sua casa também...