quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Monetário e Financeiro - existe e não é piada de cearense!

Paramos o carro em frente ao banco.
Enquanto um foi sacar a grana, eu fiquei esperando alguma coisa acontecer.

Eis que chega essa pick-up-outdoor e para ao lado. Minha cabeça até doeu com tanta informação. Virava o pescoço pra todos os lados tentando ler tudo que ali estava.
Resolvi fotografar com o celular para mostrar pra vocês, inclusive, e principalmente, pelo Monetário e Financeiro, que achei que só existia em piadas cearenses.

Do nada, surge o dono do carro e veio pra cima com algumas coisas nas mãos. Pensei que ele iria pegar o meu celular ou mesmo reclamar pelas fotos não autorizadas. Tremi!
Mas que nada! Ele agradeceu pelas fotos, pediu pra divulgar e ainda de quebra, me deu alguns Cd's dos artistas que ele está promovendo agora:  Márcio Mor, Targino Gondim, Glauber Miranda e claro, Monetário e Financeiro!!!

Passei da fase de achar feio pra achar engraçado!
Na verdade, ganhei 8 Cd's. 2 de cada um desses.
Não deve ser fácil divulgar artistas em início de carreira ou mesmo veteranos, mas com pouca visibilidade nacional. Vi o quanto ele se animou com mais uma possibilidade de divulgação.

Aqui no bloguito, "nóis" não tem dessa. "Nóis" ajuda todo mundo, embora não sejamos assim, uma Brastemp de blog!

Vou ouvir de verdade! Acho que não ganhamos um dia a mais à toa, não é mesmo?

E viva a diversidade!
E viva a música!


Bom dia!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Café Juan Valdez e Café Cohiba. No quesito café, o apzito está chique!

Esse apzito aqui de vez em quando fica uma chiqueza só!
Os presentes dos amigos contribuem muito para tudo ficar mais chique e harmônico. Gostamos muito de ganhar coisinhas, viu? Se quiserem podem trazer sempre!

O Rapha, Kátia e Camila nos deram de presente esse café. É um autêntico Juan Valdez, café colombiano que disputa no mundo hoje a fama de um dos melhores cafés em grãos do mundo.
Só pra ilustrar essa fama, no filme Todo Poderoso, Jim Carrey no auge do seu poder, pede o melhor café do mundo e o próprio Juan Valdez chega e enche sua xícara. Lembram?
Achei um luxo esse presente. Maridão tá que tá chique tomando café gourmet.

Compramos em Havana um café Cohiba, também com o conceito lá em cima pelas bandas de lá. É da mesma marca do mais famoso e dito melhor charuto cubano.
Como não consumo café do jeito tradicional, quis trazer esse pela latinha, hehe. Os bebedores de café que passaram por aqui nos últimos tempos, aprovaram bem! 
Vou fazer mousse de café para provar essas delícias!

Para maiores informações:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Série Cuba - Placas, pisos e sinais de trânsito

Passear por uma cidade como Havana, cheia de resquícios de épocas diferentes, é para se encantar com os detalhes. Em cada esquina é possível ver uma particularidade interessante. Gostei de muitas coisas e neste post, destaco algumas placas.

Amei as placas de identificação das ruas em Habana Vieja, algumas placas de restaurantes e ao mesmo tempo, a improvisação de algumas placas e sinais de trânsito.
Pode não parecer muita coisa em uma viagem, mas sendo eu a viajante, é possível que esses e muitos outros detalhes sejam percebidos.

As duas placas abaixo não dão um ar poético a qualquer rua?


Esse conjunto de elementos me encantou

Detalhe com o nome da Praça.


Placa de um dos restaurantes mais bacanas que almoçamos.

Os números de identificação


Os elementos abaixo são do piso de La Rampa, rua super movimentada e cheia de atrações no Vedado

Apenas dois pra uma amostra. São inúmeros!


As placas de trânsito são em sua maioria assim: mambembes! Amei também.

Esses elementos de identificação ficam no final de cada rua. Como tem ruas que são letras e outras que são números, aqui significa que estamos no cruzamento das calles 21 e "O".

Andava um pouquinho e me deparava com "ceda el paso". Virava à direita, aparecia a placa de novo e bastava dobrar à esquerda um pouco mais à frente, para aparecer de novo essa plaquinha.
Tudo bem, cedi el paso todas as vezes!


Por acaso, estão gostando dos posts sobre Cuba? Se não for pedir muito, pode deixar um comentário dando sua opinião?
A Diretoria agradece, hehe.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Conversa de boteco e outras frituras - Parte II - Padaria Santa Tereza

Saindo da Liberdade, vimos esses artistas de rua: Mustache e os Apaches
Gostamos bem. O cara do violoncelo é muito bacana. Tive a impressão que ele saiu de Nova Orleans direto pra Liberdade pra divertir a gente. Poderia ficar o dia todo assistindo, mas o calor tava tão brabo que até amoleci...
E aí aconteceu uma coisa muito bacana! Entramos numa loja pra perguntar sobre um negocinho que estamos procurando há tempos e sem querer, a senhora nos indicou uma loja que vende coisas de casa, que fica ao lado de uma padoca muito tradicional na Praça João Mendes, praça mais que histórica no centro de São Paulo.
Na mesma hora nossos cérebros buscaram uma matéria recente onde o Barcinski, um dos meus críticos e famintos preferidos, fala de suas coxinhas mais saborosas em São Paulo. E não é que ele fala da coxinha da Padaria Santa Tereza, que fica logo ali pertinho? Exatamente essa, que fica ali ao lado.
Gente, foi juntar queijo minas com goiabada! Corremos pra lá em busca de uma cerveja gelada, que a propósito, estávamos correndo atrás há alguns minutos.
Assim sem querer, descobrimos uma padoca mais que bacana: simplesmente a mais antiga de São Paulo!!! Foi fundada em 1872 e ao contrário do que muitos pensam, a Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, que tem a fama de mais antiga do Brasil, tem ano de fundação em 1906. 

A Santa Tereza é um padocão no sentido mais literal da palavra com atendentes atenciosos, salão inferior comum, mas recheado de coisas gostosas (inclusive a coxa creme do Barcinski) e com salão superior m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. 
Não teve jeito, comemos mais umas frituras.
O sábado bem que poderia ter se chamado "sábado-fritura"...



Mustaches e os Apaches, um barato!

Ah, colaborando com  os artistas de rua, né?

Nosso primeiro garçom: atencioso e simpático!

Uma cervejinha gelada é bão!

Essa cara aí é de dor de cabeça, acreditam? Sério mesmo!
Uma neosa resolveu o problema temporairamente...

Como é que não conhecíamos essa belezura, gente?

Até homenagem ao judiciário ela já fez. Muito chique, não?

Essas matérias na parede são muito comuns nos lugares badalados aqui em São Paulo.
É tradição! Na Padaria Santa Tereza são inúmeras.

Detalhe de um dos salões no andar superior. Sabe assim, amar um local? Pois é!

Curiosidade do lugar.

Maridão de olho em tudo.

Caiu a maior chuva enquanto estávamos lá. Tivemos que ficar, fazer o quê?

A Padaria Santa Tereza fica atrás da Catedral da Sé e com a chuva a coisa ficou mais linda ainda.
A padaria Santa Tereza fica em frente a um velho ponto de garotas de programa muito famoso por aquelas bandas. Como diz o maridão, "as primas"...

Só a abóbada!


Conversa de boteco e mais frituras!

Quando saímos, a coisa não aprecia mais boteco, e sim, padaria mesmo.
Compramos um paõzinho italiano para experimentar.

Geral da padoca e eu perguntando ou reclamando ou considerando alguma cosia, hehe.

Conversa de boteco e outras frituras - Parte I - Liberdade

Saindo da exposição do Portinari, fomos comer umas frituras na Liberdade.
Sabe aquele dia em que você não está a fim de comer nada em especial, mas que umas comidas de boteco caem muito bem? Pois é, hoje foi um dia!
Há tempos queria comer um rolinho frito na rua, sabe? Na Liberdade é o que rola... rolinhos primavera, tempurás, espetos de camarão e todo tipo de fritura possível.
Chegamos e ficamos ali no comecinho da Liberdade, sem entrar muito. Comprei meu rolinho primavera, entramos num mercado pra comprar umas coisas certas e outras erradas (aff!) e fomos no Yoka comer o pastel mais sequinho do mundo!

Maridão tem a força!

Namoro essas luminárias faz tempo... Ainda irei arranjar um cantinho pra elas aqui no apzito.

Essa de mochila vermelha sou eu , tentando comprar um rolinho primavera. Que sufoco!

Consegui pedir! Êba.

Rá!

Metrozão a serviço da galera com mobilidade reduzida, hehe.

Rua Galvão Bueno, a mais famosa do bairro

O povo insite em perguntar quando estamos comendo, impressionante!


Guerra e Paz - Portinari no Memorial da América Latina



Fomos ao Memorial da América Latina ver Guerra e Paz do Portinari.
As telas estão viajando algumas capitais do Brasil aproveitando a reforma pela qual a sede da ONU está passando, já que as telas compõem o acervo da entidade.
Amei o Memorial e amei as telas!
As telas impressionam pela grandiosidade e suntuosidade. Poucas vezes vi coisa igual.
Meu pescoço já tava doendo de tanto que ficamos olhando pra cima, tentando ver os detalhes superiores das super telas.
São duas telas de 14 x 10m. 
Uma representa a Guerra e a outra, a Paz. São lindas, lindas e lindas!
Para completar a exposição da telas, é apresentado um vídeo com detalhes do quadro, curiosidades sobre quando Portinari estava pintando e também um efeito muito bacana de detalhes da tela. 

Acho essa proposta de museu interativo simplesmente maravilhosa. Complementam bem o entendimento de quem vai ver. Valeu muito a visita!

O Memorial visto da saída do metrô. 

Como vocês devem saber, porque já leram aqui, tenho algumas ressalvas em relação ao Niemeyer.
Suas obras são cinzas (puro concreto) e dizimam todo e qualquer verde que possa ter por perto, mas convenhamos, quem sou eu pra  ficar criticando o mais importante arquiteto vivo do Brasil, né?
Pois bem, o Memorial cinza e sem verde visto da rampa que desce do metrô.

A famosa escultura Mão da América. É claro que iria rolar uma fotinho, né?

Maridão entrando na onda das fotinhos icônicas, hehe.

Projeção de um pedaço da tela "Guerra".

Início da projeção. Muito bacana.

Tela "Gerra"

Parte da projeção que complementa a exposição.

Detalhe da projeção: Portinari pintando as telas

No plano maior, a projeção com detalhes da tela Guerra destacavam fragmentos da obra que estava exposta ao lado. 

O mesmo acontecia com a tela Paz.

Maridão Paz.

Eu, também Paz, hehe

Casal Guerra e Paz!



Pausa pro número 1

E pausa também para uma cervejinha, porque senão, ninguém segura o rojão!




Para entender minhas ressalvas sobre o Niemeyer, aqui e aqui!