terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Coisas que odeio em São Paulo


Não são poucas as coisas percebidas por essa "baiana" (como os paulistas chamam as pessoas que vem do Nordeste) aqui. Das mais divertidas às mais chatas, começo uma série de posts com coisas que me chamam a atenção nessa mega cidade. Iniciemos pelas coisas que odeio...
  • Cocô de cachorro nas ruas - talvez esta cidade (no Brasil) só perca para o Rio de Janeiro em quantidade de cachorros. Todo mundo tem um, pelo menos! Andar nas calçadas de São Paulo é um suplício. Quando você não tropeça em alguém com um cachorro, você pisa em cocô, que os donos não juntaram. Acho que esse é o grande motivo de eu ainda não ter um, já que gosto muito dos danados!
  • Mochilas no metrô - quase todo mundo usa mochilas por aqui. Como as distâncias e os dias são longos, sem dúvida nenhuma, as mochilas são práticas porque carregam tudo. O problema é que no metrô, as mochilas atrapalham muito! Mesmo com os avisos sonoros alertando para todos carregarem suas mochilas nas mãos e não nas costas, para não atrapalhar os outros usuários, há sempre os "sem noção" que não ligam pra isso, não ouvem e lascam com tudo. 
  • Livro batendo nas costas - aproveitando o aperto do metrô, além da mochila, tem outro item tão chato quanto: o livro dos outros batendo nas suas costas. Explico: mesmo com o metrô lotado, há sempre aqueles que abrem seus livros para ler. Com a lotação completa, não há espaço suficiente para livros abertos, mochilas nas costas e pessoas felizes. Ler é a melhor coisa do mundo, mas dava para esses "sem noção" esperarem  o metrô esvaziar um pouquinho para fazer isso, não? Outro dia, tinha um cidadão fazendo tarefa do curso de inglês. Por pouco ele não apoiou o caderno nas minhas costas para escrever!
  • Bitucas de cigarro no chão - nem no auge do cigarro no País, lembro de ver tanta bituca de cigarro nos chãos. Nas entradas dos metrôs, é um completo absurdo. Como acumula muita gente fumando antes de entrar, as bitucas ficam amontoadas. Nas portas e calçadas de bares, a coisa beira a loucura. Nem as bituqueiras, engenhocas simpáticas inventadas em um passado recente, resolveram tal problema. Sinto pena, na verdade. Do ambiente...
  • As frases de efeito erradas e horrorosas - É começar uma frase e inserir um "tá ligado, mano" ou quem sabe, um "tipo" pra eu ter vontade de sair correndo. Mas como tudo não é tão ruim que não possa ficar pior, quando ouço as frases "Você quer que eu pego?" ou "Você quer que eu faço?" sinto febre de 40º de tanta agonia, mas pensando bem, talvez eu já tenha tido convulsões ouvindo " mas ele ainda não tinha chego"...

2 comentários:

Macário Campos disse...

Nada com ter nascido no estado em que se fala melhor o nosso idioma....Orra meu!

Ócio, viagens e gastronomia disse...

Kkkkkkkkkkkk Macário querido, feliz ano novo!!!!