segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Muito axé é o que desejo.

Quando chega essa época, é um Feliz Natal pra cá, um Próspero Ano Novo pra lá, é cartão eletrônico indo e vindo...
Você já parou pra pensar quantos desses desejos são sinceros?
Em quais abraços de final de ano, o outro desejou te abraçar de verdade?
Quem, desses amigos que mandam cartão eletrônico, no ato de "enviar" desejou aquilo que estava escrito no cartão?
Pois bem.
Euzinha desejo de todo o coração e alma, uma virada de ano muito feliz!
Gostaria de abraçar a todos indiscriminadamente, encher de beijos as bochechas de todos os amigos que moram no meu coração! Queria gritar assim que encontrasse e pular junto de alegria, brindar com muitas bebidas geladas e muita música alta, só abafadas por sorrisos largos e sonoros, como os dos meus amigos!
Desejo saúde principalmente. Muita saúde. Saúde para dar e vender aos meus amigos e aos seus familiares.
E isso é sincero. Acredite!

Que 2013 possa ser sentido mais levemente, que os sonhos sonhados no dia-a-dia sejam conquistados, mesmo que com muito sacrifício, pois entendo que nada vem de mãos beijadas.
Este ano é da serpente e de saturno. Aproveite este ano com vontade!
Muitas vibrações positivas e muito axé.
Até o ano que vem!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Exposição Brasil Mosaico Cultural: o Tambor de Crioula está lá.


A exposição Brasil Mosaico Cultural, está em cartaz na Estação República do Metrô.
São dessas exposições multimídia, com a utilização de vídeos, áudios, textos, e a possibilidade de você interagir com a própria obra de arte.
É uma exposição relativamente pequena, mas muito bacana. Faz um trabalho de resgate e reconhecimento por parte do Iphan de expressões culturais genuínas, mas que por ignorância do povo, se configuram como manifestações menores ou meramente folclóricas.
Por sorte minha, em uma dessas chuvas de fim do mundo aqui em São Paulo, desacelerei o passo na estação e dei de cara com a exposição, e para minha surpresa, com o Tambor de Crioula do Maranhão!
Não resisti e sentei para ver o vídeo do Tambor. 
Vocês calculam o que aconteceu, né? Fiquei horas vendo e revendo o vídeo.
Resolvi ir tirando fotos e o resultado é o que temos abaixo: nada profissional, nada muito límpido, mas lindo!
Resisti um pouco em publicar essas fotos, mas resolvi postar porque acho que o trabalho de divulgação e de reconhecimento estão acima de tudo. Inclusive de fotos impecáveis!














Tirando o São Luís, com "Z", o vídeo é muito interessante.
As imagens e o roteiro tratam muito bem da manifestação, dos tambores, das coreiras e principalmente, da importância dos negros em todo o processo de preservação da nossa cultura.
A exposição ainda fala das Cavalhadas de Pirenópolis, em Goiás, do Círio de Nazaré em Belém, do Samba da Roda do Recôncavo Baiano, do Fandando Caiçara e do Jongo, que se concentram no Sul e Sudeste do Brasil.
Todas, já registradas ou em processo de registro pelo Iphan como Patrimônio Cultural Nacional.

A chuva foi parando, deu minha hora e não pude ver todos os vídeos, é claro.


O avanço do tempo é rápido demais quando estamos fazendo coisas que gostamos e a vida corrida por aqui não me deixou também ver até quando vai a exposição...

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Suco de Uva Branco Greenday - delicioso!


Há tempos tô namorando essa marca de sucos nas prateleiras do supermercado, mas confesso: cada litro desse custa R$ 9,50 e ainda não tinha tido coragem de comprar!
Na semana passada, num rompante de riqueza absurdo, comprei alguns deles. Depois que pus no carrinho fui correndo pagar pra não dar tempo de me arrepender, rá!

Sabe aquelas uvas verdinhas que você chupa a carninha e não engole a pele? Que são azedinhas, mas macias e pouco ácidas?
Pronto. É igualzinho. Delicioso!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Festival de Saladas do Apzito


Pra compensar os desatinos gastronômicos do final do ano, estamos à base de saladas.
Não que isso resolva assim rápido, o problema de excesso de tecido adiposo nas laterais do casal, mas dá uma sensação mais bacana, sabe?

Na primeira salada, mesclei folhas, verduras e atum com um pouco de macarrão tricolore. Pus um ovinho "meio" cozido pra incrementar na proteína e joguei umas sementes de gergelim preto pra colorir mais ainda.

Na outra salada (vocês perceberam os novos jogos americanos e pratos da paçoquinha amor???), maridão pôs um punhadinho de folhas, verduras, queijos e azeitonas.


Agora é só afundar o pé numas mil garrafas de cerveja, umas 12 fatias de panetone, 1/2 quilo de farofa natalina, umas trufas, 8 rabanadas e mais todo o resto das ceias que rolarão por aqui, pra fazer essas saladas todas valerem a pena. Ou não!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Livros para inspirar algum tempo na cozinha





Ideias renovadas, novas e moderninhas.
Nada como acordar um dia, escolher o livro e se meter na cozinha até sair de lá realizada com quitutes atestados pelo Ferran Adriá ou pelo Alain Ducasse, ham?
Arraso total!
Por enquanto, estão na minha lista de desejos. Todos!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Quarteto Fantástico

Esses quatro agora estão "estagiando" em uma parede do apzito próximo ao bar.
Estou testando o formato.
Dali eles irão para a parede do corredor e depois pro nosso quarto.
Onde eles emanarem mais energia positiva, ficarão!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Biscoitinhos caseiros para perfumar a noite de domingo.


Um biscoitinho no forno perfumando a casa, faz diferença, nénão?
Fiz uns no domingo para o lanchinho da noite.
Testei fazer com farinha integral e ficaram uma delícia.
Separei duas partes: uma eu salpiquei açúcar demerara antes de assar e a outra parte eu enrolei num xerém de amendoim que tinha em casa.
A receita é pequena e só rende uns 20 biscoitinhos, ou seja, o suficiente para a dupla que habita o planeta apzito!




Quer a receita?
Manda e-mail para beatrice@ocioviagensegastronomia.com que mando rapidinho!

Diazão pra você!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Brindemos mais tarde!


Sexta-feira é aquele clima de alegria...
Quase não me contenho de tanta felicidade com um dia quase sempre festivo, que antecede dois dias de descanso que adoro!

Hoje, dando uma pesquisada nuns assuntos antigos, encontrei essa foto de uma festa em São Luís e mais que de repente, meu coração se irradiou de felicidade! Foi ver e sentir o coração aquecido.

A foto consegue transmitir uma alegria incrível, exatamente o que sentimos quando vamos a São Luís rever a família e os amigos queridos.

Dadá e Italo estão demais!

A foto também traduz muito bem o clima das nossas festas por lá: união, diversidade, alegria, desapego, samba, cerveja e suor!

Em homenagem à sexta-feira, a Edu e à sua contagiante alegria, ergamos um brinde mais tarde: tim tim!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Casa Bauducco - loja conceito!


As empresas estão tendo que se reinventar a cada dia para garantir o acesso a todo tipo de público.
São várias as empresas segmentando seus mercados e desenvolvendo produtos específicos para atender às demandas mais variadas.
Bauducco é uma dessas empresas.
Foi inaugurada recentemente a Casa Bauducco, uma loja "conceito" da marca.
São produtos considerados "premium" com embalagens diferentes e uma "pegada" mais artesanal.

Ganhei do maridão esses cookies de chocolate.
São mais gordinhos e crocantes, realmente deliciosos!
Aprovei!




quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O Guaraná Jesus fazendo história em São Paulo...


E assim o Guaraná Jesus vai sendo vendido por aqui...
Sábado, numa parada estratégica, compramos um para colocar um docinho na veia entre um chopinho e outro.

Num outro dia, passeando pelo Shopping, vi essa turminha com um tubão de Jesus em cima da mesa.
Antes de perguntar a origem, fiquei observando as expressões de cada um e vi a alegria em seus rostos. Fiquei toda pimona, hehe.
Um deles tinha acabado de chegar de São Luís e trouxe pra mostrar pra galera o que se bebe por lá.
Todos autorizaram a publicação da foto com a garantia de que trarei mais para eles...



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Cirandinha, um clássico carioca em Copacabana.


Tudo começa com uma fachada charmosa de arrepiar.
Quer mais? Nela está escrito "Salão de Chá".

É entrar e passar por uma cápsula do tempo onde você cai num típico salão de chá, confeitaria e restaurante dos anos 50/60.
A decoração é simples, mas mantém uma aura retrô muito forte que deve ser porque tudo que ainda está lá, é do tempo da inauguração do restaurante, e não, colocado lá para compor o salão.

As mesas e cadeiras tem um design lindamente antiquado e os garçons, juntamente com essa decoração, compõem um ambiente simples, mas refinado a ponto de deixar saudades nesta velhinha que vos fala.

O Cirandinha é muito tradicional. Foi inaugurado na década de 50 e mantém tudo como era desde então, inclusive os clientes, salvo um ou outro cliente saudosista que chega de supetão, como foi o nosso caso.

Entramos num domingo para almoçar e foi uma viagem no tempo sem descrição. Se somássemos as idades dos frequentadores naquela exata hora, daria uns dois milênios fácil, incluindo aí os garçons septuagenários bons de prosa.
As mesas estavam cheias de senhorinhas arrumadinhas com colares dourados e cabelinhos na escova e senhorinhos de blazer e calça social, uma delícia de ver!

Tudo que ali está, é autenticamente antigo, exceto as máquinas de café e de refrigerante que estão localizadas na entrada, juntamente com alguns acessórios culinários num balcão próprio para lanches e café da manhã.

No Cirandinha ainda é possível encontrar clássicos culinários como banana split e sundae, que foram sumariamente descartados nos nossos cardápios. O cardápio, a propósito, é vastíssimo, causando uma confusão na cabeça digna de restaurante bom, onde você fica em dúvida, porque tudo é gostoso.

Descobrimos sem querer esse recanto saudosista e acho que essa descoberta valeu toda a viagem! Pena eu não ter levado nossa indefectível máquina para registrarmos tudo como o Cirandinha merece.
Registramos o que deu via celular (que não tem uma boa resolução) simplesmente porque não conseguiria descrever com riqueza de detalhes nossa experiência.


O Cirandinha fica na movimentada Avenida Nossa Senhora de Copacabana e é bem possível que você não dê a menor pelota pra ele ao passar na calçada.

Fomos tomar café também. Dá pra imaginar um lugar em que o atendente põe um guardanapo de tecido no balcão?
E que o chocolate vem em dois bules de inox, um com chocolate bem forte e outro com leite bem quentinho?






Não tínhamos ideia do que pedir para celebrar aquela descoberta.
Eu queria batatas portuguesas desde sempre, porque vi que em quase todas as mesas tinham, então imaginei que seria um clássico local.
Maridão pediu o creme de milho e optamos por um frango para não complicar a digestão.
Eu J-A-M-A-I-S comi um creme de milho tão bom. Até hoje sinto o doce do milho na boca...
Acertamos em cheio na pedida!


Cirandinha
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 719.
Rio de Janeiro



Dedico a todos aqueles, que como eu,  amam aquilo que já passou, embora curtam bem os tempos modernos...

domingo, 2 de dezembro de 2012

Abóbora recheada com carne seca: um luxo!

A Andréa (cunhada) adora inventar coisas gostosas, eu nunca vi!
Dessa vez fez abóbora assada recheada com carne seca: um luxo!


A abóbora foi assada no forno e recheada com catupiry depois de pronta.




A carne seca já pronta foi colocada dentro da abóbora.

 Depois de recheada, a abóbora foi fechada com fatias de muçarela e voltou ao forno.

Preciso falar mais alguma coisa?
Preciso sim! O gostoso e divertido da receita é que quando você vai tirando a carne de dentro, vem as raspinhas da abóbora assada dando aquele sabor docinho e irresistível. Huuuummmmmmmm

Quer a receita completinha? Manda e-mail pra gente!
Não sabe o e-mail? Anota aí: beatrice@ocioviagensegastronomia.com


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

50 tons de cinza. Tô lendo trechos da mulherada no metrô!

Sou um pouco reticente com best sellers.
Nunca fui muito afoita com aquilo que todo mundo gosta, embora existam inúmeros exemplos culturais populares e com grande apelo, que gosto muito e admiro.
Com os livros é que tenho uma certa frescura, admito!
Esse livros que são estrondos de vendas geralmente não leio porque eu acabo sabendo da história, enredo e detalhes pela boca do povo!
Em todos os lugares as pessoas comentam, as críticas na mídia ficam mais escancaradas e não dá vontade de ler aquilo que eu já sei o geral, mesmo não sabendo as entrelinhas.
50 tons de cinza, é um exemplo.
Depois de "O caçador de pipas", eu não lembro de ter visto algo tão vultoso no Brasil.
Nem mesmo os livros do Laurentino Gomes, que foram verdadeiros sucessos de vendas (os quais li todos), eu vi coisa igual.
No clube, semana passada, eu vi 6 mulheres lendo enquanto tomavam sol.
No metrô, vejo várias mulheres lendo todos os livros da trilogia.
No ônibus, nem se fala.
Aqui no trabalho, as meninas "tão que tão"...
Na hora do almoço, nos restaurantes, a coisa beira a uma epidemia.
Acho que tô meio enjoando das capas...

Tenho lido umas passagens dos livros das passageiras que estão coladas em mim nos metrôs e ônibus, rá! Espicho os olhos e fico lendo meio de lado (dá uma dor de cabeça danada depois, hehe) torcendo para a companheira não virar a página antes de eu conseguir terminá-la.

Não sei como é que está escrito o livro, mas todas as vezes em que estou usurpando (no bom sentido, é claro!) uns parágrafos de uma leitora no metrô, as cenas são sempre do cara pondo uma venda na protagonista, sussurrando no ouvido dela coisinhas sensuais, baixando a calcinha com os polegares, etc, etc...
Estou com a impressão de que o livro só trata disso. Estou errada?
Ou seja, é um livro de auto ajuda erótico?

Se for, das duas uma: ou estamos escrevendo pouco sobre sexo e erotismo no Brasil ou a mulherada tá muito carente de fantasias sexuais.

Fiquei com dó agora de ter inativado um blog de contos eróticos que fiz com minha amiga Marcelle. Acho que daria samba...





quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Alinhado


Meio sem graça fui entrando.
O ambiente é antiquado, não posso negar. As mesas dispostas pelo salão demonstram um restaurante bem frequentado. Estava bem cheio!
Várias geladeiras, propagandas de bebidas e recortes de matérias de jornal fazem a decoração displicente do local.
Não deu um minuto e meio e lá estava eu com dor nas costelas. As cadeiras de balcão são realmente muito ruins. Sempre que sento num balcão desses de boteco, fico desconfortável. Doi as costas, as pernas ficam dormentes, não tenho onde por os braços e meus olhos não sabem para onde se direcionam, um horror!
Mudei para uma mesa mesmo sob a ameaça de que iriam me cobrar 10% e pedi um PF de fígado com salada.
Ele veio todo rapidinho e vestia um paletó super branco e engomado.
Veio me trazer os pratos e os talheres para deixar na mesa.
Por dento do paletó ele vestia uma camisa também branquíssima com uma gravatinha preta que combinava com uma calça preta um tanto russa e um sapato engraxado recentemente.
Está no mesmo restaurante e na mesma função há 45 anos, mas tem a mesma energia de antes.
A displicência do ambiente não combina com suas vestes limpas e alvas. As vestes, no entanto, combinam com seus cabelos brancos.
Pouco ouve.
Repeti meus pedidos umas três vezes.
Ele não entende como as pessoas almoçam com o celular hoje em dia. Também não entende como as pessoas podem ter deixado pra lá a mania de vestirem-se bem.
Estar alinhado faz parte do trabalho e lhe dá orgulho. O freguês gosta.
Eu gostei.


domingo, 18 de novembro de 2012

Arroz de toucinho, carne moída e farofa de ovo, seu nome é felicidade!

Para mim, não tem mistério: comida boa é aquela que te deixa feliz!
Não importa se é um prato com ingredientes do Sudeste Asiático, se é um prato do melhor restaurante de Paris ou se é carne moída com farofa de ovo, que no caso, é o prato desse post.

A carne moída é a forma de apresentação da carne que menos dá trabalho para nosso corpo. Ela já vem triturada e dessa forma, facilita a absorção dos nutrientes pelo organismo e permanece menos tempo no corpo antes de ser expelida naturalmente...

Gosto muito de carne moída com azeitona, em especial a que o maridão faz, que não usa tomates para não deixar a carne parecendo um molho à bolonhesa.
Ele refoga com azeite, alho, cebola e sal. Deixa encorpar naturalmente, frita um pouco na própria panela, põe em pouquinho de água para cozinhar e deixa secar. Finaliza com salsinha, cebolinha e azeitonas picadinhas.
Fica uma carne sequinha, bem temperada e com várias possibilidades.
Sempre separamos uma porção para congelar e deixar em stand by para eventualidades. A maioria das vezes vira um molhão à bolonhesa daqueles...
O que sobra, comemos antes mesmo de transformarmos em outra receita. Eu, na verdade, como a carne sozinha, assim sem arroz nem nada, a maioria das vezes...
Maridão já separa um pouco no potinho assim que a carne tá pronta e saio comendo desembestada pela casa.

Nesse sábado, estávamos com toda a preguiça existente nesse mundo.

O percentual de coragem que ainda sobrava no corpo só deu para irmos à feira e fazermos um almoço emocional, que a propósito, passa por uma farofa de ovo feita com a farinha seca (farinha branca aqui) do Maranhão, que claro, tenho um pouco aqui.

A carne ficou a cargo do maridão;
A farofa de ovo eu mesma fiz aos moldes maranhenses e;
O arroz é de toucinho, proveniente do último carregamento direto da casa da minha mãe.

Se felicidade tem nome, nesse sábado, o nome dela era arroz de toucinho, carne moída e farofa de ovo!!!



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Para quem tem praia...

A foto deste post é do domingo passado em praia fluminense.
Linda e inspiradora...

Você que tem uma dessas, ou similar, perto de você,  faz um favor pra mim?

Vai até lá, curte o dia ao ar livre, recarrega as energias com o sol e relaxa um pouco com os amigos e/ou família, porque seria o que eu estaria fazendo, caso, assim muito supostamente(...), eu não estivesse trabalhando!

Bom final de semana ocioso!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Três refeições no Rio de Janeiro

Foram apenas dois dias e meio no Rio de Janeiro e excluindo os petiscos de botequim e festanças, fizemos três refeições.
Duas delas estão neste post e a terceira, bem, foi num lugar incrível, descoberto ao acaso, que claro, merece um post inteirinho para ele. Aguardem!



Nada profundo por enquanto.
Nada com tanta informação, apenas registrando algumas coisas que comemos por lá.
Dessa vez em meio à chuva, resolvemos comer o famoso prato carioca File à Oswaldo Aranha.
Mesmo sempre indo lá, nunca tinha comido o prato propriamente dito e como estávamos famintos por um "arroz com carne" (não tem dia que o corpo da gente pede carne?), não houve melhor hora!
O prato é simplésimo: filé com alho por cima, arroz branco, batatas fritas e farofa de ovo, ou seja, um prato que sempre rola no apzito e tenho certeza que na sua casa também!

Não podemos considerar o melhor Oswaldo Aranha carioca, é claro, pois sei que o alho é laminado e no nosso prato veio alho frito em cima do filé; a farofa é de ovo e a nossa veio farofa normal, mas valeu pra poder entender a mágica do prato.
Tudo em comida, é como você faz e com que ingredientes trabalhou. Se o alho tivesse realmente laminado, refogado na manteiga, se a farofa fosse de ovo mesmo, fazendo você lembrar de algum momento festivo, imaginem o que daria esse almoço?
Pois bem, o desafio do blog agora é comer vários "Oswaldo Aranha" para poder eleger o que melhor nos cai na pança!
Ôba!




O outro prato saboreado foi essa massinha deliciosa.
Nessas viagens corridas, a última coisa que você faz é pensar em comida, mas tem dias que o corpo pede mesmo, assim como pediu a carne na refeição anterior...
Talvez pelas semanas anteriores corridas, onde as refeições são escanteadas; talvez pela idade que vai avançando e o corpo entende que tá na hora de beber e se alimentar (né?), ou porque o lugar é bacana e você quer se dar um presente..

A massa foi no Bistrô Santa Satisfação que gostamos muito.
Tem sempre o prato do dia, feito com muito carinho e com gostosuras diferentes.
Sempre que vamos ao Rio damos uma passadinha pra comer bem.
Mesmo sendo jantar, chutamos o balde e comemos esse prato, que até agora estou pensando em tentar fazer lá por casa.
Pedimos meia porção e ainda assim, com um porcionamento satisfatório!

E viva a delícia que é experimentar coisas novas e de sentir o mesmo sabor sempre!!!