Pular para o conteúdo principal

Parque do Ibirapuera a 34º

Sábado ao meio-dia fez 34º.
Acho que desde que moro aqui nunca senti na pele o sol tão forte como nesse dia.
Há tempos esperava por um sábado como esse, de sol forte e sem compromissos sociais. Resolvemos ir ao lugar mais provável para um dia como esse: ao Parque do Ibirapuera para andar de bicicleta.
O aluguel de bicicletas custa R$ 5,00 a hora e é um preço muito razoável pro tamanho da ciclovia do parque.
Em uma hora dá pra duas voltas e ainda dar umas paradinhas estratégicas. 

Chegamos no ápice do sol e da quantidade de gente no local. Estava bem cheio e muito gostoso.
Adorei o programa!
Cheguei em casa tão moída que não deu pra fazer nada além do que o piloto automático permite, como tomar banho, comer e dormir.

Água. Delícia de bebida no sol.

Água e mais água o dia inteiro.

Umas paradinhas de vez em quando (na sombra) foram necessárias

Gosto dessa foto. Verde e prédios...

Cisnes negros.

Gosto muito de paisagens assim.

Quase todas as crianças de São Paulo estavam lá. Certeza!

A ciclovia estava disputada, mas mesmo assim, ótimo programa.

Quiosque dentro do Parque.
Depois de duas horas pedalando...

Viva o sol!
Existem vários espaços com aparelhos para exercícios. As crianças tomaram conta...




O parque é dotado de uma infra muito interessante. Tem banquinhas de lanches, com salgadinhos, sucos, refris, água de coco (detalhe: do coco!), quiosques, trilhas, pracinhas, banheiros, restaurantes, etc. 
Ficamos 2h30min de bike.
Almoçamos por lá e voltamos pra casa, mortinhos da silva, é claro!

Comentários

alana disse…
adorei este post. deu vontade de está lá. da proxima vez que for em SP tenho que ir no ipirapuera.

Postagens mais visitadas deste blog

Patinhas de caranguejo ao molho vinagrete

O vinagrete do jeito que eu gosto...

Ingredientes
1Kg de patinha de caranguejo (de preferência do Maranhão, hehe) 2 tomates maduros 1 cebola 1 pimentão verde (que pode ser o da sua preferência) 1 maço de cheiro verde (se você preferir) ou apenas cebolinha 2 limões Sal Azeite para temperar
Modo de preparar
Afervente as patinhas em água com umas pitadinhas de sal. Veja bem, aferventar não é ferver. Basta abrir fervura e elas começarem a ficar cor de rosa, é pra tirar do fogo. Reserve e deixe esfriar. Se ficarem muito tempo no fogo elas ficam duras e na verdade elas devem ficar macias. Após lavar os legumes, corte em pedaços uniformes e bem pequenos, assim como o tomate (que é uma fruta). Para mim, quanto menor, melhor. Misture todos os legumes cortadinhos num bowl, tempere com o suco do limão, sal e bastante azeite. Acrescente um pouco de água filtrada para dar um pouco mais de molho ao vinagrete. Arrume as patinhas num refratário deixando-as com o "cabinho" pra cima. Dessa forma fica mais f…

Raposa, MA - passeio náutico que vale a pena!

Em meio às férias, resolvemos passear de barco pela Raposa, município da área metropolitana da Ilha de São Luís.
O município é pequeno. Grosso modo, deve ter por volta de 35 mil habitantes no máximo.
Tem uma cultura pesqueira muito interessante e também é um polo rendeiro de destaque em São Luís.

A cidade em si, não é muito atraente. São ruas estreitas, com casas, em sua maioria, de madeira, que lembram palafitas, no sentindo mais geral do termo.
Percebe-se a falta de saneamento básico na cidade e uma certa desordem urbana. Basta para isso, percorrer suas ruas para entender do que estou falando. Banheiros improvisados próximos aos mangues e muito lixo acumulado nas ruas e entre as casas é um dos retratos mais gritantes ao darmos uma volta perímetro urbano.

A Raposa surgiu como uma colônia de pescadores, com início na década de 40 do século passado, por pescadores vindos do Ceará e rapidamente tornou-se um reduto cearense, com as mulheres rendeiras desenvolvendo seu trabalho e os pesc…

Óleo composto de soja e oliva. Não caia nessa!

Esses óleos compostos que tanto enganam os comensais espalhados por ai foram feitos para cozer, não para derramar em cima do prato pronto! Foram criados como uma alternativa para quem está com o orçamento apertado ou não tem costume de cozinhar com azeite de oliva.  Para um prato refogado, por exemplo, fica muito saboroso. O problema é que pelo fato de ser mais barato, os donos de alguns restaurantes de segunda, terceira, quarta e quinta categoria substituem o tradicional azeite por esse composto e a turma desavisada, derrama com gosto em cima do prato. Uma maldade! Vejo o povo jogando em cima da salada, sendo que em todos os compostos, 95%  é de óleo de soja e apenas 5% é de azeite (não extra-virgem!). Esperteza do restaurante que ganha por um produto de qualidade inferior e lerdeza do consumidor que não lê o que está consumindo. O consumo de azeite no país tem crescido assustadoramente, à proporção que  a gastronomia ganhou status de ciência e o poder aquisitivo da população melhorou.  De…