Pular para o conteúdo principal

Balanço Editorial: 7 livros

Fazendo um balanço das leituras esse ano, consegui quebrar a barreira da preguiça e do tempo e terminei 1822, do Laurentino Gomes.
Nossa, como demorei pra terminar esse livro! Como é um livro relativamente grosso, levar na bolsa compromete a postura da pessoa, porque pesa, né meu povo? E com essa "negativa", acabo lendo somente nas horas vagas que tenho em casa, ou seja, nunquinha!!!!
Mas enfim, fiz uma oração, um catimbó brabo e consegui terminar. Gostei muito, aliás, gosto de história e recomendo a série de livros do Laurentino: 1808 e 1822.
Estou lendo agora uma coleção da Bravo! Literatura e Futebol, que é uma ideia bacanérrima que junta vários autores com diversos textos falando do mesmo tema: futebol.
Gosto muito do assunto, sabiam?
Estou me divertindo com essa leitura. Mas termino ainda essa semana, pois como é fininho, cabe na bolsa e dá pra ler no ônibus e no metrô. 

Pra garantir a leitura da semana, estou começando o livro que inspirou o bloguito: Ócio Criativo do Domenico De Masi (peguei do maridão, que já estuda isso há um tempão). Também foi a indicação de um leitor do Blog, que a propósito, estou devendo alguns trechos em forma de texto.
Não é uma leitura fácil, assim como o livro que estou lendo, mas acho bom revezar os tipos de leitura. Assim dá pra exercitar o cérebro e comparar autores.

Balanço Editorial até agora: 7 livros!


Comentários

Macário Campos disse…
Minha heroína, no bom sentido, ainda não consegui terminar o 1822, diferente do 1808, esse é muito chato, espero que o 1889, se vier, seja melhor. Bjs a você e Itinho.
Oi Macário, poxa, realmente é mais chatinho mesmo...senti isso!
Ah sim, estou esperando esse pra completar a leitura e coleção.
Beijos em vc também e vamos marcar algo, heim? Obrigada pela visita.
DaniEla disse…
já ti disse que quando eu crescer quero ser igual a você? (até rimou, heheh!)
já né?
então tá!
bj e xau
= /

Postagens mais visitadas deste blog

Patinhas de caranguejo ao molho vinagrete

O vinagrete do jeito que eu gosto...

Ingredientes
1Kg de patinha de caranguejo (de preferência do Maranhão, hehe) 2 tomates maduros 1 cebola 1 pimentão verde (que pode ser o da sua preferência) 1 maço de cheiro verde (se você preferir) ou apenas cebolinha 2 limões Sal Azeite para temperar
Modo de preparar
Afervente as patinhas em água com umas pitadinhas de sal. Veja bem, aferventar não é ferver. Basta abrir fervura e elas começarem a ficar cor de rosa, é pra tirar do fogo. Reserve e deixe esfriar. Se ficarem muito tempo no fogo elas ficam duras e na verdade elas devem ficar macias. Após lavar os legumes, corte em pedaços uniformes e bem pequenos, assim como o tomate (que é uma fruta). Para mim, quanto menor, melhor. Misture todos os legumes cortadinhos num bowl, tempere com o suco do limão, sal e bastante azeite. Acrescente um pouco de água filtrada para dar um pouco mais de molho ao vinagrete. Arrume as patinhas num refratário deixando-as com o "cabinho" pra cima. Dessa forma fica mais f…

Raposa, MA - passeio náutico que vale a pena!

Em meio às férias, resolvemos passear de barco pela Raposa, município da área metropolitana da Ilha de São Luís.
O município é pequeno. Grosso modo, deve ter por volta de 35 mil habitantes no máximo.
Tem uma cultura pesqueira muito interessante e também é um polo rendeiro de destaque em São Luís.

A cidade em si, não é muito atraente. São ruas estreitas, com casas, em sua maioria, de madeira, que lembram palafitas, no sentindo mais geral do termo.
Percebe-se a falta de saneamento básico na cidade e uma certa desordem urbana. Basta para isso, percorrer suas ruas para entender do que estou falando. Banheiros improvisados próximos aos mangues e muito lixo acumulado nas ruas e entre as casas é um dos retratos mais gritantes ao darmos uma volta perímetro urbano.

A Raposa surgiu como uma colônia de pescadores, com início na década de 40 do século passado, por pescadores vindos do Ceará e rapidamente tornou-se um reduto cearense, com as mulheres rendeiras desenvolvendo seu trabalho e os pesc…

Óleo composto de soja e oliva. Não caia nessa!

Esses óleos compostos que tanto enganam os comensais espalhados por ai foram feitos para cozer, não para derramar em cima do prato pronto! Foram criados como uma alternativa para quem está com o orçamento apertado ou não tem costume de cozinhar com azeite de oliva.  Para um prato refogado, por exemplo, fica muito saboroso. O problema é que pelo fato de ser mais barato, os donos de alguns restaurantes de segunda, terceira, quarta e quinta categoria substituem o tradicional azeite por esse composto e a turma desavisada, derrama com gosto em cima do prato. Uma maldade! Vejo o povo jogando em cima da salada, sendo que em todos os compostos, 95%  é de óleo de soja e apenas 5% é de azeite (não extra-virgem!). Esperteza do restaurante que ganha por um produto de qualidade inferior e lerdeza do consumidor que não lê o que está consumindo. O consumo de azeite no país tem crescido assustadoramente, à proporção que  a gastronomia ganhou status de ciência e o poder aquisitivo da população melhorou.  De…