terça-feira, 30 de agosto de 2011

Nível grave. De novo!

Meu jantar domingo, quando iniciei tudo.
Prato de sobremesa e copo de mate

Vou contar uma novidade: estou de dieta!!!!
Você nunca me ouviu falar sobre isso aqui, né?
Jamais me viu comentar que estou com uns quilos extras, não é mesmo?

Pois é, comecei pela bilionésima vez uma dieta nível grave.
Estou proibida de ingerir coisas deliciosas, podendo entrar apenas em meu cardápio coisinhas até o nível "gostosas".

Para entender os níveis de dieta, aqui.
Bom dia!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Padaria Basilicata

O assunto padaria aqui em São Paulo é coisa séria. Um verdadeiro patrimônio da cidade.
Além da padaria em si, tudo que é vendido nela também faz parte do dia-a-dia dos paulistanos e de quem aqui vive: pães, antepastos, queijos, embutidos, etc 
Ir à padaria não significa apenas ir a algum lugar comprar pão e sim, ver pessoas das mais diversas, comprar muitas variedades de alimentos, ser visto, ou seja, fazer um programa dos mais comuns por aqui. 
Dentre as padarias tradicionais da cidade, se destaca a Basilicata. Fica na 13 de maio, logo ali no Bexiga, bem pertinho de onde acontece o festejo de N. Sra. Achiropita, que tive o prazer de conhecer nesse sábado.
Como chegamos cedo para a festa, passamos na padaria pra comprar um autêntico pão italiano pra fazer umas Bruschettas no domingo.
Assim como a São Domingos, outra padaria muito tradicional também, a Basilicata estava cheia e vendendo de tudo.
Adoro padarias e tudo que nela vende.


Frente da Basilicata

Rua 13 de maio a tarde. Uma delícia!

Queijos dos mais variados

Como todas as tradicionais, é pequena e aparentemente acanhada. É preciso entrar pra se encantar com tudo.

Ó o tamanho do provolone da entrada...

Ainda é possível encontrar alguns ambientes que lembram antigamente e eu, saudosista que sou, tratei um pouco as fotos para me sentir no clima.
Em breve posto fotos coloridas dos antepastos e de dentro da padoca.
Um dia lindão procê!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Chopp x suco de melancia

Tive pouco tempo pra almoçar. Nessas horas eu me esbaldo em um boteco pé sujo, que é uma beleza...
Entrei meio sem jeito, um pouco "encabulada", mas sentei e fiz meu pedido.
O barulho dentro de um boteco desses é ensurdecedor, agravado nesse caso, por um pavimento em cima, fazendo com que os garçons além de se virarem nos 30, tem que gritar para a perfeita comunicação com os garçons "de cima"!
Ao invés de ficar irritada, resolvi anotar todas as frases que ia ouvindo enquanto dava goles no meu suco de melancia.
Abaixo escrevo as frase e os respectivos significados ao lado.

- "Melancia subindo" - Suco de melancia pro andar de cima do boteco!
- "Uma coca com GL" -  Coca-cola com gelo e limão
- "Um nº 2 no capricho" - Cheeseburguer bem passado
- "Zé, um minas quente saindo" - Sanduiche de queijo minas bem passado
- "O vasco deixou vocês sonharem ontem, heim?" - O atendente "curintiano" falando para um palmeirense sobre o jogo de ontem. O palmeiras fez 3 gols, mas ainda assim foi eliminado da Copa Sul americana pelo vasco que tinha vantagem.
- "Um chopp saindo" - Básico: as pessoas almoçam às sextas tomando chopp. Delícia, heim?
- "Dois sem colarinho saindo" - Dois choppinhos sem colarinho para as duas senhoras que estavam do meu lado.

Vi os chopps, olhei para o meu suco de melancia...levantei e vim embora!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Xô!

Sempre as quintas, sempre as quintas...
Dias cansativos.
Funcionam como transição entre a semana e o o fim de semana.
São confusos.
Transições são sempre assim: confusas, cansativas...
A quantidade de coisa que ainda tenho pra fazer chega a desanimar.
Ai quinta, cansei de você!
Xô, xô, xô!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Armazém Santa Filomena na Zona Cerealista: de tudo um pouco.

Ali bem pertinho do mercadão, em pleno centro de São Paulo, está a Zona Cerealista, território dos grãos, farináceos, temperos, massas, azeites e desidratados.
Um pedaço incrível para quem procura coisinhas diferentes e naturebas. 
Até vir morar aqui não conhecia a região, embora já consumisse vários produtos naturais, comprados com uma certa dificuldade em São Luís.
Em média uma vez por mês vamos lá comprar insumos para saladas, ensopados e grãos. Tenho aos poucos introduzido alimentos com menos gordura e mais fibra na alimentação.

A Zona possui inúmeros, incontáveis, centenas de armazéns muito parecidos que vendem além de todos os itens citados acima, quase tudo que você possa imaginar. Passear pelas ruas e becos é uma descoberta atrás da outra. Basta entrar em um dos armazéns pra imaginar mil possibilidades de comidinhas, aperitivos e bebericos.

O armazém que frequentamos é o Armazém Santa Filomena, simpático armazém que está sempre bombando. 
Fico impressionada como os outros sempre estão vazios e o Santa Filomena lotado. 
Da última vez que fomos, aproveitamos e fotografamos tudo. Até o Seu Ademar, o proprietário que é tímido, posou para nossa humilde câmera.
O atendimento é cortêz e acreditem: é com senha! É só chegar, pegar a sua e esperar um atendente gritar seu número. 
Você pode escolher à vontade e abusar um pouco da bondade deles. Enquanto for sua vez,  você pode ficar o tempo que for preciso.

Os produtos ficam em potes plásticos com tampa. Por motivos óbvios, é proibido meter a mão. Apenas o atendente pode retirar o produto com uma pazinha específica.
Você pede a quantidade que precisa: de 100 gramas a 1000 quilos..

Pausa para foto: nosso atendente, Maridão, Minhoca para dar apoio moral e a Andréa, nossa colaboradora/consultora que praticamente toda semana está por lá comprando novidades para nossas receitas.

Os desidratados também ficam em potes transparentes para facilitar a escolha pelo cliente.

Essa amêndoa é uma perdição. É experimentar uma pra nunca mais comer nada parecido.

Tomate granulado é um dos exemplos dos produtos que gosto muito. Assim como as cebolas desidratadas, estão sempre nas comidinhas do apzito.

Esse sal é mais saudável e embora um pouco mais caro, tenho em casa também.

Conheço pouca gente que gosta de pimentão. Eu adoro!
Desidratado você não sente os pedacinhos na comida e ainda dá aquele sabor todo especial à comida!

Acho esse colorido lindo!

Farinha de trigo, acúcares (refiando, granulado, orgânico, mascavo, etc), amidos... Ficam nessa seção. 

Uma geral do armazém, num dia vazio.

Os produtos de um modo geral são mais em conta. Vale muito a pena comprar itens fracionados, mesmo quando é uma coisa mais cara como o estragão.

Seu Ademar com parte da equipe

Frente do Armazém Santa Filomena


Além de tudo que foi mostrado neste post, no Santa Filomena vende também azeites, tomates sem pele, bebidas importadas, chocolates e ainda alguns produtos diferentes que cabem naquelas frases: "ah, só deve ter na Zona Cerealista". É isso mesmo. Tem coisa que só tem lá!

A região ferve aos sábados pela manhã e para mim é sempre um passeio divertido. A cada nova isa, descubro mais coisas gostosas.
Taí um passeio que indico até para quem não se interessa por assuntos relacionados a gastronomia: história, comportamento, gastronomia e cultura. Tudo pode ser visto naquela região e no mesmo passeio.


Armazém Santa Filomena,
Rua Santa Rosa, 100. Brás. SP
E-mail: armazemstafilomena@terra.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Dicas Gourmet sobre tipos de serviços




Tirando meu cabelo que está medonho, adorei relembrar meus tempos de professora.

Esse vídeo foi gravado para o Programa Club Gourmet, melhor programa do gênero nas regiões Norte e Nordeste.

Para saber mais, aqui

100 Dicas para viajar melhor - Referências sobre os Lençóis Maranhenses

Marquei no livro 100 Dicas para Viajar Melhor do Ricardo Freire, que falei outro dia,  algumas passagens bacanas sobre os Lençóis Maranhenses e ainda sobre dois lugares muito especiais pra mim: Barra Grande, no Piauí e Santo Amaro do Maranhão.

Vamos a elas:

Logo no começo do livro ele reforça as benesses de viajar pelo Brasil, mesmo com o real forte no exterior. Embora seja um assunto muito delicado de se tratar, fiquei muito feliz quando li: "Sem patriotada: você vai achar poucos lugares no mundo mais impressionantes que os Lençóis Maranhenses".
[suspiros nível 10]

Tem dicas também pra quem quer economizar: No tópico sobre viajar de ônibus ele alerta que dá pra viajar tranquilamente de ônibus para "Jericoacoaara, Barreirinhas (Lençóis Maranhenses), Lençóis (Chapada Diamantina), Ouro Preto, Tiradentes, Bonito e Paraty". Estão esperando o quê? Mochila nas costas e rodoviária, já!
[Detalhe, tirando Jeri e Barreirinhas, que conheço muitão e Paraty, que conheço razoavelmente bem, os outros lugares estão na lista como próximas paradas!] 

Estão pensando que ele esqueceu dos que gostam de viajar sozinhos? Não!
Lá vem os Lençóis de novo! São apontados, juntamente com outros destinos ecoturísticos, como ótima opção para quem viaja sozinho. E isso se deve ao perfil do lugar. Destinos ecoturísticos costumam atrair pessoas aventureiras, descoladas e que gostam de fazer amizades. Ponto pra nós, hehe!
[suspiros nível 5]

Na edição que comprei vem 100 dicas extras. [Alegria nível 10]
No item 100 praias brasileiras fora do mapa, a primeira citada por ele é Barra Grande no Piauí. Uma delícia de praia, por enquanto, escondida no Piauí. Indico muito.
[Suspiros nível 9.25]

No capítulo "10 destinos com alto índice de "uau"", para minha surpresa, ele indica Santo Amaro do Maranhão e ainda afirma imperativamente que ali se escondem as lagoas mais bonitas dos Lençóis.
Ai, ai ai... [Suspiros nível 10].

E pra fechar: tchan tchan tchan tchan!!!

Nas 10 comidinhas (e bebidinhas) brasileiras imperdíveis, o camarão da Luzia está no topo! Realmente é muito divertido e saboroso se embrenhar nas areias dos Lençóis e se esbaldar nesse tempero guardado a sete chaves. Já teve ocioso mandando foto pra gente também. Aqui.
[Suspiro nível 10.5, beirando o êxtase!]

domingo, 21 de agosto de 2011

Balanço Editorial: 7 livros

Fazendo um balanço das leituras esse ano, consegui quebrar a barreira da preguiça e do tempo e terminei 1822, do Laurentino Gomes.
Nossa, como demorei pra terminar esse livro! Como é um livro relativamente grosso, levar na bolsa compromete a postura da pessoa, porque pesa, né meu povo? E com essa "negativa", acabo lendo somente nas horas vagas que tenho em casa, ou seja, nunquinha!!!!
Mas enfim, fiz uma oração, um catimbó brabo e consegui terminar. Gostei muito, aliás, gosto de história e recomendo a série de livros do Laurentino: 1808 e 1822.
Estou lendo agora uma coleção da Bravo! Literatura e Futebol, que é uma ideia bacanérrima que junta vários autores com diversos textos falando do mesmo tema: futebol.
Gosto muito do assunto, sabiam?
Estou me divertindo com essa leitura. Mas termino ainda essa semana, pois como é fininho, cabe na bolsa e dá pra ler no ônibus e no metrô. 

Pra garantir a leitura da semana, estou começando o livro que inspirou o bloguito: Ócio Criativo do Domenico De Masi (peguei do maridão, que já estuda isso há um tempão). Também foi a indicação de um leitor do Blog, que a propósito, estou devendo alguns trechos em forma de texto.
Não é uma leitura fácil, assim como o livro que estou lendo, mas acho bom revezar os tipos de leitura. Assim dá pra exercitar o cérebro e comparar autores.

Balanço Editorial até agora: 7 livros!


Final de semana = frio +descanso.

O final de semana foi calminho, calminho.
Está fazendo muito frio e além disso fui agraciada com um resfriado do bom!
Deu pra ficar em casa, descansar e trabalhar. Trabalhei um tantinho no sábado e estou trabalhando agora. 
É preciso parar um pouco às vezes pra poder se energizar.
É isso que estou fazendo.

Bom início de semana procê!

sábado, 20 de agosto de 2011

Nhoque recheado com muçarela

Hummmm, que tal um nhoque recheado com muçarela?
Nossa colaboradora Andréa fez e ó que delícia?

Ingredientes:

2 cubos de caldo de galinha
4 colheres (sopa) de margarina culinária
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 kg de batata cozida e espremida
650 ml de água
300 g de muçarela em cubos

Como fazer:

Leve ao fogo a água com a margarina e os cubos de caldo de galinha até ferver.
Junte a farinha de uma só vez e mexa até soltar da panela.
Tire do fogo e junte as batatas espremidas. Faça bolinhas e recheie com a muçarela. Acomode em um refratário, cubra com o molho de sua preferência. Polvilhe queijo ralado e leve ao forno por 15 min. Sirva quente.


Utilizamos a margarina culinária Amélia

Em separado você põe a batata pra cozinhar

Corta a muçarela e se fizer como nós, abra uma cervejinha também pra fazer um clima.

A farinha de trigo põe de uma vez só

E vai mexendo...

Fica esse bolo. Quando desprender da panela, está na hora de tirar do fogo.

As batatas foram espremidas em cima da própria massa. Assim fica mais fácil de misturar.

Despeje numa superfície lisa polvilhada com farinha de trigo.
Faça as bolinhas e coloque a muçarela dentro.

Cubra com o molho. Em nosso caso foi bolonhesa.

Depois de polvilhar o queijo ralado, gratinar no forno.
Delícia, delícia!!!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Frango desfiado Vapza: do quintal à caixinha no supermercado


Bom, primeiro não tive tempo de refletir melhor se isso é realmente bom ou ruim.
Pensando na coisa de modo superficial, achei o máximo poder comprar frango desfiado prontinho na caixinha. Já tinha visto esses produtos no Nordeste Culinaria 2009, mas enfim, o tempo vai passando e em São Luís eu nunca achei.
Passeando no mercado semana passada, achei e comprei um frango desfiado e uma seleta de legumes.
Gente, isso é o máximo da praticidade e da vida moderna!!! 

Quando falei lá em cima sobre ser ruim, explico: achando essa maravilha, o que seria uma longínqua possibilidade se transformou numa franca realidade: jamais aprenderei a cortar um frango!
Isso não é terrível? Não é de cortar os pulsos?
É claro que a culpa é da minha mãe que ao invés de me repassar a tecnologia culinária, ficou pra ela, dando a desculpa do seu amor sem limites...

Cortar um frango tem uma certa alquimia. Não é pra todo mundo não!
Tem que conhecer as juntas, cortar no lugar certo. É necessário força para cortá-lo ao meio. Há de se saber cortar as partes: pescoço, sobrecoxa, sobrecú, asas, enfim. Quando falo de tecnologia culinária estou tratando de um assunto seríssimo!
E olha que nem estamos tratando da maior das tecnologias culinárias: a arte de matar uma galinha!
Correr num quintal atrás de um galináceo é algo que transita entra o hilário e o trágico. Já fiz muito isso no interior ajudando vovó e suas assistentes a prepararem um bom ensopado de domingo. Ralei o joelho e dei umas boa topadas algumas vezes...
Conseguiu pegar a galinha? Ok, parabéns!!!
Agora vai lá cortar o pescoço e ver a tadinha estrebuchando até sair todo o sangue. Não, não é fácil nem tampouco leve. É para quem tem estômago! Nunca me deixaram fazer, ou melhor, nunca precisei e agora sinto falta. Vai entender...

[Bom, vamos voltar aos produtos comprados...]

O portfólio de produtos VAPZA é enorme. No site da empresa tem muitas outras opções. Fiquei encantada no supermercado quando vi todas aquelas possibilidades ali prontinhas para o meu "bel" prazer: grão de bico, batata, macaxeira (mandioca), mandioquinha, feijão, etc.
Chequei a quantidade de sódio para ver se valia a pena e sinceramente achei até pequena perto dos produtos que usamos de um modo geral.
Vou experimentar. Se der certo, mostro aqui. Se não, apenas conto pra não ficar tão feio, rá!
A seleta de legumes eu sei. Poupa um tempo danado. Exceto para pratos onde os legumes devem estar mais duros, essa combinação dá com tudo.

Agora me voltou o pensamento: na feira os caras cortam o peito de frango pra você. No supermercado as bandejas vem com todos os pedaços cortadinhos e agora já tem temperado.
Santa vida moderna. Se é bom ou ruim, preciso avaliar melhor!

Bom dia!


Obs: Post não patrocinado, mas bem que eu queria que fosse, hehe.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

De Montão. Ponto pra Elma Chips!


Tem coisa que a gente se pergunta: Porque não fizeram isso antes?
Já vi nessa semana duas pessoas comendo um pacotinho diferente dessas tranqueirinhas de salgadinhos da Elma Chips.
Ontem vi mais de perto e o nome é "De Montão", ou seja, é um pacote com várias especialidades de salgadinhos. É claro que fui pesquisar hoje.
Ponto pra Elma Chips, viu?
Ruffles por exemplo, eu quase nunca como porque na segunda mãozinha, já fico meio enjoada, então pensei que dessa forma a coisa fica mais divertida...
Não que seja uma coisa assim saudável de se comer, mas de vez em quando com uma cervejinha, cai bem.

Minhas mais sinceras congratulações ao dono dessa ideia! 


Obs: Post não patrocinado!

Suco de acerola


Não é por nada não, mas eu juro que aprendi e cresci vendo acerola como uma fruta vermelha.
Vermelha, azedinha, com grande concentração de vitamina C.
Você não?
Porque comprei esse suco de acerola e ele me sai da caixinha assim: amarelo!
Achei até gostosinho, mas que é esquisito, é!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Frutas, frutas, frutas!!!!


As frutas são perfumadas e saborosas, nutritivas e viscosas. Como não se render ao aroma de um maracujá maduro ou mesmo de uma tangerina perfumando todo o ambiente?

As frutas são importantes alimentos que a natureza nos dá de presente todos os dias. Ajudam a limpar o organismo e são responsáveis por uma digestão mais eficiente. Chegam a ser um pouco independentes, já que carregam suas próprias enzimas e por isso digerem-se sozinhas. São indicadas para antes do almoço ou para quando o estômago está vazio.

Juntamente com as carnes, cereais, ervas, leguminosas e verduras formam parte da linhagem cultural de uma região. São de um modo geral um recorte da cultura de um povo e por isso são tão importantes no processo de identidade e autoestima dos que ali residem e causam curiosidade nos que ali chegam.

Os hábitos alimentares de um povo misturam-se ao seu modo de falar, de dançar, ao seu modo de vida e causam atratividade, movimentando grandes fluxos turísticos.
Como chegar em algum lugar e não saber o que se come por ali? As respostas a essa freqüente pergunta se transformam em grandes viagens gastronômicas e deixam boas lembranças palatinas.

As frutas originariamente maranhenses são difíceis de serem catalogadas, já que nos misturamos com a Região Norte de uma tal forma que é muito difícil saber se o abricó nasceu no Maranhão ou no Pará! Assim como o abricó, fruto instigante marrom por fora e laranja por dentro, temos o cupuaçu e o bacuri. Ambos estão na Região Norte e de forma marcante no Maranhão, Estado que assume feições nortistas em grande parte de seu território. A confusão é tanta, que para a maioria dos ludovicenses a dupla “cupu-bacuri” é o exemplo mais clássico de nossas frutas maranhenses.

O açaí para nós é Juçara e está nas duas regiões com igual importância. O sapoti já se apresenta no Nordeste e é encontrado com relativa facilidade também em Alagoas, Ceará e Paraíba. Particularmente, uma das minhas frutas preferidas.

Na contramão da história, nós maranhenses deixamos de lado o que nos é típico e absorvemos hábitos de outras regiões com a desculpa de que isso é “a evolução dos tempos”. Não compreendo muito bem esse abandono, já que somos feitos de lembranças vindas diretamente de hábitos bem maranhenses, embora tenhamos evoluído junto com os tempos. Essa essência é a nossa melhor parte!

Lembro bem de um sorvete de jenipapo que minha mãe fazia com leite condensado e creme de leite que adoçava as minhas tardes de domingo quando criança.  Hoje em dia ainda vejo vender na Praia Grande, mas nunca vi ninguém daqui (maranhense) comprar!

Ainda nessa época (infância), descobri pitanga e até hoje, quando posso, me lambuzo no seu doce e azedo. E o murici? Que frutinha mais adorada! Ninguém consegue comer apenas um. O correto é encher a mão e ir cuspindo o caroço depois de bem limpinho. O suco de murici é muito raro hoje em dia e lamento a cada vez que procuro num restaurante e só me oferecem em troca, pela ausência, acerola, laranja, goiaba ou morango. O murici tem um perfume marcante e é para pessoas também marcantes.

No município de origem da minha família (Humberto de Campos), posso garantir que as frutas não devem nada a nenhuma outra região. Só lá encontro pirunga, mirim, guajiru, bacaba e jatobá. Você por acaso conhece alguma dessas? A pirunga está quase em extinção, mas é uma delícia pequenina, redondinha e doce. Deixa a língua azulada e denuncia rapidamente quem acabou de se esbaldar. O mirim parece muito com a pirunga sendo um pouco mais leitoso e carnudo. O jatobá e a bacaba são ótimos como “vinho” e com um punhado de farinha e uma colher de açúcar substituem um belo almoço. Conhecido como “tiquara”, tem no buriti um concorrente forte.

As frutas ainda podem se transformar em compotas, doces cristalizados, pastas, geléias ou mesmo uma boa salada de frutas que regada com refrigerante Jesus é imbatível. Se achar que estou inventando, sugiro experimentar. Garanto que nunca experimentou nada igual!
Quer apostar?

Coluna Ócio, viagens e gastronomia/ Jornal Cazumbá, agosto 2011

Sobre a semana

Esse blog aqui tem muitas facetas.
A primeira é a do Ócio, que permeia todos os meus pensamentos.
Uma outra é a que trata de viagens, para mim, o maior de todos os programas e por último, a da Gastronomia, que vamos combinar, deve ser uma das suas grandes paixões também.
Muito antes da "modinha" de saber cozinhar, eu já comia bem. Comer bem no sentido de comer coisas bem feitas, saborosas, mas ainda não tão funcionais.
Hoje como muito melhor. Tenho tido grandes progressos no meu corpo ultimamente. Me sinto mais saudável, embora com uns malditos quilos a mais.
Ontem por exemplo, cheguei em casa disposta e fiz couve no azeite com alho frito e brócolis para o jantar. Legumes verdes são excelentes antioxidantes e são bons para a memória. Estou precisando...

Estou terminando mais um livro e conto aqui sobre tudo e desculpem a ausência essa semana. Estou numa fase muito importante e decisiva no trabalho.
Estou focada.
Talvez as coisas mudem. Talvez não.
Vai saber...

Kit Jack Daniels


O Jack Daniels é uma das poucas coisas  americanas que entram no apzito sem muita reclamação.
É um bourbon. Típico uísque americano.
Maridão gosta.
Comprou um kit novo que vem até camiseta.
Tá virando bebida típica lá pelas bandas de casa.
Próxima aquisição: Jameson, uísque irlandês.
Coisa chique, sabe?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Latinhas Matte leão

Adoro latas.
Tenho algumas sem nada dentro. Só pra ter.
Um capricho, acho.
A última que comprei foi essa maior laranjinha que agora abriga meu chá mate a granel. Tô que não me aguento!
Essas duas pequenininhas são de uma promoção da empresa Matte leão e coloco as caixinhas com chá em saquinhos.
Chá é um bebida muito saudável. É uma pena que grande parte dos meus amigos ache que chá é remédio ou é pra quando você não está bem.
Gosto muito.
Prefiro gelados, mas um chá quentinho antes de dormir, hum?

domingo, 14 de agosto de 2011

Comentários da semana

Ai, como fico feliz com o crescimento desta bagaça aqui. 
Temos tido alguns comentários bacanas nesses últimos tempos e ó, vou contar, cada vez que leio fico toda serelepe!
A semana que passou recebemos a dica da Rê Marques sobre o Kit Granado. Falou num hidratante para unhas e tchan tchan tchan tchan, ó a danada da cera na foto aí embaixo!
Maridão comprou pra mim e estou adorando. 
Obrigada Rê pela dica!


Letícia Guilhon, querida amiga também falou sobre o extrato de tomate congelado. Deu um ótima dica: congelar em forminhas de gelo, porque aí não corre o risco de ficar com o plástico enrugadinho! Ai, que coisa bacana! Vou testar!

E Loy, amiga de São Luís pediu que fizéssemos um risoto. 
Não fica preocupada não Loysinha, estamos providenciando e você vai amar!!!!

Conhece o Mário?

Não, não precisa fazer a velha rima, hehe.
 O Mário é da família. É o pai da Minhoca e marido da Andréa, nossa consultora gastronômica. Fomos comemorar seu aniversário ontem.

E no aniversário do Mário teve:

Orelha de porco com shoyu

Jantar em Restaurante Chinês

Bolo delicioso da Andréa com cobertura de Marshmallow

Dois recheios, heim? Chocolate com castanha e baba de moça

Teve parabéns duplo: do próprio Mário e da Darlene (irmã do Mário)

Teve lembrancinha criativa: moranguinhos

Que viram sacolas. Owunnnn!

E a lembrancinha mais inusitada e mais bacana da blogosfera: couve, cebolinha e salsinha!!! 

Ah, duvido que você já tenha ido a um aniversário e tenha saído de lá com parte da feira feita...