sexta-feira, 13 de maio de 2011

Farofa de ovo_comida diferenciada.

Em homenagem ao churrasco que vai rolar amanhã em frente ao Shopping Pátio Higienópolis, onde toda e qualquer gente diferenciada está convidada, meu segundo post na vida!





O ar frio da geladeira refresca o pensamento e fico imaginando o que posso criar para satisfazer a leve fome após uma noitada de muitas gargalhadas com as meninas num barzinho da cidade. Às 2 da manhã não pode ser qualquer coisa, afinal sempre estou de dieta entre os níveis grave e gravíssimo. Quem me conhece sabe.

No barzinho das gargalhadas, tem sempre um buffet interessantíssimo com as mais variadas opções de antepastos e afins. Gorgonzolas, camemberts, tomates, cebolinhas, picles, patês, pães e embutidos fazem a cabeça dos mais exigentes no paladar. Impossível sentar, pedir uma bebida e não ficar tentado em beliscar um “Roquefort” levemente úmido... Mas o que acontece é que com essa dieta grave, preferi não ceder à tentação e reverter essa possibilidade em mais um balde de long necks sem culpa. Isso sim é uma tentação irresistível.


Mas voltando à leve fome da alvorada, o que inventar as duas da manhã? Talvez um suco ou quem sabe meu velho mate gelado...Não sei...
Eis que à direita, lá estão eles à minha espera...todos branquinhos e obedecendo a ordem natural das coisas: sempre prontos para incrementar algo não necessariamente interessante ou satisfazer uma vontade passageira de matar a fome. São conhecidos como “bife do olhão” pois cumprem muito bem o papel de refeição principal substituindo um suculento bife para os menos endinheirados ou ainda para aqueles não muito afeiçoados à cozinha, “patchá” pela praticidade e rapidez em fazê-lo, disco voador pelo formato após frito, enfim... se não fosse tão popular não exisitiriam tantas denominações...


Um ovo frito com margarina (com óleo não fica bom, garanto!), uma pitada de sal, mexido com tomate, cebola e pimentão bem picadinhos e finalizado com uma boa farinha, é uma solução infalível para qualquer das horas. Pare para imaginar: duas da manhã, a cabeça levemente feita com as dezoito long necks da noite (dessas, só seis sem culpa!), uma leve fome pré-ressaca e uma dieta nível grave. Que dúvida cruel: invento uma farofa de ovo ou durmo assim, com fome seguindo minha alimentação de líquidos???? Melhor dar uma volta ali no quarto para desopilar a cabeça e esquecer tudo isso. Ao dormir, passa a fome 
mesmo...

No quarto, abro o guarda-roupa para olhar algo que não sei o que é querendo lembrar de fatos que me façam esquecer a danada da farofa de ovo, mas o ponteiro do relógio vai e vem e nada de esquecer a farofa nem tampouco a fome.
Reflexões pós-álcool me dizem que não há problema algum em comer uma farofa às 2 da manhã, afinal, ninguém irá perceber a ingestão de algumas calorias a mais, mas ao trocar a roupa de festa pelo velho baby dol noturno, olho no espelho e reforço a necessidade de uma dieta nível grave! Ai, ai, ai, agora acabo de ver uma sobra de arroz, um desfiado de frango e ainda umas salsichas. Meus pensamentos agora transpassam a simples farofa descrita acima. Já penso em tudo isso junto formando um prato muito conhecido por bebedores oficiais: o R.O.


Tudo bem gente! Assumo que não resisti e ingeri perto de 1000 calorias...Algo aproximado à metade do que necessito ao dia...
Mas quem resiste a boa e velha farofa de ovo? Principalmente quando ela ganha outros ingredientes e muda para status de nova gastronomia, rsrsrs? O resto de ontem (R.O) pode sim, ser uma boa alternativa para as horas de desespero e insensatez, mas afinal quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra. Dormi como nunca.
Manhã seguinte: 01 hora de esteira!!!

2 comentários:

Sabrina disse...

Hummm... adoro farofa de ovo! Eu nunca conseguia fazer igual à da minha mãe, mesmo usando todos os ingredientes que ela usava, até que um dia, descobri por quê... fui prestar atenção ao preparo, e descobri o tanto de manteiga que ela coloca! É quase um pote! Continuo não fazendo igual pois a dieta (que deveria ser) nível grave não deixa! Como na casa dela mesmo! Hahaha! Beijos, querida!

Ócio, viagens e gastronomia disse...

Sabrina querida, pois o segredo é esse mesmo: a margarina! Adoro também. Ai que delícia. Essas dietas acabam com a gente, né? Um super beijo pra você também.