terça-feira, 31 de maio de 2011

Edu e Fábio - sexta, 27 de maio de 2011

Os hóspedes passaram o dia na rua.
Andaram tanto que o sapato de Edu fez uma bolha. Como não dava pra andar mais, pararam num lugar ótimo: Chico Bacalhau, boteco na Augusta que frequentamos bastante. Na verdade chama Bar e Lanchonete Monarca, boteco de esquina no primeiro quarteirão da Augusta, vindo pela Paulista.
Lugar simples, mas com uma localização ótima, com comida boa e preço honesto. Pronto, coisinhas básicas pra gente gostar do lugar!
Chegaram lá cinco e meia da tarde. Maridão seis e meia. Eu, sete e meia.
Originais bebidas, bolinhos de bacalhau, música e muita risadaria. A melhor parte da sexta (após às 18:30h) foi isso!

Eduardo Padilha e Italo Genovesi

Nós!
Ah, eu estava com muita dor de cabeça e com muito frio. Dá pra acreditar?

Pela Augusta sempre rola uns músicos e umas performances...

Eduardo Padilha e Fábio

O post sobre o "Estadão" fez sucesso. Os meninos queriam muito ir comer o sanduiche de pernil.
Fizemos esse sacrifício...

Coisa chata esse lugar e essas companhias, ave maria!

Ó o sandubão aí. Nham!

Quero deixar meu registro de revolta porque Amaral estava de folga, mas esses amiguinhos aí fizeram bem o papel, viu? Rolou até uma pururuca, hehe.

Edu adorando o frio e adorando tudo.
Tiramos fotos ótimas, mas são inapropriadas para este ambiente de respeito....

Bom, chegamos em casa e fomos ouvir nossos vinis. 
Era meia-noite. Coisa básica.
Roberto Carlos, Maria Bethânia, o Fino da Fossa e muitos outros...

Pelas caras e pela quantidade de latinhas, já dá pra ver até onde foi isso... 
E ainda teve muita coisa....

Pista expressa

As pessoas aqui não andam, correm!
Mesmo não estando atrasadas, andam mais rápido por puro costume.
Imagino que em toda estação de metrô e nas calçadas e ruas, deveria existir uma pista expressa para pedestres.
Para todos aqueles que correm sempre e de quebra batem nos ombros da gente, levam a nossa bolsa, trombam e nos empurram.
Quem não precisa ou não quer correr, vai por uma via normal sem ninguém importunando. Não seria tudo?
Outro dia me peguei correndo também.
Parei no metrô e me perguntei de estava ficando louca. Na saída, fui andando num ritmo mais meu e estava atrasada sim, mas o que que isso iria mudar? Chegar 5 minutos a mais ou menos não muda o fato de se estar atrasada.
A ineficiência dos transportes faz todo mundo ficar louco. Você pode sair de casa no horário, que sempre dá uma merda em metrô ou ônibus e aí atrasa tudo...
Cheguei atrasada de novo hoje, já que o metrô teve que "esperar o trem à frente" 7 vezes. Isso mesmo: 7 vezes.
Não corri, mas ao chegar na linha amarela fui levada numa velocidade impressionante por um bolo de gente atrasada que nem sei como saí do vagão.

Então acrescento que seria legal uma pista expressa para sair do vagão, também! 

P.S. Amanhã tem greve de metrô. Se a coisa se confirmar mesmo, a cidade vai parar e eu vou cantar a música do Raul o dia todo, hehe!

Bom dia!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dedos indispostos.

Tive um final de semana maravilhoso.
Me senti viajando... Pura curtição!!!
No entanto não estou gostando muito desta segunda.
Não estou a fim de escrever.

Deve ser o frio.
Deve ser o cansaço.
Deve ser porque não ganhei na Mega.
Deve ser porque sinto falta de pessoas legais de segunda a sexta.
Deve ser porque almoço sozinha e comi demais.
Deve ser porque...

Volto assim que os dedos ficarem mais dispostos.
Inté,

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Unhas

Fiz as unhas da mão.
Como passei mal ontem do fígado, fui procurar um almoço leve.
Terminei de almoçar e dei aquela conferida nas unhas...
Borrei três. Simples assim.
Uma merda. Meleca. Uma droga!
Tem coisas na vida que não adianta lutar, né? Fingir que dessa vez vai...
Fazer unha é coisa de dondoca. Uma bem rica e bem vagabunda deve ter inventado, porque tem que fazer e ficar 1 hora sem fazer nada! Não dá pra mexer na bolsa, no cabelo, em ir ao banheiro...
Hunf!

Bom final de semana

Visita em casa e você já sabe, ham? Loucuraaaaaaaaaaaaa!!!!!
Estou muito feliz, muito feliz com essas visitas. São amigos muito queridos. Chegaram ontem, mas só nos vimos hoje cedo no café da manhã e foi muito legal tomar café batendo papo com gente que a gente gosta, além do maridão, é claro!
[Ah, no apzito é assim... cada um com sua programação.]
Estão agora batendo perna por essa cidade sem fim e mais tarde, teremos encontro clássico no Chico Bacalhau!
Ôba!

Tô bem atarefada hoje no trabalho e talvez não consiga voltar hoje aqui, só na segunda.
Caso não dê, um ótimo final de semana para você.
Caso eu volte, falamos mais!

Saúde!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mais uma do Barcinsky

Você não se identifica com as pessoas à toa.
Tudo tem uma lógica. Vejam abaixo o post do Barcinsky e vejam se não é pra gostar de uma criatura dessas?

-----------------------------------------------------

O cão brocha e a cadelinha manca



Há algumas semanas, nossa casa ganhou novos moradores: dois boxers.

São dois bebês. Um é macho e tigrado. A outra é uma fêmea, mais novinha, cor de caramelo e patas brancas. Dois cachorros lindos.

Decidimos por um casal porque achamos que seria fantástico para nossa filha acompanhar todo o ciclo de nascimento de filhotes: o cio, a gravidez, o nascimento, e vários cachorrinhos pequenos correndo pela casa.

Combinamos com o dono do canil que ele ficaria com todos os filhotes. Perfeito.

Minha filha batizou a dupla de Jorge e Bebete, em homenagem a duas músicas de Jorge Ben que ela adora.

Eles se adaptaram rapidamente à casa: em poucas horas, já tinham destruído um canteiro de bromélias e mastigado três refletores do jardim. Umas graças.

Logo nos primeiros dias, percebemos que Bebete mancava de uma patinha. O veterinário identificou um inchaço na patela e pediu que a observássemos.

Algumas semanas passaram, e o inchaço continuava.

Achamos um especialista em ortopedia veterinária em Ubatuba, a 70 km de casa. Levamos os dois cachorros.

As notícias não foram boas: radiografias mostraram que Bebete tinha uma má-formação da tíbia e do fêmur, o que estava causando um trauma nos ligamentos.

Aproveitamos para fazer um check-up em Jorge. O veterinário percebeu que o coitado só tinha um testículo. Ou melhor: o segundo testículo estava “escondido” e com risco de causar uma infecção (não me peçam detalhes, urologia canina não é o meu forte).

Para resumir: Bebete precisaria ser operada da perna, e Jorge, castrado. Aliás, Bebete também será castrada, já que os dois têm problemas que podem ser hereditários.

Lá se foi nosso sonho de ver uma ninhada nascendo em casa...

O caso de Bebete é bem grave. O veterinário diz que não pode garantir o sucesso total da operação. Há uma boa chance de ela ficar manca pelo resto da vida. A cirurgia não é nada simples, e quase caí da cadeira quando o doutor falou o preço da operação. Tivemos de parcelar em quatro vezes.

Tentei contornar a situação com bom humor: Jorge passou a ser chamado de “Viagra”, “Bola Um” e “Bola Murcha”, e Bebete, que ganhou muito peso e tem problemas no joelho, de “Bebete Fenômeno”.

Assim que chegamos em casa, liguei para o canil. Queria avisar ao vendedor que os problemas dos cachorros poderiam ser hereditários, e que ele deveria observar outros cães das mesmas ninhadas.

O sujeito ouviu meu relato e nem titubeou: “Sem problema, a gente providencia a troca dos animais.”

Aquilo me pegou de surpresa. Juro que eu nem havia pensado na hipótese.

Eu disse que não queríamos trocar os boxers. Ele não acreditou: “Tem certeza? Mas a cadelinha pode ter um problema pelo resto da vida!”

Eu entendo a lógica do vendedor. Ele é um comerciante. Se vendeu um produto “defeituoso”, a única coisa a fazer é trocar a “mercadoria”.

Entendo também por que muita gente optaria por devolver os cachorros. Se você quer cães para criar, é um risco grande cruzar animais com possíveis problemas genéticos.

Mas nosso caso é diferente. Compramos os cachorros para nosso prazer, para ter mais companhia e alegrar nossa casa.

Bebete terá “problemas”? Muito provavelmente. Vai precisar de cuidados especiais? Com certeza.

Mas problema maior seria justificar para nossa filha porque escolhemos nos livrar de problemas simplesmente trocando as peças defeituosas. Não é assim que a vida funciona.

Esperamos que o “problema” de Bebete se torne uma lição bonita para nossa filha: de como devemos aceitar as coisas como elas são, e não como gostaríamos que elas fossem. Mesmo que isso dê muito trabalho. 


Para conhecer mais, aqui.

Almoço do França na Colômbia

Coisa boa nessa vida é ser amigo de gente chique!
França (@JAELCIOFRANCA), ocioso de carteirinha, está sabe onde, ham? Na Colômbia!
Fazendo? Não faço ideia!
Só sei que de lá, fotografou um almoço, no mínimo curioso e eu rapidamente roubei tudo pra nós, hehe!

Bom, o local foi esse aqui. 

Pelo tamanho da mesa, muita gente, hehe.

Deus do céu, olha essa entrada: Sopa de Arracacha (mandioquinha).
Falta o depoimento dele pra dizer se estava saborosa, porque esquisita, é!

O mais curioso pra mim até agora: Arroz com Aguacate.
Não, eu consigo entender que é arroz e abacate, mas é assim mesmo? Branco e verde só?
Como come isso? Raspa com a colher o abacate e "tasca" em cima do arroz? Hum... tô curiosa.
O abacate é temperado? 

A melhor parte: a sobremesa. Torta de Chocolate com helado de crema

Não se assustem se esse post sumir depois de um tempo. Roubei essas fotos do twitter dele e nem pedi permissão!
Caso ele desautorize, retiramos!

Recomeçar.

Estou a fim.
Acordei com vontade de recomeçar mais uma vez.
Estou indo. Volto já!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Injustiça Social

O trabalho que faço agora me deixa diariamente muito desconfortável.
Explico.
Trabalho na análise das pesquisas que fazemos com vários públicos, que darão os subsídios para a elaboração do Plano de Marketing da cidade de São Luís.
É um trabalho inédito para mim.Também muito desafiador.
O problema é ler e assistir o que as pessoas falam sobre a tua cidade e ter que permanecer calada. Ter que aguentar o péssimo conceito que todos tem em relação à infraestrutura daquela Ilha.
Às vezes aceito. Outras quero gritar. Muitas outras fico triste e a maioria das vezes finjo não ouvir.
Após o estupro mental que sou acometida dia a dia, tenho que escrever em forma de relatórios oficiais o que essas pessoas falam, o que acham e como comparam as cidades do Brasil.
Uma injustiça. Injustiça Social, eu diria!
Um País injusto por natureza, com essas dimensões e que nunca pode tratar com igualdade seu povo e muito menos consegue manter um equilíbrio não pode ser considerado uma nação...
Com a chegada de D. João VI por aqui, foi escolhido o pedaço do território para privilegiar e para desenvolver. Sempre foi assim.
Os livros contam com riqueza de detalhes. É perceptível hoje em dia.
Passamos de monarquia para império com a parte centro-norte do país sem tomar conhecimento do que estava acontecendo, com uma população escravizada povoando grande parte do território.
Como podemos, mesmo hoje, cobrar desenvolvimento igualitário?
Até poderíamos, se tivéssemos desde sempre pessoas comprometidas com a educação e o desenvolvimento, mas não foi bem isso que aconteceu e não é o que acontece, você bem sabe disso, ocioso.
Só para exemplificar rapidamente, cobram um atendimento de excelência em bares e restaurantes em São Luís. Sim, o turista está no direito de exigir o que ele encontra na Noruega ou mesmo em Paris, mas como explicar para esse turista que o cara que o está atendendo (e a grande maioria), mal estudou até a quarta série do antigo primário e que isso influencia em todos os movimentos da sua vida, inclusive em falar palavras em inglês, em ter raciocínio lógico, em escrever uma comanda e entender de etiqueta?
Como lutar conta isso?
As ruas da cidade foram construídas quando a população era de duzentas mil pessoas. Para essa quantidade, a estrutura é compatível. Passaram-se muitos anos e nada foi feito.
Não acho que justificar seja a melhor solução. A solução é arrumar, mas enquanto isso, ouço tudo muito compenetrada e fico cá com meus botões, abismada com a ignorância e a arrogância das pessoas.

Se vivêssemos em um país justo, das duas uma: ou todas as pessoas do Brasil teriam as mesmas oportunidades e poderíamos cobrar igualdade em tudo ou as que tem a chance de viver e morar em lugares mais desenvolvidos, entenderiam que o país é cheio de contrastes e que o que se pode cobrar em um canto, não pode se cobrar no outro e que são essas diferenças que fazem desse imenso território um lugar rico e único. 


Peço licença para desabafar. Nada de ócio, viagens ou gastronomia.

Fruteira em forma de xícara!

Olha, eu sinceramente não sei mais o que fazer com tanta loucura nessa minha cabeça.
Mereço uma internação urgente!!!
Só penso loucuras e faço parte delas.
Comprei uma fruteirinha nova. O apzito não tinha ainda, não é grave isso?

Verdade verdadeira, o que comprei foi originalmente criado pra ser um vaso, mas na mesma hora dei outra utilidade pra coisa e agora, ela, a fruteira, está toda charmosa na cozinha...

O tamanho era um problema, porque não dá tempo de consumir tantas frutas durante uma semana, que é o tempo delas permanecerem próprias para o consumo.
Essa xícara é perfeita!

Aí dentro tem laranjas, tangerinas (ou mexericas, se preferir!), kiwis e morangos.

Coloquei uma xícara normal perto pra terem noção do tamanho.
Já pensei em fazer uma mesa bacana e encher a xícarona de outras coisas.
Já tô dando outras funções para ela, tadinha...Vai ter crise de identidade constante!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Preciso de terapia

Se eu fosse uma princesa no tempo do império, e estivesse de mudança para o Brasil iria ser condecorada como a princesa com o maior número de bagagens e Naus que já houve até então. Certeza!
Falo isso porque li ontem que a princesa Leopoldina veio da Áustria para o Brasil com 39 baús e 22 amos. Achei pouco, sabiam? 
Os amos, tudo bem, poderia dispensar todos, mas os 39 baús achei uma merreca!
Pensei nisso hoje ao transferir as coisas de uma bolsa pra uma mochila de couro de estimação. Deus do céu, como consigo ser apegada a tantas bobagens?
Maridão fica só de olho quando eu uso a mochila dele em nossas andanças para por as minhas coisas também. Levo coisas desnecessárias num primeiro momento, mas sei lá. Acho que são importantes...
Entramos no sebo, sujamos as mãos de poeira. Um álcool em gel não é importante nessas horas?
No dia que esqueci minha necessarie de maquiagem, precisei tirar uma foto 3x4 e aí vocês já sabem a merda que deu, né?
Para vir trabalhar é mais ou menos assim: Gosto de ter as maquiagens sempre à mão, então tenho uma necessarie só pra isso; um pacotinho de lenços; uma necessarie de remédios; um perfuminho; uma piranha para qualquer eventualdiade; minha carteira; um pente; os celulares; um estojo com canetas e lápis; um caderninho com tudo anotado, inclusive os “afazeres do dia”; molho de chaves; um livro ou revista (hoje trouxe a BRAVO!) e agora, nessa cidade sem um clima definido, ainda trago um lenço ou um casaco.
Fora tudo isso, trouxe uma garrafa de chá e um potinho com 15 uvas para lanchar a tarde.
Tem como não usar mochila? Tem como não ficar pesado?
Não, não tem!
Sou muito vaidosa, é isso. Adoro detalhes, também pode ser isso. Antecipo alguns acontecimentos...

Eu, fazendo uma mudança como essa da Princesa, pode contar aí uns 55 baús, só por baixo...

Acho que só uma terapia me faria sair de casa com uma bolsinha "mini", deixando batons e perfumes...
Vou começar a pensar nisso, hehe.

Bom dia!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Porta ovos

Passeando pelas prateleiras do Extra, olhem o que vi?
Ah não resisti! Comprei na hora!

É do tamanho ideal pro apzito. Meia dúzia de ovos dura uma eternidade.
Comemos o ovinho alegre, claro!

Céu azul piscina

Mais uma segunda graças a Deus!
Começo a semana me preparando psico e fisicamente para mais dois hóspedes. Como ambos são do sereno também, sei que o final de semana que vem vem com força total!
Edu e Fábio chegam na quinta e o motivo mais especial da vinda a São Paulo não é visitar o apzito não. É assistir ao musical Evita. Coisa phyna, meu povo...
A programação já está montada e preciso me restabelecer depois do último sábado, como vocês puderam perceber :(
O céu de São Paulo está azul piscina. Lindo e sem nenhuma nuvem. O clima está ameno e não faz calor. Também acho que isso é uma ajudinha dos céus para o pronto restabelcimento dessa alminha aqui...
Bom sinal para o início de uma possível desintoxicação.

Bom dia!

domingo, 22 de maio de 2011

Sem título.


Esse aqui disfarçado de garçom é o Eloi, vulgarmente conhecido no submundo do crime como Frango.
Ele trabalha na Cantina do Gigio, lugar bem bacanão e com comidas divinas...
Não é garçom, mas nos atendeu. Tivemos tratamento vip.

Ele é amigo desse aqui, o André.

Que namora essa aqui, a Carla.

O Frango também é amigo desse aqui, maridão.


Essa aqui está de metida nessa historinha, mas tava adorando tudo: o ambiente, as comidas, as bebidas e o papo.

Como entrada, pão italiano, alichela e sardela e essa delícia aí da foto: mussarela de búfala à milanesa com molho ao sugo e manjericão. Campeã!


Original vai e original vem, comemos uma massa com parmegiana de carne
Não, nessa hora não dá pra conversar muito.

O prato do André e da Carla foi assim. O meu e do maridão foi só o parmegiana, sem a massa.

Depois da comilança toda, os digestivos foram aclamados imediatamente!
Chegamos às 14h e fomos ficando... ficamos tanto que vimos o turno de funcionários ser trocado.

Ó o Frango aqui embaixo já sentadinho conosco, fora do horário de trabalho... 
Um salve especial pro seu Raimundo, lá do Piauí (de Pedro Segundo) que desmistificou uma lenda antiga: ele tinha ouvido falar que no Maranhão não tinha gente bonita, vocês acreditam nisso?
Ah não! Olha eu aí, morta de linda? Hehehe

Aqui é outro personagem da historinha: Jô, que também trabalha  lá e é amigo da galera. 
Achamos que não ia dar pra encontrá-lo. Ledo engano!
Ele chegou às 17h e nós nem pensávamos em sair de lá...

Para chegarmos  nessa etapa aqui, há um pequeno lapso de memória.
Bebemos tanto que não lembro de quase nada. Lembro de cenas isoladas. Corri pra ver na máquina e no celular pra tentar entender o que tinha acontecido. Acho que vocês assisitram "Se beber não case", ham? Pois é.  
Fomos tomar a tal da saideira no Zero Grau e sei lá, entende? 
Na foto, os atendentes "super pra cima" do bar. Sempre alto astral!

Não me perguntem nada além do que mostra essa foto. Não lembro!

Galera já calibrada e a fotógrafa também (eu!)

Vi que teve gente que até tomou água...

Acho que depois disso aqui viemos embora.


Peço ajuda aos universitários para recompor as cenas finais dessa história.
Não sabemos como pagamos a conta (e se pagamos!) no zero grau. Não identificamos nenhuma saída nas contas.
A coisa em casa depois de chegar e antes de dormir foi trágica. Melhor não comentar :)


Up date:
O André, cunhado, já montou parte do quebra-cabeças. Pagamos a conta sim...Ufa!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Refogado de Quinoa, frango e legumes

Vou deixar nessa sexta bacanuda uma receitinha nova e muito diferente.
Se você está a fim de introduzir ingredientes novos em suas refeições, a hora é essa!
A sugestão é um refogado de quinoa com frango e legumes.
Comidinha leve e nutritiva que serve para aqueles momentos de pouca criatividade e também pouca vontade de sujar a cozinha toda.
Coloquei todos os legumes que tinha em casa, frescos e congelados. Muito, porque a ideia é essa mesmo: aproveitar o que está enchendo a geladeira. Tudo bem, tudo bem, os chefs podem dizer que é uma mistureba de sabores. Concordo! Mas ficou tão bom...
Você pode fazer o seguinte para não conflitar sabores: eleger os legumes (poucos) da vez e meter bronca*!
Você pode também substituir o frango por outra carne ou mesmo fazer só com a quinoa e os legumes. Já fiz com camarão também e ó... chuchu beleza*!!
[odeio chuchu a propósito! Foi só força de expressão bem antiga...]

Ingredientes

100 grs de quinoa em grãos
Cubos de frango temperados com sal e pimenta do reino;
1/2 batata inglesa cortada em cubinhos.
1/2 cenoura em cubinhos;
1 punhadinho de vagem em pedacinhos;
Brócolis à vontade;
1/2 berinjela em cubinhos;
1/2 abobrinha em cubinhos
Couve-flor à vontade;
Cebola e alho para refogar;
Sal;
Azeite à vontade.

Mode de preparo

Inicie cozinhando a quinoa com uma pitada de sal. Pode deixar de 10 a 15 minutos após iniciar a fervura. Deixe esfriar um pouco.


Refogue o frango com cebola, alho e azeite. Tampe e deixe amolecer um pouco.
Depois jogue a abobrinha e a berinjela e vá mexendo.
[A abobrinha e a berinjela cortei, deixei num potinho com água gelada para não escurecer até ir pra panela]
Cozinhei a batata, a cenoura e a vagem.
O brócolis e a couve já estavam cozidos e congelados.

Aqui já tinha misturado quase todos os legumes e o frango.

Aqui, acrescentei brócolis e a couve e mais azeite!

Acrescentei a quinoa e ó que coisa linda. 
Bom apetite!!!


E mais:

Caso prefira, você pode por um pouco de extrato de tomate para dar uma "cor" ao frango. 
Já fiz também acrescentando tomate cereja, mas é melhor colocar após o prato pronto, porque caso contrário, ele amolece e não fica legal.
A quinoa é um grão nativo da Bolívia e região. É rica em fibras, fósforo, cálcio, ferro, vitaminas B1, B2 e B3 e não contém glúten.
Em 100 grs de quinoa, contém:


* acabei de chegar de um antiquário, hehe

Bom final de semana ocioso!!!!

A educação do País.

Vi ontem o vídeo da Professora Amanda Gurgel.
Incrível como coisas simples, como ter coragem de falar, ter coerência de pensamento e ter propriedade do assunto faz as coisas ficarem claras e poderosas.
Me emocionei muito vendo aquela nordestina falar. Me emocionei mais ainda lembrando que isso é geral e que a nossa educação, a maior riqueza de uma pessoa, depois da própria vida, está uma merda.
Devem existir muitos professores por aí com os discursos encalacrados em suas gargantas e angustiados pela situação caótica do País.

Espero que a professora Amanda colha frutos após esse discurso e que a categoria consiga alguma melhoria, porque Professora que fui, sentia na pele os problemas do salário baixo e alguns outros problemas não tratados pela professora por falta de tempo.

Aqui segue o link do blog do Tas com alguns vídeos sobre o assunto. Passe direto para o da Professora e entenda o que estou falando.

Um bom dia!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Felipe e outros amigos

Essa barriga super linda que vai rechear esse post é da minha amiga Lu. Ela carrega Felipe, que antes de chegar já tá dando o que falar.
Acreditam que ontem uma outra amiga de São Luís ligou pra saber dela, mesmo as duas morando na mesma cidade e eu aqui, há anos luz de lá?
Mas toda convencida, porque sei dos bafões ludovicences, fui logo "dando conta" da vida da grávida e de Felipe. Sempre fui meio Jornal da galera, sabe? [não entendo o porque, mas...]
Lu, sempre atenciosa, manda fotinhos pra eu ir acompanhando a gestação, não é fofa? Vou pedir pra ela fazer o "Diário do Felipe" do sétimo mês pra frente pra eu ir sabendo de tudo e ir me acostumando, já que esse assunto de vez em quando ronda minha cacholinha agora... (cof cof cof).
Aproveitando Lu e Felipe, que merecem essa homenagem no bloguito, também tem foto de outros amigos queridos...

Felipe há mais ou menos 1 mês atrás.

Essa foto foi dia 13, sexta passada e aí estão reunidos muitos amigos queridos.
Hoje, um dia de saudade gigante, cai bem essa foto. Era aniversário de Edu e ele comemorou em alto estilo, como sempre. Daria muita coisa pra estar lá...
Flaviane, D. Lourdes querida, Edu (um dos meus próximos hóspedes), Lu (e Felipe na barriga), Dudu (pai de Felipe), Dadá, minha amada e Roberta.


Felipe semana passada. Olha como cresceu, gente?
Que coisa mais linda dessa vida!
 Na foto Lu está com Nanda, tia de Felipe, que pelo que sei, deve estar cheia de ideias para o chá do bebê, para o quartinho do bebê, para a maternidade, para o "mijo", para o batizado, para o aniversário de 1 ano e até para o de 15...
 Ela tem a Duo Ideias Soluções Criativas e tem um dom muito especial de deixar tudo lindo...

Volto já

Povo, povo, povo...

Estou com o cérebro temporariamente encolhido por causa do frio.
Mas já já me acostumo e volta a sair fumacinha das orelhas.

Volto logo,

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Alecrim Comidinhas

Sabe aquele dia em que você quer almoçar em silêncio absoluto?
Aquele dia que quer ficar com seus botões, com seus fantasminhas e maquinando alguma coisa importante?
Pois é. Hoje foi um dia desses.
Não sei explicar a minha predileção pelo silêncio. Gosto muito de ficar quieta, embora possa não parecer algumas vezes.
Se chego em casa antes do maridão, não ligo nada. Nem tv, nem som, nem nada. Fico escutando a mim mesma. Sempre fui assim. Ficava horas e horas nos meus outros apartamentos em completo silêncio. Não atendia nem o telefone muitas vezes.
Mas na hora do almoço? É lenda, né?
A não ser que seja num exclusivíssimo restaurante estrelado pelo Michelin com hora marcada, coisa que não rola ainda devido a uns...ham...ham... probleminhas financeiros básicos (sic!).
Ia ficar sem almoçar pra não ter que ouvir barulho quando lembrei dessa "delicinha" aqui embaixo. Tinha pouca gente e de repente uma luz apareceu pra mim como um presente.
Entrei e perguntei como quem não quer nada, como funcionava. A atendente muito, muito simpática me explicou o sistema e fui logo sentando e me "abancando", se é que vocês me entendem.
O nome é uma gracinha: Alecrim Comidinhas.
Acho que se eu tivesse um restaurante ia ser nessa linha, de "comidinhas"...


Rua Simão Álvares, 482. Pinheiros

Você paga um preço fechado pelo cardápio do dia (R$ 18,00) e tem direito a se servir de saladas à vontade como entrada. Tinha um quiabo frito divino...

Ambiente pequeno e charmoso...

Minha paixão, né? Mise en Place. 

Adoro flores em garrafas. Adoro!

É uma rotisseria. Você escolhe sua massa ou o que tem à disposição e seus acompanhamentos
Achei tudo saboroso e de bom gosto.

Massas variadas à disposição.

Ai gente, adoro essas coisas! 

Quarta é dia de feijoada em quase todo o "planeta comida". Não, não tava a fim...
Optei por panquecas, escarola e arroz. 
O molho bem preparado e com sabor sutil não me deixaram estufada.

Almocei em paz, com calma e em silêncio.
Pena ainda continuar com caraminholas na cabeça, hehe