terça-feira, 26 de abril de 2011

Horas no Banco, mas não no da Praça!

Como é que a gente agüenta essa vida de banco, heim?
Como é que uma instituição como essa pode ainda ser forte hoje em dia com os problemas de péssimo atendimento, despreparo e burocracia como apresentam diariamente?
Acabei de passar duas horas e meia na frente de uma atendente funcional no Banco do Brasil, onde simplesmente ela não sabia como fazer para resolver meu simples problema!
Não sei mais o que pensar desse país e muito menos dessa instituição. Sou obrigada a ter conta nesse banco porque é mais fácil na relação com São Luís, que até nisso continua há anos-luz atrás de outras capitais.
Fico perplexa com o descaso.
Tem uma hora de almoço, mas passa duas horas e meia no banco. Como provo para a empresa que não estava passeando ou sentada num banco de uma praça?
Volto ao meu discurso de seis horas de trabalho diárias, embora desista, às vezes.
Não de acreditar numa carga horária de trabalho mais justa, mas de lutar!
Inté!

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