segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Barzinho novo

Tô precisando dar um "Up" no apzito. Dar uma renovada na decoração, sabe? 
Ainda faltam cortinas, lustres, luminárias, e o nosso quarto, que tá peladinho da silva sauro.
Com a chegada dos primeiros ilustres hóspedes na nossa hospedaria, vieram também alguns presentinhos carinhosos importados da "Terra da Farinha D´água", que claro, já fomos armando enquanto o povo tirava uma soneca.
Já deu uma corzinha...
Mamá, uma das minhas queridas amigas, mandou essa mesinha que há muito tempo queria. É uma mesinha de apoio com azulejos retratando algumas coisas do Maranhão. Lindinha demais!
Você leu direito? Isso mesmo. Ela mandou uma mesinha por Lu e Dudu. De avião. Como bagagem de mão. Eles estão com poucas malas, estão indo pra um lugar super perto... Paris! Coisa básica.
Não é uma figura? Pois é, essa é minha amiga Mamá.... Engraçada e muito querida. 
Mas tenho amigos tão legais, que Lu e Dudu trouxeram, podem acreditar?
Ela no fundo, sabia que eles trariam... espertinha!
Arrumamos um cantinho para ela e rapidinho fomos tirando tudo do armário. Barzinho pronto!

Os azulejos retratam paisagens e/ou cenas do cotidiano maranhense.

Barzinho "Amostra Grátis"

Meio acanhado ainda, mas gostei tanto...
Muito obrigada Mamá!

Aberta a Hospedaria do bloguito_de fato!!!!

Uhu! Os primeiros hóspedes chegaram!!!
Correria no sábado para deixar tudo pronto. Mercado, feira, floricultura, farmácia e por aí vai... Canseira geral, mas alegria total.
A hospedaria do bloguito é assim, improvisada, divertida e cheia de amor!


Volto já com imagens e informes gerais.


Um dia incrivelmente bacana para você, inté

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E nessa sexta...

Estou muito cansada.
A semana foi animada e consequentemente, cansativa.
Vi menos do que gostaria os amigos vindos da terra do Tambor de Crioula. Fiquei saudosa, embora todos reclamem dos mesmos problemas e das mesmas limitações por lá.
Por vezes, tive a impressão de que nada mudou e de que vim de lá ontem.
Acho que não mudou mesmo.

Participei de mais um evento de Turismo, o Wokshop CVC, que nunca tinha participado. Formato igual, com a diferença de que é tudo amarelo e azul, por motivos óbvios.
Considero o formato ultrapassado, caduco, velho, já em tempo de se aposentar.
Via no rosto das pessoas o cansaço e a insatisfação com a mesmice, além do cansaço de percorrer uma feira inteira em zigue-zague.
Vi várias vezes os agentes de viagens sentados jogando folders e flyers fora, numa cena comum e dolorida de ver. Já estive expondo material das minhas empresas, ou das quais eu defendia e tudo isso é muito caro. O agente de viagem recebe da empresas e joga fora sem a menor cerimônia. Uma grosseria sem tamanho. Leva para casa e para os parentes apenas o que acha útil: camisetas, canetas, ímãs, squeezes e ecobags.
Já passou da hora de inventarem algo muito novo e diferente. Esse formato, já deu!
Fui vítima mais uma vez da falta de caixas eletrônicos estrategicamente posicionados, de uma praça de alimentação democrática e com preços honestos. Não entendo porque insistem em deixar os eventos com essa característica. Nesse caso, todos perdem!
 Só pra variar, também estive em mini-eventos cheios de puxa-sacos com risinhos amarelos e conversas de pé de ouvido e por incrível que pareça, pela primeira vez vi um Ministro do Turismo sem ares de Vossa Excelência. Estava por lá, facinho, facinho...


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Eu SUPER odeio

As pessoas inventam umas coisas que eu realmente não entendo de onde tiram. Primeiro foi "tipo assim" que  tiraram o "assim" e deixaram só o "tipo". 
Agora é "SUPER".
Devargazinho está tomando o lugar do "TIPO" e deixando as frases mais compridas e sem nexo.
Todo mundo fala "super" antes de qualquer coisa sem a menor necessidade. Digo, aqui em São Paulo. Nunca tinha ouvido em nenhum outro lugar do Brasil!
O tipo, sei lá, acho que foi ficando caduco.
Ou é possível que as pessoas tenham enjoado e arranjaram um substituto para tal modismo, igualmente horroroso, desnecessário e .... assassino!
Mata nosso lindo e brejeiro português sem dó nem compaixão. 
Super é um prefixo que exprime superioridade, nada além disso. O simples acréscimo dessa palavrinha numa frase não necessariamente traduz vontades, substitui advérbios, adjetivos ou substantivos.
É incrível como muitas pessoas falam. Ouço no metrô, no trabalho, no ônibus, nos restaurantes e nas ruas. Uma coisa horrorosa.

Acabei de ouvir quatro frases de três pessoas diferentes numa conversa informal e quase morri:

Frase cretina 1: "Eu não espero que você SUPER prestigie o evento"
Frase cretina 2: "Ela SUPER adora café sem açúcar"
Frase cretina 3: "(...) Aí mandou em e-mail SUPER explicando o que aconteceu..."
Frase cretinésima 4: "Eu SUPER não vou acordar cedo amanhã".

Agora me digam: Dá pra aguentar?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No tempo certo

Sou tão feliz nos finais de semana que os dias úteis estão se tornando monocromáticos perto da imensidão de cores que me envolve de sexta a domingo.

Vivo intensamente cada minuto de ócio como se não houvesse amanhã. E talvez não tenha mesmo, ou tenha com muitas limitações ou quem sabe, terei sempre a possibilidade de curtir o tempo livre fazendo as coisas que gosto. O futuro não nos pertence e não saber o que nos espera deixa a vida mais querida.

A semana está corrida, mas consegui ver ontem alguns amigos maranhenses e ganhei novo gás.
Não estou torcendo para acabar a semana como das outras vezes, apenas quero que passe como de costume.

Um lindo dia pra você!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Carnaval

Aos poucos estou conseguindo fechar o check list para um carnaval na praia.
Renovei o biquini, comprei um bronzeador em spray (nada de protetor, hehe) e repelente (iremos para a capital mundial do borrachudo, pode?).
Falta a farmacinha.
Este ano, ano de economias. Nada de compras.
A ordem é aproveitar tudo!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cardápios diferentes

Sou uma carnívora nata.
Amo carne vermelha.
Ao ponto!
Devo comer pelo menos 4 vezes por semana. Sim, sei que as carnes brancas são mais saudáveis, mas aí prefiro um peixinho ao invés de frango. Frango, só esporadicamente.
Pizza de frango, sanduiche de frango, salgadinho de frango? Não, não esconda de mim. De todos esses acepipes, não resisto mesmo a uma coxinha e pra isso eu sou chata.
Coxinha de canguejo? Não, não combina.
Coxinha recheada de carne? Isso é bolinho de carne!
Coxinha é coxinha!
Sim, mas voltando ao assunto principal deste post, tenho comprado umas revistas vegetarianas para ir me acostumando um pouco a outros temperos, outras propostas de vegetais, soja, enfim, aquilo que verdadeiramente é muito mais saudável e tenho simpatizado...
Tenho descoberto coisas muito bacanas e curiosas. Tenho tido vontade de experimentar coisas que não encontrava em São Luís, embora já tivesse vontade de comê-las desde sempre. Recentemente, por exemplo, comprei brotos de alfafa para saladas e comemos muitas vezes. Nada muito gostoso, de fato, mas bom pra variar o cardápio.
Não é que pretendo deixar de comer carne por esses tempos, o que pretendo é melhorar um pouco mais a alimentação e isso inclui dietas com cardápios diferenciados e sem qualquer tipo de carne, ou pelo menos, com uma quantidade muito menor. Estou me familiarizando ainda e isso requer um certo tempo.
São várias as dietas que leio e acho uma mais engraçada que a outra. Tenho muitas ressalvas com todas, mas mesclar um hábito daqui e outro dali, pode dar certo. Olhem só:

Ovolactovegetarianos - Incluem ovos, leites e laticínios na sua alimentação;
Lactovegetarianos - Não consomem ovos, mas incluem o leite e laticínios em seu cardápio;
Vegetarianos Estritos - Não utilizam nenhum tipo de derivado animal na sua alimentação. Até o mel é excluído da dieta. São também conhecidos como vegetarianos puros;
Veganos (ou vegans) - Além de seguirem uma dieta vegetariana estrita, os veganos se recusam a usar qualquer item de origem animal, como roupas de couro, lã e seda, assim como cosméticos testados em animais;
Crudivoristas - Consomem apenas alimentos crus ou aquecidos, no máximo a 42ºC. A utilização de alimentos em processo de germinação (cereais integrais, leguminosas e oleaginosas, como nozes e amêndoas) é comum nessa dieta. Geralmente seus adeptos são vegetarianos estritos, mas alguns podem aceitar leite cru. Também existem crudivoristas que não são vegetarianos e incluem carne crua no cardápio;
Frugívoros - Vegetarianos estritos que ingerem apenas frutos. O conceito de frutos, nesse caso, inclui cereais, alguns legumes, como abobrinha e berinjela, frutos oleaginosos e as frutas.


Por enquanto estou na dieta "alcoolgorduraniana", que significa comer gorduras de todas as origens,enquanto se toma vários tipos alcoólicos, rá!

Fonte: Revista Casa e Comida

Registrando tudo



Entrei na lojinha pra comprar uns tapetes e dei de cara com essa máquina registradora.
Pedi para tirar foto e aceitaram.
Nada parecido com o chato da loja de badulaques para carnaval.
Achei tão simpática no meio da loja...



Para não ser diferente, tem uma fotinho de Nossa Senhora.
A loja é daquelas bem antigas, tipo armarinho. A vendedora disse que tem gente que gosta e gente que torce o bico, por causa da nota fiscal paulista (sabem como é, né? Paulistas....).

Garantiu a filha do dono que quando a loja se modernizar, vai deixar a registradora pra dar "um charme" no ambiente. 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Livros, livros, livros

 A semana começa e vai seguir com muita leitura.

Glauco Mattoso só escreve sonetos porque é mais fácil para decorar.
Ele é cego e é brilhante. Poesia pura.

Aqui, a sequência mais que famosa do Laurentino Gomes.
Já li 1808 e ganhei esse aqui essa semana. Adorei!

Esse aqui vai ganhar um post especial em breve: O Monstro Souza de Bruno Azevedo, amigo de longas datas...

Devassa

Começar o sábado em ritmo de carnaval é tudo, nénão?
Fui na 25 ver uns preços de badulaques para o aniversário da minha afilhada. Consegui ver pouquíssima coisa, porque tudo respira carnaval: a decoração, a trilha musical, os vendedores fantasiados, tudo!
Passei rápido porque vi que não ia adiantar. Tudo está nesse clima.
A febre são as máscaras do Tiritica e da Dilma, mas o cara da loja não me deixou tirar foto (hunf!). 
Vai entender o motivo...Chato!

Aproveitei um vacilo do leão de chácara e Rá! tirei foto do maridão fantasiado de camisinha, Hehe.
Para quem interessar possa, custa R$ 3,50.

Parada básica no Chico Bacalhau para uma boquinha.
Pão francês, filé e queijo branco (para yo)

Cheese salada (da outra parte da laranja) 

O plano era conhecer um novo boteco Devassa. Encontramos o Pimpa e aí foi só alegria!
Eu e o Pimpa tomando uma Sarará e Italo uma Loura.
A Devassa é uma cerveja artesanal feita no Rio de Janeiro (tinha que ser) e fiquei apaixonada nos idos anos de 1998, numa viagem de muita felicidade. A começar pelo nome, acho que o conceito é muito bacana e os botecos são sempre de muito bom gosto, sem contar que tem um amargor delicioso!


Ponto Alto: o chope Sarará,chope tipo Weiss feito de trigo com sabor acentuado de banana e cravo. É clara, mas é turva (não é filtrada). Só quero tomar dessa agora, hehe!

Sem dúvida, um dos maiores cardápios do Brasil.
Aos sábados, tem Buffet de feijoada a R$ 32,00 por pessoa.


São 5 tipos de Devassa: Loura, Ruiva, Índia, Negra e Sarará, esta última era nova pra nós.
Pela comanda, dá pra ver que a Loura sai mais...

Bobos de alegria e chope!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Adesivo na geladeira: Amor meu grande amor



Era uma vez...
Uma girafinha muito sapeca chamada Aparecida.
Andava meio chateada ultimamente porque não conseguia achar uma girafa macho que lhe fizesse companhia.
Seu melhor amigo, por incrível que pareça, era uma formiga chamada Josimar - que ganhou esse nome depois que o jogador de mesmo nome marcou um golaço na copa do mundo de 1986. O formigueiro todo vibrou e sobrou pra ele o nome mais diferente, já que seus amigos se chamavam Cacá, Memê, Didi, Totó, Lulu...
A diferença de tamanho entre eles atrapalhava um pouco. Quando tinham que trocar “uma ideia”, a formiga levava até 10 minutos para chegar na cabeça da Aparecida, pois só assim o Josimar conseguia ouvi-la.
Como a Aparecida sempre queria comentar alguma coisa corriqueira e o “Jô” tinha que ajudar nos serviços do formigueiro, a conversa dos dois tinha que ter hora marcada e a pobrezinha muitas vezes não lembrava de tudo que queria ter fofocado com o amigo. Memória fraca, a Aparecida tinha...
Lamentava-se também porque uma formiga jamais entenderia os problemas de uma girafa, assim como ela não conseguia entender os problemas do Josimar. Ela queria mesmo era um companheiro Girafa!
Tentou ficar amiga do hipopótamo, mas ele era muito preguiçoso e só queria ficar dentro d’água. O macaco Tonhão, um saliente de “marca grande”, ficava apelidando a girafinha e ria do seu batom vermelho e da mania de ter sempre uma acácia na boca. “Só outra girafa entende quando falo de torcicolo”, pensava Aparecida, no alto dos seus 5 metros.
E assim Aparecida foi ficando triste porque ninguém a entendia.
Chegou a flertar com outros bichos conterrâneos, mas não teve sucesso. Todos reclamavam da sua altura, dos seus hábitos ruminantes e da sua aparente calma, que refletia um “certo ar de superioridade”.
Mudou de ideia e jogou charme para outros bichos tropicais, mas a experiência foi muito pior. O veado era machista demais e o tatu não conseguia chegar a um lugar alto para poderem conversar. Insistia em se enfiar em buracos cada vez mais fundos.
Esse caso era muito pior que o do Josimar.
E aparecida foi ficando sem esperanças, sem brilho e nem passava mais batom. Se pelo menos pudesse voltar para a África...
Eis que num lindo dia de sol, Aparecida foi avisada por Josimar que corria a boca pequena que tinha bicho novo no pedaço e todos desconfiavam de ser uma girafa, dado o tamanho do caminhão que tinha saído para buscar. As esperanças da pobre girafinha se renovaram... “Pelo menos alguém pra conversar de igual pra igual”, falou animadamente para o amigo formiga.
E sem muita demora chegou Cauby, um bon vivant de carteirinha!
Chegou cantando “Conceição” bem baixinho, mascando umas folhinhas e na mesma hora soltou um risinho para Cida. Cida correspondeu e foi logo passar batom para ficar mais apresentável.
O tempo passou, os dois começaram a conversar e o Cauby foi se envolvendo.
Cida, por sua vez, já estava meio balançada, mas preferiu ficar na dela e esperar o pedido oficial.
Cauby não conseguia acreditar como poderia existir uma girafinha com tanta afinidade assim. Ficou até com medo de acreditar que aquilo estava acontecendo.
O Zoológico ficou pequeno para os dois.
Josimar se sentiu meio rejeitado depois da chegada de mais uma girafa do zoológico, mas entendia a paixão que os dois estavam sentindo e dava forças para Cida se enrolar de vez com Cauby.
Naquele momento Aparecida já não reclamava mais de nada. Não sentia fome e nem lamentava a falta de amigos. O Cauby a entendia e a deixava mais segura, até que chegou o dia em que no alto dos seus também 5 metros, o Cauby chegou bem pertinho da orelha de Aparecida e disse:
- Eu amo você!

E olha onde vieram parar?


Aqui!

Primeiro o Cauby

Depois a Aparecida

O amor...

Geladeira mais owunnnnn!!!!!! da blogosfera, hehe

Aberta a Hospedaria do bloguito!

Está aberta a temporada de visitas ao apzito!
Semana que vem promete!
Tem evento de Turismo aqui dias 23 e 24 e já comecei a receber torpedinhos com convites para reencontros. Delícia cremosa!
O Jornal Cazumbá vem em peso e já estou marcando umas pizzas;
Meu ex chefe querido vai querer jantar num restaurante chiquinho;
Família Enes vai chegar sábado,27, e a Hospedaria vai ser aberta oficialmente. Colchão inflável e bomba pra encher já tem, hehe!!!!!
Estou preparando as regras da casa, né?

Também não gosto de City Tour (que não me escutem meus amigos guias!)

Meu guru falou, tá falado.
Mais, no "guru site" Viaje na Viagem


Quem me conhece sabe da minha implicância com city-tour. Sim, eu sei que é prático. Sim, eu sei que rentabiliza o tempo. Sim, eu sei que o tour pode servir como uma ótima introdução à city, permitindo que você se localize mais rápido e possa voltar com calma aos lugares que mais chamaram a sua atenção.
Na vida real, porém, o city-tour tende a reduzir a experiência do visitante a um slide show em 3D — com a janela do ônibus fazendo o papel de monitor. Tá bom, tá bom. Vou tentar não ser tão radical. Há city-tours e city-tours, turistas e turistas.
City-tour convencional
Você e seu grupo sobem num ônibus, que faz algumas paradas durante uma manhã ou uma tarde. O modelo é bastante limitado. Como todo o grupo sobe e desce em todas as paradas — o que toma tempo — as escalas costumam ser poucas e espaçadas entre si. Esse tipo de passeio já entrou em desuso, e hoje resiste sobretudo para cumprir tabela como uma cenourinha a mais na composição de um pacote (7 noites, café da manhã, traslado e city-tour). Costuma servir também (para a operadora de receptivo) como uma oportunidade de venda de outros passeios — esses, normalmente, melhores.
(A propósito: não vamos confundir todo passeio de ônibus em grupo com city-tour em grupo. Existem bons passeios de ônibus em grupo que vão direto ao que interessa e servem muito bem a quem tem pouco tempo ou disposição para perrengues. A minha crítica é aos roteiros dentro das cidades, que não têm como não ser over-simplificados.)
Ônibus hop-on/hop-off
Desculpem o palavrão — mas ainda não foi cunhada uma tradução brazuca, e muitos de vocês já estão usando o termo com uma naturalidade espantosa 
Para quem nunca ouviu falar, os roponropofes nada mais são do que aqueles ônibus panorâmicos, geralmente de dois andares (em algumas cidades, com o andar de cima aberto), que percorrem todo o circuito de atrações turísticas, passando em intervalos determinados.
O esquema é bastante superior ao city-tour tradicional, porque você pode descer onde quiser, ficando o tempo que precisar. O bilhete vale o dia inteiro — e costuma haver tickets válidos para dois ou três dias. O roteiro é narrado por meio de fones de ouvido em diversos idiomas. E o deck aberto é um lugar sensacional para fotografar a cidade.
A maioria das cidades muito visitadas oferece o serviço: Londres, Nova York, Paris, Barcelona (o de Madri não está operando mais), Lisboa, Buenos Aires, Berlim, Budapeste, Santiago
Mesmo com todas essas qualidades, o modelo não me entusiasma. Entendo perfeitamente quem curte, mas eu só recorro aos ropons em lugares onde pegar o transporte público vai trazer mais perrengue do que descobertas. Usei o esquema em Curitiba e em Dubai — e curti. Ainda quero experimentar o de Salvador. (O do Rio, que existiu no finalzinho da década de 90, era bárbaro — mas não deu certo.)
Duck Tours
Uma variante engraçada do city-tour: usa veículos militares anfíbios adaptados para o turismo, combinando sightseeing terrestre com um passeio pelo rio, lago ou canal que banhe a cidade. É oferecido em lugares como Nova York, Boston, Londres e Cingapura. Não substitui o circuito ortodoxo, mas vale como uma sessão de parque de diversões.
Por conta própria
Em toda cidade que oferecer transporte público fácil e civilizado, esta é a minha recomendação. Por quê?
Porque o city-tour organizado — seja ele convencional, seja hop-on/hop-off — não tira você da redoma. Atrações turísticas, em sua maior parte, são apenas isso: lugares que atraem turistas. São pontos de peregrinação. Atraem à sua volta todo comércio artificial voltado para os forasteiros. Lojas de souvenir. Restaurantes com menus ao gosto dos visitantes. Cafés over-careiros.
Costumo dizer que as atrações turísticas (e nessa incluo muitos museus) devem ser tomados como indicações de percurso. A viagem na verdade acontece entre um lugar e o próximo. É nesse caminho que você vai ser apresentado à cidade de verdade, vão acontecer as coisas mais memoráveis, a história particular da sua visita vai acontecer. É chato voltar para casa apenas com as gafes dos outros colegas turistas para contar.
Sempre que possível, vá com as suas próprias pernas: garanto que é mais colorido.
Tours alternativos
Para quem gosta de visitas guiadas, vale muito a pena pesquisar tours alternativos ao city-tourzão padrão. Há a barreira da língua, mas mesmo perdendo parte da explicação você acaba andando por cantos que talvez não percorresse, e conhecendo pessoas potencialmente mais interessantes do que as do deck do ropon. Caminhadas guiadas normalmente rendem passeios excelentes — no mínimo, você vai acabar parando em frente a lugares que poderiam passar despercebidos. Uma grande fonte para passeios não-caretas são as recepções dos albergues/hostels. Dê uma espiada mesmo se você não estiver hospedado 

Amor Sings


Num clima retrô de saudade e de muito amor, desejo um dia legalzão aos meus queridos ociosos.
Continuo na luta... Bom dia!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Liquore Strega



Fui apresentada a esta delícia há algumas semanas e fiquei "bebadamente" apaixonada.
Liquore Strega pra ser mais precisa, é um licor italiano envolto a uma lenda famosa que diz que quando duas pessoas bebem juntas, não se separam mais.
Foi criado pelas bruxas aprisionadas da cidade de Benevento em 1860 com aproximadamente 70 ervas de diversos países.
Sogrão tinha em casa e saiu distribuindo numa noite de pizza, com a desculpa que facilitava a digestão. Não é fácil de achar e não é muito baratinho. De acordo com minhas fontes paulistanas fidedignas, só se encontra na Zona Cerealista, que é um "território" no centro da cidade com lojas de cereais a granel, frutas secas, bebidas e importados. Caso, meu querido ocioso, você tenha a oportunidade de esbarrar com um desses por aí, cai pra cima, que o negócio é bom!
Adorei e ainda bebi junto com maridão. Vamos ver, né?
Rá!

7 efeitos curiosos do café no organismo.

Texto bacanão. Leiam!


Há quem sofra com todo o tipo de efeito desagradável se passar o dia sem um (ou vários) cafezinhos. Em algum momento da nossa evolução, o café virou, mais do que um prazer gastronômico, um amigo fiel e um quase-remédio. Está com sono? Tome café. Estressado? Café. De ressaca? Café. Alguns dos efeitos dele sobre o nosso organismo são devidamente comprovados – ele realmente vicia, por exemplo. Mas outros (e aí entram tanto benefícios quanto perigos) a ciência trás e leva de volta como se estivesse de brincadeira com a gente. Certas pesquisas, por algum motivo, chegam até a desmentir uma a outra. Vai entender. Mas, isso não dá para negar, o café é mesmo um bichinho poderoso. Pega lá um para você e dá uma olhada nessa lista, com algumas verdades quanto a do que ele é realmente capaz.
1. Café não deixa você mais alerta.

É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo os caras, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.

2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.

Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.

3. Café faz os seios diminuirem de tamanho.

A cafeína mexe com os níveis de estrogênio da mulher, o que pode fazer com que os seios encolham “significativamente”. Três xícaras de café por dia já são o suficiente para o efeito ser notado. A conclusão é de pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia. E essa nem é a parte mais estranha da história. Nos homens, o efeito é oposto: agindo com a testosterona, o consumo frequente de cafeína pode aumentar a região mamária masculina – e deixar os moços com “peitinhos”.

4. Café faz você ter alucinações.

Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.

5. Café previne o mau hálito.

Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para previnir a halitose.

6. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).

Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.

7. Café facilita a sua vida na academia.

Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.


Tão pensando o quê? Esse Bloguito também é cultura!
Tirei daqui.

Existe?


Deus do céu, isso existe mesmo?
Daqui.

1001 Comidas para provar antes de morrer

Ganhei esse livro super bacana da Natália (tem foto dela nesse post) no amigo oculto aqui da empresa (sim, ano passado e só agora estou publicando).
Ela acertou em cheio!
É um livro que não tem receitas, e sim, a origem de várias comidas e dicas de como comê-las ou misturá-las a outros ingredientes.
Ele agora está num lugar de honra no apzito: na mesinha da sala junto com outras obras primas e serve para quem estiver sentado na sala folhear sem medo de ser feliz!
Gostei bem. Valeu Na!!!

Tem mais de 500 folhas e está dividido em Temperos, Frutas, Carnes, Pães e outros. 

É ilustrado e junto com a foto tem a descrição e origem da comida.

A velha sardinha e um tipo de truta, só pra dar exemplo (abri aleatoriamente)

Essa foto me deixa com água na boca: churrasquinho de sardinha, hehe

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quiosque Rio Sul em Copacabana

Uma boa ideia é tudo nessa vida...
_______________________________



Aproveitando o carnaval, o quiosque Rio Sul (foto), que fica entre as ruas Figueiredo de Magalhães e Siqueira Campos na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, passa a oferecer informações sobre os ensaios dos blocos de rua e das escolas de samba do grupo especial, além das sugestões de roteiros de passeios na cidade.


Segundo a gerente de Marketing do Rio Sul Shopping Center, empresa que administra o quiosque, 60% das pessoas atendidas são turistas internacionais e 50% tem idade entre 21 e 40 anos.



CAMPANHA DE INCENTIVO



Criada no final do ano passado pelo shopping Rio Sul, a premiação de concierges continua acontecendo em 2011. Todo mês, o hotel que enviar mais turistas ao shopping ganha uma bonificação. O resultado é mensurado por meio de relatórios de controle interno, de acordo com os vouchers que os turistas entregam ao embarcar no ônibus sem custo que o empreendimento disponibiliza.

30 cantinas ganham em SP selo de 'as legítimas'

Para ser italiano de verdade não basta servir macarrão - é preciso usar ingredientes originais, traduzir os cardápios, decorar no estilo certo e até contratar garçons que falem o idioma fluentemente. Esses foram os critérios para condecorar 30 restaurantes de São Paulo como legítimos representantes da tradição italiana no Brasil com o selo Ospitalità Italiana, conferido pela União das Câmaras de Comércio Italianas em jantar previsto para ontem no Terraço Itália.
Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE
Tradição. Giovanni Bruno, do Il Sogno Di Anarello: 'Preciso agradecer ao povo paulistano, que recebeu tantos imigrantes'
"Analisamos dez critérios para saber se o restaurante poderia ser classificado ou não", diz a diretora de Marketing da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio de São Paulo, Érica Bernardini. Em todo o Estado, 75 estabelecimentos participaram do processo, mas só 30 passaram por todas as etapas para a aprovação - que inclui até análise de fotos e entrevistas com um comitê de chefs e enólogos na Itália. A capital tem 29 vencedores e Valinhos, um.
A lista completa dos restaurantes condecorados está ao lado, mas não se assuste ao notar a ausência de nomes importantes da gastronomia paulistana, como Fasano ou Tre Bicchieri. "A intenção do selo não é avaliar a gastronomia dos restaurantes, mas a hospitalidade e a tradição italianas", explica Érica. Todos os que ganharam o selo serão reavaliados anualmente e qualquer outro restaurante no Estado que atenda aos requisitos pode também requerer o selo.
Comemoração. O selo nasceu em 1997 para classificar os restaurantes na própria Itália que seguiam fielmente as tradições do país. Desde 2010, passou a ser distribuído em todo o mundo: foram condecorados 440 restaurantes em 45 países. São Paulo, com 29, foi a cidade que mais emplacou casas. E os donos de restaurantes comemoram.
"Os clientes valorizam", diz Juscelino Pereira, sócio-proprietário do Piselli. "É mais um carimbo, mais uma chancela em nossa luta para oferecer qualidade. A clientela percebe."
Para Pereira, a matéria-prima é o ponto alto de seu restaurante. "Usamos o máximo de produtos importados. Azeite italiano, parmesão italiano... E as receitas de nosso cardápio são seguidas à risca. Isso emociona o italiano que vem aqui porque ele percebe que sua cultura está bem representada."
Para garantir as características italianas do Due Cuochi Cucina, mais que boa vontade, muitos voos. "Costumamos fazer viagens periódicas à Itália para pesquisa de produtos, sabores e visita a restaurantes em diversas regiões", conta Ida Maria Frank, uma das proprietárias.
Inaugurado há menos de dois anos, o Così espera aumentar ainda mais o número de clientes após o prêmio. "Fazemos comida com cara e gosto de comida", diz um dos sócios, Leonardo Recalde. "E nosso cardápio em italiano é italiano benfeito. Não aquela coisa que se coloca no Google Translator e joga para o italiano."
Giovanni Bruno, do Il Sogno Di Anarello, era só gratidão. "Preciso agradecer o povo paulistano, que recebeu tantos imigrantes e aprendeu a gostar de vários tipos de comida. Não só dos italianos, mas de todas as nações. O mundo gastronômico está em São Paulo."
Proprietário do Dona Carmela, Michel Kerlakian Martin espera ver no caixa o resultado do prêmio. "Certamente teremos clientes novos, Sei que muitos veem resultados como este e depois querem vir conhecer a casa. Isso é muito legal."

OS DEZ MANDAMENTOS

Identidade 
Deve ter ao menos um funcionário fluente em italiano.
DistinçãoAo menos um elemento de decoração deve remeter à Itália.
MenuEm italiano. Não valem traduções literais, como "pollo a ucellino" (frango a passarinho).
ChefDeve ter certificado em culinária italiana ou experiência em restaurantes típicos.
Proposta gastronômica 50% dos pratos devem ser tradicionalmente italianos.
ReceitasPelo menos cinco receitas devem seguir a tradição italiana.
VinhosAo menos 20% da carta deve ter origem comprovada na Itália.
Azeite extravirgemTambém tem de ser italiano.
Valorização da culturaTem de assinar termo de compromisso assegurando a origem italiana dos produtos que usa.
IngredientesSão fotografados e enviados para a Itália, onde um comitê de críticos e enólogos avalia se estão de acordo com a tradição.

OS CERTIFICADOS


Cantina C...Que Sabe - R. Rui Barbosa, 192 - Bela Vista . Telefone 3289-2574


Circolo Italiano San Paolo - Av. Ipiranga, 344, 1º andar - República - Telefone: 2189-2900


Così - R. Br. de Tatuí, 302 - Vila Buarque . Telefone: 3826-5088


Dona Carmela - R. Dr. César, 944 - Santana . Telefone: 2283-2458.


Due Cuochi Cucina - R. Manoel Guedes, 93 - Itaim Bibi - Oeste. Telefone: 3078-8092


Empório Ravioli - R. Fidêncio Ramos, 18 - Vila Olímpia . Telefone: 3846-2908.


Friccò Ristorante - R. Cubatão, 837 - Vila Mariana Telefone: 5084-0480.


Il Fornaio d''Italia - R. Manuel Guedes, 160 - Jardim Europa . Telefone: 3079-2473


Il Sogno di Anarello - R. Il Sogno di Anarello, 58 - Vila Mariana - Sul. Telefone: 5575-4266.


La Pergoletta - R. Itapura, 1.478 - Vila Gomes Cardim . Telefone: 2092-3330


La Piadina Cucina Italiana - R. Profº Atílio Innocenti, 911 - Vila Nova Conceição - Telefone: 3926-5427


La Risotteria Alessandro Segato - R. Pe. João Manuel, 1.156 - Cerqueira César . Telefone: 3068-8605


La Tambouille - Av. Nove de Julho, 5.925 - Jardim Paulista . Telefone: 3079-6276


Magari Restaurante - R. Amauri, 234 - Jardim Europa . Telefone: 3073-0234


Olea Muzzarella Bar - R. Joaquim Antunes, 198 - Pinheiros, Telefone: 3062-1535


Osteria del Pettirosso - Al. Lorena, 2.155 - Jardim Paulista . Telefone: 3062-5338


Pasquale Cantina - R. Amália de Noronha, 167 - Pinheiros - Telefone: 3081-0333


Pecorino - Al. Joaquim Eugênio de Lima, 1706 | Jardim Paulista - Telefone: 2339-2887



Picchi Restaurante - R. Jerônimo da Veiga, 36 - Jardim Europa - Telefone: 3078-9119

Restaurante Piselli - R. Pe. João Manuel, 1.253 - Cerqueira César . Telefone: 3081-6043.


Ristorante Laura e Francesco (Valinhos - SP) - R. Martinho Leardine, 326 - Jardim Paiquere - Valinhos (SP). Telefone: (19) 3849-6714


Ristorante Taormina - Al. Itu, 251 - Jardim Paulista . Telefone: 3253-6276


Rosmarino Restaurante - R. Henrique Monteiro, 44 - Pinheiros - Telefone: 3819-3897


Spadaccino - R. Mourato Coelho, 1.267 - Pinheiros . Telefone: 3032-8605


Tatini Restaurante - R. Batataes, 558 - Jardim Paulista Telefone: 3885-7601


Terraço Itália Restaurante - Av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andares - República - Telefone: 2189-2929


Tomatto - R. Mal. Deodoro, 497 - Santo Amaro . Telefone: 5521-8387.


Vicolo Nostro - R. Jataituba, 29 - Vila Gertrudes . Telefone: 5561-5287


Vinheria Percussi - R. Cônego Eugênio Leite, 523 - Pinheiros Telefone: 3088-4920


Zena Caffé -
R. Peixoto Gomide, 1.901 - Jardim Paulista - Telefone: 3081-2158 


Fonte: Estadão