Pular para o conteúdo principal

E voltemos a falar de Ócio...

Ócio é ficar de bobeira, do jeito que você gosta, sem pressa e sem pressão.
É o estado de espírito que todo mundo merece no final de semana, que a propósito, é uma vergonha (míseros dois dias!).
Como venho da região mais quente e calorosa do país, final de semana pra mim significa havaianas ou meu bom chinelinho de palha, camisetas e shortinhos. Isso sim, faz eu me sentir no fim de semana! Saber que posso ficar sem maquiagem e com os pés descalços a qualquer movimento.
Mas aqui não!
Aqui, o final de semana é igual à semana! Roupas e mais roupas e meias e sapatos. Isso pelo frio e também pela cultura das pessoas. Qualquer ida ao mercado, vê-se todo mundo produzido igual novela, com rímel e blush e eu, de chinelo!
França, amigo querido, que mora na capital mais fria do país falou que ando meio baixo astral por aqui, mas garanto que não! As observações desse primeiro mês aqui não refletem de fato a delícia que está sendo, mas as diferenças são gritantes e o mais engraçado: nas mínimas coisas.
As diferenças grandes são imaginadas por qualquer um.  Por mim, as pequenas diferenças é que são interessantes.
Tive que sair no domingo pra almoçar e queria ter saído mais à vontade, mas tive que ir de mangas compridas, lenço no pescoço e tênis, pode?
Pra ir ao shopping, almoçar um bom bife e relaxar com o namoradão? Pois é.
O final de semana foi bacanão porque já começou com um jantar mexicano, que há tempos vinha querendo!
Descobrimos um Tex-Mex pertinho de casa e o desejo foi realizado: chili beans, tapas e burritos encheram a sexta de "arribas". Adorei!
Hoje começo a malhar pra garantir o "corpicho" para o verão!
Bom dia!

Comentários

Anônimo disse…
Malharrrrrrrrrrr adorooooooooooooo,mais uma pra perder o bucho e engrossar as pernas comigo iruuu \o/
Bjus Teresopolis
Craro cróvis!
Do jeito que estou, não dá!!!
Beijocas e saudades...

Postagens mais visitadas deste blog

Patinhas de caranguejo ao molho vinagrete

O vinagrete do jeito que eu gosto...

Ingredientes
1Kg de patinha de caranguejo (de preferência do Maranhão, hehe) 2 tomates maduros 1 cebola 1 pimentão verde (que pode ser o da sua preferência) 1 maço de cheiro verde (se você preferir) ou apenas cebolinha 2 limões Sal Azeite para temperar
Modo de preparar
Afervente as patinhas em água com umas pitadinhas de sal. Veja bem, aferventar não é ferver. Basta abrir fervura e elas começarem a ficar cor de rosa, é pra tirar do fogo. Reserve e deixe esfriar. Se ficarem muito tempo no fogo elas ficam duras e na verdade elas devem ficar macias. Após lavar os legumes, corte em pedaços uniformes e bem pequenos, assim como o tomate (que é uma fruta). Para mim, quanto menor, melhor. Misture todos os legumes cortadinhos num bowl, tempere com o suco do limão, sal e bastante azeite. Acrescente um pouco de água filtrada para dar um pouco mais de molho ao vinagrete. Arrume as patinhas num refratário deixando-as com o "cabinho" pra cima. Dessa forma fica mais f…

Raposa, MA - passeio náutico que vale a pena!

Em meio às férias, resolvemos passear de barco pela Raposa, município da área metropolitana da Ilha de São Luís.
O município é pequeno. Grosso modo, deve ter por volta de 35 mil habitantes no máximo.
Tem uma cultura pesqueira muito interessante e também é um polo rendeiro de destaque em São Luís.

A cidade em si, não é muito atraente. São ruas estreitas, com casas, em sua maioria, de madeira, que lembram palafitas, no sentindo mais geral do termo.
Percebe-se a falta de saneamento básico na cidade e uma certa desordem urbana. Basta para isso, percorrer suas ruas para entender do que estou falando. Banheiros improvisados próximos aos mangues e muito lixo acumulado nas ruas e entre as casas é um dos retratos mais gritantes ao darmos uma volta perímetro urbano.

A Raposa surgiu como uma colônia de pescadores, com início na década de 40 do século passado, por pescadores vindos do Ceará e rapidamente tornou-se um reduto cearense, com as mulheres rendeiras desenvolvendo seu trabalho e os pesc…

Óleo composto de soja e oliva. Não caia nessa!

Esses óleos compostos que tanto enganam os comensais espalhados por ai foram feitos para cozer, não para derramar em cima do prato pronto! Foram criados como uma alternativa para quem está com o orçamento apertado ou não tem costume de cozinhar com azeite de oliva.  Para um prato refogado, por exemplo, fica muito saboroso. O problema é que pelo fato de ser mais barato, os donos de alguns restaurantes de segunda, terceira, quarta e quinta categoria substituem o tradicional azeite por esse composto e a turma desavisada, derrama com gosto em cima do prato. Uma maldade! Vejo o povo jogando em cima da salada, sendo que em todos os compostos, 95%  é de óleo de soja e apenas 5% é de azeite (não extra-virgem!). Esperteza do restaurante que ganha por um produto de qualidade inferior e lerdeza do consumidor que não lê o que está consumindo. O consumo de azeite no país tem crescido assustadoramente, à proporção que  a gastronomia ganhou status de ciência e o poder aquisitivo da população melhorou.  De…