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5 dúvidas sobre a LATAM


O que será a Latam? 
Será a empresa que resultará da união da TAM à LAN - ou, para muitos, da compra da TAM pela LAN. A Latam, se efetivada a fusão, se tornará a 11a empresa aérea do mundo em transporte de passageiros - 45 milhões por ano -, voando a 116 destinos em 23 países. Será líder absoluta na América do Sul e vice-líder nas rotas para os Estados Unidos e o Canadá. Em valor de mercado, contudo, a Latam será a maior empresa aérea privada do planeta, valendo US$ 10,6 bilhões. Supera a Delta, estimada em US$ 9,4 bilhões. 

Quem comprou quem? 
Ninguém assume que a chilena LAN incorporou a TAM em seu “portfólio”. Oficialmente, é uma união de esforços, criando uma holding. TAM e LAN coexistirão, sem se fundir. A Latam, que terá sede no Chile, passará a deter 20% do capital da TAM, que é a cota máxima, por lei, da internacionalização de uma empresa aérea brasileira. O consultor de aviação Paulo Sampaio Bittencourt, da Multiplan, vê o negócio como “uma venda disfarçada da TAM”, visto que a LAN deterá 24% da holding, enquanto a família Amaro, principal acionista da companhia brasileira, terá apenas 13,5%. Os outros 62,5% serão divididos em free floats - ações de livre negociação no mercado. 

Ao que interessa: o que a gente ganha com isso? 
Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas Aéreas, disse à VT que um dos principais ganhos ao passageiro será a “integração das malhas, o que vai permitir conexões mais rápidas”. Ele também citou a possibilidade de se “despachar a mala aqui do Brasil e pegar só na Austrália”, país conectado pela LAN via Santiago. Nada que o passageiro já não possa fazer com as companhias parceiras da Star Alliance, mas tudo bem. Mais importante é a possível criação de um hub aeroportuário no Nordeste do Brasil, com novos voos aos Estados Unidos, à África e à Europa

E o que perde? 
Sem entrar, por ora, em questões ideológicas e de geração de receitas e empregos, uma coisa já parece certa: deixará de existir uma concorrente nos voos em que TAM, LAN e outras disputam o mesmo passageiro, como entre Santiago e São Paulo. “Mesmo que as duas companhias não se transformem em uma, provavelmente terão tarifas alinhadas”, diz Respício Espírito Santo Jr., professor de transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

Como ficarão os programas de fidelidade? 
Em um primeiro momento, os clientes TAM Fidelidade poderão resgatar passagens e acumular pontos em voos da LAN e vice-versa. Líbano Barroso acredita que futuramente o Multiplus Fidelidade, que agrega vários programas de passageiros frequentes no Brasil, poderá administrar também o LAN Pass. Mas a maior incógnita são as alianças aéreas. A empresa brasileira faz parte da Star Alliance, enquanto a chilena participa da One World. “A tendência é que as duas fiquem na aliança mais forte, a Star Alliance”, diz Espírito Santo Jr.

Repito: que nome horroroso meu Deus!


Fonte: www.viajeaqui.abril.com.br


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