segunda-feira, 31 de maio de 2010

Rio de Janeiro

Irei ao Rio de Janeiro desprovida de muitas vaidades.
Preciso de uma mala de 5kg e nada mais. Vou pedir emprestado a Mamá. As que tenho são enormes!
Acho que estou ficando mocinha mesmo. Comecei a me despreocupar um pouco com tantos acessórios. Um sapato e um colar para cada roupa. Que bobagem...
Ainda não fiz a mala e só vou fazer duas horas antes de embarcar para não ter que pensar muito e nem levar supérfluos.
Só vou levar um tênis e um chinelo; uma calça; duas bermudas, quatro camisetas, um biquini, uma canga, um casaco e um vestido. Dois brincos, dois colares e os anéis que vão nos dedos permanecerão todos os dias; a mochila do blog e uma bolsa tipo carteiro completam o arsenal do fim de semana.
Vendo o guarda-roupa agora e imaginando essas peças é que vejo o quanto o tempo vai passando e a gente vai priorizando outras coisas. Coisas mais importantes, como por exemplo, ser feliz!
Como disse a Clarice certa vez, "Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito..."


Boa noite digníssimo ocioso. Volto amanhã, sem falta!

FLIP

A Flip.
Ah, a Flip...
Tenho um compromisso moral de ir sempre à FLIP. Há anos tinha vontade e há três consegui ir. Foi lá que conheci e nunca mais me desgrudei do namoradão.
A Festa Literária Internacional de Paraty tem lá seus encantos e é um evento pra quem gosta do movimento literário e das letras, imperdível. É o que temos de melhor no gênero no país.
Lá, parece que todo mundo no Brasil lê, todos tem acesso a livros e entendem de arte. Uma coisa maluca! Poetas, artistas de rua, teatro mambembe, tudo existe lá!
Grafismo, Cordel, Fanzines, Recitais, exposições e tudo o mais acontecem ao mesmo tempo, nos mesmos espaços, nas mesmas ruas.
Convidados famosos, anônimos, revelações e decepções estão no evento, pra quem quiser ver, ler e cuspir.
Fruição é o termo para aquele universo de gente boa e bichos grilo!

O Site da Flip tá novinho em folha. Vejam a programação desse ano.
Dependendo de onde estarei nessa época, é bem possível que dê uma passadinha por lá.

Acho que escrevi uns 10 lá! Hehehehe

Tapoé


Quem não tem potinhos em casa que atire a primeira pedra!
Quem nunca precisou guardar uns restinhos de arroz ou mesmo de feijão?
O ruim disso tudo é que os nomes "potinho", "recipiente" ou "vasilha" não causam um efeito tão chique quanto "Tupperware"!
"Tupperware" é uma marca americana desses trocinhos que movimenta milhões no mundo. Os potes são ótimos, duráveis e fáceis de lavar. Gosto bem, mas ainda sinto falta de um design mais moderno. Às vezes acho que os potinhos são os mesmos desde que mamis comprou o primeiro em 1980, mas enfim, os recipientes são tão bons que resolvemos generalizar a marca para todo produto com esse fim e aí algum infeliz achou o nome bonitão e deu no que deu...
Quer ver as novidades Tapoé? Aqui


Ah, outra empresa bacanona de utensílios é a Coza.
Essa também gosto muito e foi dessa marca a primeira coisa que comprei quando resolvi morar sozinha: uma saladeira verde!
Para fazer e comer muitas saladas e muita coisa saudável!!!

domingo, 30 de maio de 2010

Para adoçar a vida

(1) Dolce Grill - estava disponível no estand da Oficina de Eventos no Casar Bem.

Doces Finos by Cloris Padilha.
Delícia de Nozes.
Aqui, os meus preferidos. Em primeiro lugar, os canoles de fios de ovos e as delícias de figo.


Bom, eu também fico carente às vezes.
Hoje é um dia desses em que embora eu esteja muito feliz, queria estar aninhada em meu quarto em silêncio e com meu grande amor.
Amanhã, como todos os dias daqui pra frente serão muito difíceis e de novo, terei que tomar atitudes drásticas em relação ao futuro.
A vida, mesmo sendo a melhor coisa que nos foi dada é um jogo cheio de armadilhas, subornos, perdedores e vencedores. Temos que jogar e nem sempre escolhemos as melhores pedras, as estratégias certas ou os melhores atacantes.
Sempre tomando atitudes, sempre decidindo, sempre escolhendo e sempre "por fazer".
Os dados foram lançados...

Os doces que ilustram esse post são exatamente o que eu gostaria de estar comendo agora. Tudo, tudinho pra aplacar os pensamentos e engordar sem culpa.

A torta (1) é Dolce Grill  (Tropical Shopping).
As duas abaixo são da Sweet Sweet Doces Finos.

Esquimó

Vi no D'propósito esse vídeo.
Fui pesquisar e achei.
Não é lindo?
Definitivamente queria ter esse nome e ser a pessoa desse bendito nome!
Como a Camila, também quero o livro.
Alguém se habilita?


Andar de bicicleta é...

Pensar em coisas que durante a semana não dá.
É pensar em coisas que você passou a semana toda pensando.
É ver a vida por um outro ângulo: nem correndo, nem andando.
E ver as pessoas de longe.
É se exercitar.
É suar.
É sentir o vento no rosto.
É ser feliz.

Cheguei na casa de mamis e fui andar de bicicleta. Pus um tênis, uma roupinha leve, um boné e saí para um passeio pelo bairro que cresci e aprendi as primeiras coisinhas da vida: os primeiros namorados, as amizades da infância e as brincadeiras de esconde-esconde, "pegador", "rouba bandeira" e "cai no poço".
Adorei.
Como meus ociosos são preguiçosos e isso ficou provado recentemente (hunf!), a dica está dada. Ande de bicicleta, se exercite e seja feliz!

sábado, 29 de maio de 2010

Repetitivo

Programa chato e repetitivo esse tal de Legendários.
Nunca tinha visto.
Nunca mais vou ver!

Radio

É, esqueci de dizer que é pra desligar o som.
Hehehe

Melancia

Terminei de ler, enfim!
Talvez eu precise ler algum outro dessa autora pra poder falar mais um pouco.
Acho que o tema é interessante, divertido e perfeitamente possível, mas reafirmo que perdemos demais nas traduções.
Há frases e contextos desconexos em alguns momentos, mas de um modo geral é legal.
Parei de ler A Sombra do Vento para terminar logo Melancia porque a leitura é mais rápida, mas é um choque voltar a ler um texto preciosamente escrito como o Carlos Ruiz Zafón.
Resumo que achei Melancia divertido, mas não é um dos melhores.
Não esqueço nele: quando a autora diz que a dor de parir é mais ou menos assim: multiplicar por nove milhões a pior cólica que já sentimos. 
Estimulante, não?:

Ministério da Felicidade

Ahá,eu já sabia disso!
Ja tinha inclusive comentado em 2008 sobre a importância da felicidade geral da nação.
É certo que falei de uma coisa de segundo, terceiro escalão como uma Secretaria, mas o "filósofo" Cassio Reis já adiantou sobre a necessidade de um Ministério.
Não, não vamos a tanto, mas que a discussão é boa, é!
Ai, eu poderia ter um cargo lá. Que que cês acham? Trataria das pautas sobre ócio, viagens e gastronomia como índices para a definição da Felicidade Interna Bruta.
Vejam no áudio abaixo maiores informações.

ATENÇÃO: RETIREI O RADINHO. TAVA ENCHENDO O SACO DE TODO MUNDO, INCLUSIVE E PRINCIPALMENTE O MEU!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Terminando

Ufa!!!!!
Tô terminando mais uma jornada.
Tô indo atrás de ócio puro!!!!
Vou no Cantinho da Estrela relaxar um pouco que amanhã terei uma dia de dona de casa (adoro!!!!)

Inté e bom final de semana a você que vem sempre aqui e que me acompanha da lida diária...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Guia

Estou aqui trabalhando no Guia Tabajara...
Tenho vontade de dar tanta dica, tanta dica que se ninguém me barrar, vai virar uma Bíblia!
Inté!

"Desempacotando"

Tá! Você já me viu falar dele aqui.
Ele não sabe que eu existo, tudo bem... mas eu acho ele incrível simplesmente por fazer de uma das melhores coisas da vida sua profissão: ele viaja profissionalmente!
Sim, e aí ele escreve, divulga, sabe tudo, vira guru e agora cineasta. Vê se eu aguento?
O Ricardo Freire lançou um troço bacana chamado desempacotando e dá dicas super espertas.
O mais bacana? Porque ele desfaz os pacotes de uma maneira sutil e brilhante, mas êpa! Quem ainda viaja nesses pacotes tiranos a não ser, gringo?
Por favor ocioso, não me faça isso! Viaje sem pressa, curtindo o tempo de ócio que Deus lhe deu e com roteiro personalizado por favor!
Que sorte ele ter criado essas webséries e a do Rio estar bem fresquinha. Amei!
A internet não tem fim...
Viva a criatividade.
E viva tudo isso!

Rio de Janeiro

Irei viajar semana que vem para o Rio de Janeiro.
Coisinhas pessoais pra resolver. Nada de trabalho dessa vez!
Como não terei tempinho livre da silva até lá, já estou escolhendo o que vai dar pra fazer...
Acho que vou de clássicos mesmo. Estou com tanta preguiça de criar roteiro novo...
Desculpem ociosos, já andei mais corajosa por aqui, não?

Mentos Rainbow

Tenho mania de bombons ou chicles na bolsa.
Deixo para as horas de ócio entre uma atividade e outra durante o dia.
Em especial gosto de Mentos.
Agora ele também tem a versão sete sabores e chama-se Mentos Rainbow. Não é fofo?
Os amigos gays agora estão contemplados... Adorei!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Preto no branco

Gosto das coisas claras, não suporto entrelinhas.
No entanto, adoro gente inteligente que percebe a coisa no "ar"...
Gente que não fala tipo "preto no branco" tem sempre algo a esconder.
Gente direta demais machuca algumas vezes.
Eta peleja difícil esse tal de equilíbio...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Durante o almoço

Tive a manhã regada a reuniões.
Tive uma em especial que gostaria de ter tido há bastante tempo e por conta dessa "coisa" de vida corporativa nunca deu. Não extraí nada de muito objetivo, mas gostei de ter podido cuspir umas espinhas de peixe atravessadas na garganta há tempos.
Como a vida a gente muda... Como o foco da vida é o que determina nossos pensamentos e ações.
Saí da reunião em estado líquido, quase me derramando pelas "partes" e tambem aérea sem saber o que fazer na tarde.
Passei por esse engraxate e vi que "talvez" ele não tivesse tantos problemas... Quer dizer, deve ter, mas leva a vida sem muito compromisso com horários apertados e a pressão que tem no trabalho é o prazo que ele determina para vender a caixa de sapatos do povo que não volta pra buscar após o serviço!
Faz uns 04 "remendos" ao dia e engraxa uns 03 sapatos. "Já dá pra comer, né Dona?" Me falou enquanto eu trocava figurinhas com ele.


R$ 5,00 pra por o taco do sapato. Amanhã levarei alguns pra ele.



O Ambulatório Santos (agora de plaquinha nova) é um negócio engraçado.
É do pai do Zeca Baleiro, Seu Tonico, um senhor super bonzinho com cara de avô bacana.
Ele só trabalha de manhã e ainda usa métodos antigos, portanto, bem funcionais!
Outro dia me senti mal e fui aferir a pressão com ele. Aproveitei e conversei um tantinho...
Passei por lá hoje e também tive a sensação de que tem um trabalho bacana, sem muita pressão (ou não! Perdoem-me o trocadilho!) e com horários dignos.

Agora já restabelecida, a vontade de sair para bater papo é imensa, mas o mundo corporativo não me permite, logo vou já voltar ao trabalho.
Inté!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Festival Guarnicê. Ôba!!!!

A Universidade Federal do Maranhão divulgou nesta semana as primeiras atrações confirmadas para aprogramação do 33º Festival Guarnicê de Cinema. O festival, que terá entrada gratuita, vai acontecer de 22 e 26 de junho, no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho), e no Centro de Convenções Governador Pedro Neiva de Santana, no bairro do Cohafuma, em São Luís.
O 33º Festival Guarnicê de Cinema é uma promoção da Universidade Federal do Maranhão, por meio dos departamentos de Assuntos Culturais (Proex), Artes (CCH) e Comunicação Social (CCSo). A realização é da UFMA e Fundação Sousândrade. Tem apoio cultural do Governo do Maranhão (Secretárias Estaduais de Cultura e Turismo) e Prefeitura de São Luís (Secretaria Munic. de Turismo e FUMC).

As atrizes Malu Moraes, Mariana Nunes e Simone Iliescu e o ator Luiz Carlos Vasconcelos, protagonista do filme "Desafinado", já confirmaram presença no festival. O Guarnicê será aberto no dia 22 com a exibição do longa-metragem "O Homem Mau Dorme Bem", do diretor Geraldo Moraes, e encerrado no dia 26, com a exibição do longa-metragem "As Melhores Coisas do Mundo", dirigido por Lais Bodanski.

Atrações inéditas

Com roteiro de Luis Molayesi e Luiz Bolognesi, o longa de Laís Bodanski é baseado em uma série de livros de Gilberto Dimenstein e Heloísa. O filme tem no elenco os atores Denise Fraga e Fiuk, de Malhação e filho de Fábio Júnior. O diretor do Departamento de Assuntos Culturais da UFMA/Proex, Prof. Dr. Alberto Dantas informou que a vinda do ator a cidade ainda está sendo negociada pela organização.

Homenagens e oficinas

Segundo Alberto Dantas, Beto Strada dará uma oficina sobre Engenharia de Som e Paulo Coelho falará de Cinema de Bolso. Anderson Carvalho ministrará oficina de desenho sonoro e edição de som. Para Alberto Dantas, um dos pontos marcantes das oficinas será a “presença da Escola Darcy Ribeiro de cinema, considerada na atualidade a instituição mais conceituada na área no Brasil”.
Além das oficinas, o festival terá as mostras francesas de filmes, Refestança, Lume Produções, com exibição de curtas, Cine Foot de Antônio Leal (um dos homenageados) com filmes sobre futebol, Guarnicêzinho (filmes infantis) e Roberto Werneck com filme sobre meio ambiente. O Guarnicê de Cinema continua com o caráter competitivo categorias: Troféu Guarnicê de filme, de Vídeo de um minuto, Tele reportagem e comercial. Entre os homenageados estão Regina Luna e Fátima Frota, ex-funcionárias da Universidade Federal do Maranhão e servidoras da Fundação Sousândrade, além de entusiastas do Festival Guarnicê de Cinema.

Sabe aquela bagagem de mão?

Fico vendo  povo toda vez que embarco num avião.
Tem gente que leva a mãe, como bagagem de mão. Uma locura... Atrapalham todo mundo enquanto estão botando a mega bagagem no compartimento específico para esse fim.
Tem perua com a bolsa de 5kg, mais uma sacola da Victor Hugo e mais uma mochila; Tem homem de negócios com uma mala para uma semana, sem contar com o povo que briga no check in afirmando que aquela bagagem tem menos de 5kg.
Não faça isso meu caro ocioso, plisss! Você é um viajante sensato, chique e preparado. Não me faça passar vergonha, heim?
Além do peso, é preciso ter cuidado com o volume. Outra coisa: o espaço abaixo da poltrona à sua frente também é pra isso e quase nunca utilizado. Tente dividir suas bagagens, aí quem sabe, você atrapalha menos os desesperados para sentar ou para sair...
Veja abaixo as regrinhas básicas:

Tamanho
Voos domésticos: a bagagem de mão não pode ser maior do que 115 cm, considerando altura mais comprimento mais largura. Ela deve pesar até 5 kg e caber embaixo do assento do avião ou nos compartimentos acima das poltronas. Se exceder o peso, a companhia aérea pode obrigar o passageiro a despachar a mala. Neste caso, a mala de mão terá seu peso somado ao da bagagem de viagem, o que não pode passar de 23 kg por passageiro.
Voos internacionais: o limite depende das normas estabelecidas pela companhia aérea.

O que não é permitido levar:
Voos domésticos: objetos cortantes ou perfurantes, como tesoura de unha e canivete, que só podem ser levados na bagagem a ser despachada. O passageiro pode ser obrigado a descartar eventuais objetos proibidos na mala de mão. Algumas companhias aéreas podem ter outras restrições. Consulte a empresa antes de viajar.

Voos internacionais: objetos cortantes ou perfurantes. Líquidos, pastas e substâncias tipo gel só podem ser transportados em recipientes de até 100 ml. Eles devem ser colocados em sacos plásticos de até 20 cm X 20 cm. Eles podem ser comprados em farmácias. Produtos como perfumes e bebidas adquiridos no free shop devem ser embalados em sacolas seladas, junto à nota fiscal da compra. Medicamentos podem ser transportados com prescrição médica --pode ser preciso apresentar a receita na inspeção do raio-X. Alimentos para bebês e líquidos especiais, como xaropes e soros, devem ser levados na quantidade a ser usada no voo e apresentados na inspeção.

O que é possível levar
Objetos como joias, documentos, ações, dinheiro, notebook, máquina fotográfica, filmadora, telefone celular e outros bens de valor devem ser transportados em bagagem de mão. Se houver necessidade de despachar o material, é preciso declarar o valor dos bens no check-in. Também é uma boa ideia levar na mala de mão uma troca de roupa para o caso de a bagagem ser extraviada.

Fonte: Infraero

Natiruts em São Luís

Atenção:

O Trapiche está todo repaginado e tem sua nova estreia com essa banda aí, que dispensa comentários...
Tudo de bom!
Não estarei em São Luís nesse final de semana, mas garantiria presença com certeza!!!

São João

O Governo do Estado lança, na segunda-feira (24), às 15h, no Palácio dos Leões, o projeto São João do Maranhão 2010. O lançamento será feito pela governadora Roseana Sarney e pelo secretário de Estado de Cultura (Secma), Luis Bulcão.

O São João de 2010 contará com 29 arraiais oficiais com mais de duas mil apresentações de brincadeiras juninas com 550 grupos de cultura popular e shows de música popular com artistas maranhenses.

A programação inicia dia 11 de junho e se estende até dia 30 no arraial da Praia Grande, das 18h às 1h, com três pontos de apresentação (Praças Nauro Machado e da Casa do Maranhão e Canto da Cultura, esquina da Rua da Estrela/Portugal).

Festas - No Ceprama, Renascença e Vila Palmeira a programação acontecerá de 18 a 30 de junho. Nos Vivas e arraiais da Cohab, Cohatrac e Cohajap será de 23 a 29 de junho. Os Vivas que receberão programação junina patrocinada pelo estado são: Anil, Angelim, Anjo da Guarda, Bairro de Fátima,Cidade Operária, Desterro, Estiva, Fé em Deus, Ipase, Jaracaty, João de Deus, João Paulo, Liberdade, Madre Deus/Saudade, Maiobão, Monte Castelo, Planalto Turu, Raposa, Retiro natal, Vila Embratel, Vila Fialho e Vinhais.

A programação junina de 2010 contará com participação de 16 grupos de bumba-boi alternativo; 48 grupos de sotaque da baixada; quatro de costa de mão; 86 bois de orquestras; 47 sotaque de matraca e 15 de zabumba; 37 danças do boiadeiro; 72 danças portuguesas; 43 danças do coco; 71 quadrilhas; 30 grupos mirins; 70 grupos de tambor de crioula e 140 shows musicais.

No Estado do Maranhão o governo está patrocinando e apoiando 50 arraiais juninos, além das festas juninas de São Pedro, dia 29 e de São Marçal, no João Paulo, dia 30 de junho.

Fonte: www.maranhaoonline.com.br

TPM

Estou com TPM. É isso!
Agora que to entendendo esse dia, essa neura, essa aura e a minha cara!
Vai passar....

Caraminholas

De novo, estou cheinha de caraminholas na cabeça.
Meu Deus, como posso ficar pensando em loucura dia e noite?
Acho que tive mais uma boa ideia... Hehe

Doação

É incrível como coisas simples são difíceis de resolver.
A doação da minha coleção de revistas e monografias por exemplo. Será que não há uma alma caridosa nessa vida que não saiba aonde eu possa deixar tudo aquilo que está na minha varanda, há quatro meses?
Estou com pena de jogar tudo fora. Haverá alguém que queira meu Deus. São informações importantes. Minha coleção Bravo! é incrível.
Só tenho mais 15 dias para resolver isso.
Em meados de junho preciso encaixotar umas coisinhas pra despachar e isso de fato, não irá comigo para onde quer que eu vá.
Lembrei de um sebo que tem aqui perto... De repente, né?

Quem souber de alguma coisa, por favor, me avisa?

domingo, 23 de maio de 2010

Por falar em ativa...

Já iniciei os trabalhos... Estou na quarta cerveja.
Se não, ninguém segura o rojão!

Prazer x obrigação

O ócio vocês sabem, é algo deliberado, fortuito que não deve ser feito como obrigação e sim, por prazer.
Esse final de semana não sei bem conceituar minha vida. Dormi de sexta para sábado aproximadamente 16 horas.
De sábado para domingo, dormi mais 11h.
Coisa que nunca em toda a minha vida eu tinha feito. Estou impressionada!
De tão cansada que estou, não consigo saber se estou dormindo por prazer ou por obrigação.
Prometo hoje voltar à ativa.
Bom dia!


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Reviver

No Seminário de Reggae e Turismo reecontrei Junior Muniz, meu querido amigo e ex-aluno.
Que delícia de pessoa! Que meiguice e inteligência se escondem por trás desses dread's...
Adorei te rever meu querido! Vamos em frente...
Ah, ele é produtor musical e também baixista da banda Kazamata, famosa e conceituada banda do cenário reggae da Ilha.
Quer escutar? Aqui

Chupa Prefeitura!

A 1ª Câmara Cível do TJ manteve sentença do juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, que condena o Município de São Luis ao pagamento de indenização por danos extra-patrimoniais, por ter efetuado asfaltamento de ruas tombadas do Centro Histórico da capital, sem autorização legal.

A decisão original se deu em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual, que requereu que o município restaurasse a pavimentação das ruas tombadas, recompondo as características originais e de forma compatível com os usos necessários pela população, além do pagamento de indenização.

O MPE justificou que os atos da administração municipal foram incompatíveis com a preservação do patrimônio histórico. As ruas do Machado e o Beco da Baronesa foram algumas vias asfaltadas pela prefeitura.

Fundo - O município foi condenado a realizar as restaurações e a pagar indenização no valor de R$ 3.508,73, a ser revestido ao Fundo Federal dos Interesses Difusos Lesados. Recorreu contra o pagamento da indenização, alegando que não houve o dano alegado e informando que procedera ao retorno da situação anterior.

O relator, desembargador Jorge Rachid, entendeu que houve dano extra-patrimonial com a pavimentação irregular, inclusive demonstrado por manifestações realizadas por populares com o fim de impedir o asfaltamento. O magistrado decidiu manter o pagamento da indenização, em razão do repúdio social e da indignação causados pelo ato de violação ao patrimônio histórico-cultural.
O voto do relator foi acompanhado pelas desembargadoras Raimunda Bezerra e Graças Duarte.

Receptivo Ma

Ei, agora também sou colunista no site Receptivo MA.
Quem quiser ver o site, acessa http://www.receptivoma.com.br/
O texto que está lá é propositadamente o que falo mal do nosso centro histórico.
Por motivos óbvios...

Sexta!!!!

Acordar numa sexta dá um troço bom, né?
Acho que essa sensação boa é o gene da diversão e do ócio martelando lá no fundo da nossa mente. Não tem jeito, somos doidos por ócio e o trabalho, bem, é melhor não entrarmos nesse assunto em plena sexta!
Bom final de semana a todos. Volta daqui a um tantinho...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Guia Tabajara

Estou com caraminholas na cabeça (a todo momento, né?). Aí falei dessas caraminholas com umas amigas e por conta dessa conversa fui contratada para fazer o primeiro "Guia Tabajara de São Paulo personalizado com dicas para casais em viagens no Dia dos Namorados".
Pegou ou quer que eu desenhe?
Pois é, meu primeiro exemplar de um guia personalizado e que seja a minha cara. Não é tudo, isso?
Esse é fácil, pois são poucos dias e a "contratante" (chique demaaais meu Deus!) parece demais comigo, quer dizer, gosta das mesmas coisinhas que eu. Até nas reclamações...
Logo, estou aqui pensando nas cositas que faço por aquela cidade gigante pra poder indicar pra ela. Coisas assim... de casais de namorados!
Não quero fazer a coisa melequenta demais, romântica ao extremo, com uma bolhinha de sabão em forma de coração saindo de cada dica, mas quero sugerir programinhas que enriqueçam o casal e que deixem todo mundo feliz e se amando muito.
Lindo, lindo, lindo!!!
Alguém tem alguma dica para dar para o casal??? Juro que quando eu ganhar dinheiro com isso, repasso um tantinho pra os colaboradores. Juro juro juro!

Ah, detalhe importante: esse guia será grátis pelo simples fato do casal fazer parte de um projeto internacional de cobais do bloguito. Pode não dar certo, né? Ai que responsa...
Os próximos, hááá! Aguardem os orçamentos, mas não se preocupem, eu tenho um quê de social e não vou deixar ninguém em terra por conta de alguns poucos reais, não é mesmo?

terça-feira, 18 de maio de 2010

Cara ou coroa

Tomei uma decisão importante.
Tão importante que irá mudar toda a minha vida e definitivamente o meu modo de pensar, agir e realizar.
Para que essa decisão se concretize, muitas pessoas estão tristes e ficarão bem mais daqui a pouco tempo.
Estou confusa. Não em relação ao que decidi, mas em relação a tudo que me cerca.
Tomar decisões...
Decisivo e crítico.
Bom e ruim.
Bem e mal.
Alegria e tristeza.
Duvida e certeza.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

IV Seminário Reggae e Turismo





Sou integrante da comissão integrada do Reggae.
Sempre gostei desse assunto e muito mais de dançar.
Agora estão tentando organizar as coisas e fazer com que um roteiro digno seja criado para que todos e também os turistas possam usufruir dessa história incrível.
Quarta tem Seminário e estão todos convidados.
Para ver mais detalhes da programação, clica na figura que aumenta.



Mobilidade Precária


Tenho mobilidade precária. Explico: não é nada de sedentarismo (ham ham) ou incapacidade de locomoção, é falta de carro mesmo!
Tenho mil motivos pra ter um carro e dois em especial me limitam a tê-lo nesse momento: pretendo logo logo, mudar de casinha e vender carro dá trabalho, pode dar problema em relação a tempo e mais algumas coisinhas de família.
O outro motivo é que bebo. Bebo socialmente é claro, mas como costumo ter uma vida social intensa, a bebida vai na mesma proporção (sic)! Bebida e direção não combinam e já visualizo as inúmeras noites em que iria voltar de taxi, deixando o carro estacionando em algum lugar inseguro, digo, próximo a bares e botecos.
Diante disso, ando de táxi.
Ando há dez anos de taxi e com um grupo muito seleto de taxistas que viraram amigos. É claro que não estou há dez anos tentando mudar de casinha, os anos pra trás são recheados de muito trabalho e pouco dinheiro. O fato é que não tenho problemas em não ter carro e já consegui empregos em que era essencial ter (acho que sou boa de lábia hehe)!
Nesses anos pra lá e pra cá em táxis dos mais diversos e quase diariamente, me permito falar um tanto com propriedade desse assunto. Sei quanto vai dar o valor das corridas pra todos os lugares por aqui. Em bandeira 01 e bandeira 02!
O táxi é um tipo de serviço considerado importante para a comunidade e essencial dentro da cadeia produtiva do turismo. Assim como todos os outros serviços, deveria ser impecável. Somos nós, os clientes, que os procuramos. Eles ficam paradinhos, esperando a morte chegar.
Ultimamente tenho passado por poucas e boas e nunca na história desse país vi um serviço tão ruim!

Tudo começa pelo fato de não ser um serviço igualitário. Em cada cidade há uma regra, uma lei.
Taxis em aeroportos são uma loucura. Há os VIP’s, os executivos e os comuns. Em cada lugar uma cor, um procedimento e uma forma de pagar. Os mais caros do país são no Rio de Janeiro e São Paulo. Peguei um ladrão no Rio que me cobrou R$ 6,50 pela tarifa mínima. Fui roubada, é claro!

Saindo de aeroportos é mais caro. De hotel também. Pegando na rua, um pouco mais barato! Os do Rio além do preço do taxímetro há a necessidade de olhar uma tabela extra. Os preços são arredondados e você nunca sabe se é aquilo mesmo que a tabela indicou. Em outros lugares, além do valor da corrida, há os valores das bagagens. Não dá pra acreditar!

Os horários das “bandeiras” também muda de lugar pra lugar. O mês de dezembro fica inteiro na bandeira 2 em diversas capitais. “É pra compensar a falta do décimo terceiro”, dizem. E digo eu: “não consigo acreditar nessas coisas do eu país!”

Em Pernambuco, você passa da bandeira 1 para a 2 ao cruzar a linha divisória que anuncia Olinda. Pensa que o taxista te avisa? Não! Adivinhe se puder!
Essa manobra faz você ficar completamente perdida em relação a preço, pois saindo de Recife para Olinda fica mais barato e de Olinda para Recife mais caro, já que você entra na bandeira 2 muito tempo depois. Esqueça, não dá pra entender por aqui. Tem que vier!

Ano passado em uma das visitas ao Rio, na volta pra casa, flagrei um taxista bêbado. Pedi pra parar minutos após entrar, fiquei em outro ponto e tomei mais outro. Fiquei tensa com a situação e a volta já não foi tão gratificante.

Agora aqui em São Luís a moda é não fazer “corridas pequenas”. Já sofro com isso há anos. A faculdade que sempre dei aula fica há 10 minutos da casa da minha mãe, mas sem ônibus e sem via de pedestres. Só o táxi salva!
Vários eram os motoristas que se escondiam de mim quando eu chegava ao posto ou que mesmo diziam que na faziam “corridas pequenas”. Tão logo aprendi a reconhecer os que podiam me conduzir e os que me ignoravam e assim achei seu Ubaldo e vivi feliz para sempre.

São Luís é uma cidade de ruas estreitas, muitas voltas e paralelepípedos por todos os lados. Nossos saltos são inimigos da elegância e muito amigos do cansaço, logo um taxi daqui pra ali é uma boa pedida.

- Podemos, Sr?
- A Sra. vai pra onde?
- Por quê?
- Porque dependendo de onde a senhora vá, eu não posso levar.
(saindo fumacinha dos meus ouvidos...)
- Vou á Rua do Giz, no Centro Histórico
- Eu não costumo levar, mas vou levar a senhora.
Entrei no táxi e perguntei o porquê dessa novidade em vários táxis e que já tinha passado por caso semelhante há duas semanas. Depois de uma explicação sem pé nem cabeça, informei que iria denunciar no jornal e inclusive dei uma sugestão de colocarem placas do lado de fora informando o que pode e o que não pode (!?!).
Após essa conversa afável, ele se explicou e me deu desconto, informando que sou a melhor amiga dele, dá pra acreditar?
Flagrei há um tempo (essa minha mania de “marocar” é incrível) um taxista conversando e dizendo que não faz corridas pequenas porque é aposentado e que já tem uma renda para pagar o carro. Com a minha ira peculiar para serviços ruins, tive vontade de voar no pescoço dele e explicar que nós, pobres clientes, não temos nada com isso e que se ele não é um prestador digno, que se resuma à sua aposentadoria.

Fico tão indignada com essas coisas! Não consigo acreditar que um serviço como esse, que se paga caro seja desdenhado dessa forma.
Já passei por inúmeras situações que vão desde o taxista querer ouvir música alta (detalhe, são sempre as piores) e não baixar mesmo após eu pedir, quanto o cara querer me deixar um ponto antes do meu destino final para “pegar” outro cliente que acionou o dedinho numa parada qualquer.
Não estou aqui falando de todos. Existem ótimos prestadores desse serviço e as exceções são as laranjas podres que podem estragar tudo. Todos os serviços.

Para o turismo isso é péssimo! Quando volto do dentista, peço sempre para ir à Praça Benedito Leite (endereço do escritório e tradicional endereço turístico da cidade) e nenhum, absolutamente nenhum taxista sabe onde fica. Tomo um calmante, explico pacientemente e volto ao trabalho reclamando sozinha.

E agora estou em casa sofrendo de mobilidade precária triplamente, já que a cidade amanheceu com greve de ônibus e os táxis estão todos ocupados.

Esse texto veio em boa hora...

Adoro imagens...

Visitei o Casar Bem, evento sobre noivas que aconteceu aqui até sábado.
Muita coisa bacana e muita coisa gostosa, saborosa e perfumada.
O mundo das noivas é encantador.
Depois mostro algumas coisinhas, mas quero adiantar duas imagens que me chamaram a atenção. Para isso não tem receita nem detalhe. É feeling. Você vê, sente, é tocada e registra!

Olhem esse mise en place. Não é lindo?
E o souplat? De derreter a vida... Quero muito isso pra mim!



Aqui uma penteadeira estilizada e metida a floreira.
Fiquei realmente apaixonada por ela.
Daria 0,022% da minha quase inteligência para tê-la no apzito novo...

domingo, 16 de maio de 2010

Tim

Adoro, acho fantástico a campanha da Tim com o Blue Man Group.
Fico fascinada com as expressões dos rostos.
Mesmo!

Fazendo uma boquinha na semana

Esse almocinho aqui foi "express". Só tive 20 min e deu pra fazer "essa boquinha"
Adoro azeitonas (mas não se enganem, é muito calórica!)

Aqui um jantarzinho de preguiça (a razão do ovo).
É, o ovo tava ficando bonitinho, mas me distraí e ficou essa meleca aí, mas tava bão...

Comi umas saladinhas essa semana. Essa aqui, peguei o que tinha na geladeira e nhaaaam!




Só pra registar: continuo gorda. Meleca!!!

Fantasmagórico...

Não lembro de ter comentado por aqui, mas tenho medo de alma. Isso mesmo! De fantasma, de morto, de visagem*.
Desde que meu cérebro passou de uma ervilha para uma ameixa, lembro de ter medo dessas coisas. Atribuo esse trauma às minhas férias adolescentes no interior, onde vovó, no auge da sua pedagogia educacional me contava histórias e lendas de mortos na tentativa de me deixar em casa à noite. E ela conseguia muitas vezes.
Soma-se à isso a luz de lamparina que eu era obrigada a conviver após as dez da noite pois a energia era a querosene (motor) e Humberto de Campos ficava em absoluta escuridão, precedida de um piscar de luz cinco minutos antes do horário para avisar. Bastava a luz piscar três vezes que corríamos para nossas casas no afã de estarmos deitados e protegidos ao apagar das luzes.
O que mais me faz lembrar de tudo isso era o pontinho de luz da lamparina a noite inteira exalando um cheiro de querosene nas minhas roupas, no enxoval e nos cabelos. Me diz se não é um cenário bom pra ter medo de almas penadas?
Bom, o fato é que moro com Goreth (minha galinha) e Godofredo (meu peixe boi) que são seres inanimados, portanto desprovidos de qualquer medo e meu pé de alecrim está pouco ligando pra isso, apenas espalhando seu perfume sem fim e basta uma simples reportagem sobre esses assuntos pra eu ficar totalmente amedrontada.
Será que preciso de uma terapia?
No Domingo Espetacular, que assisto sempre alguns trechinhos aos domingos, agora tem um quadro pra falar disso e demora uma eternidade. Será que dá audiência? Que falta de imaginação, que breguice falar disso, meu Deus!
Pra quem mora sozinha (ou com seres inanimados) e tem algum problema "de cabeça" como eu, isso é um terror.
Começo a ouvir barulhos diferentes, portas se mexem, alguém grita lá fora, entra um inseto que nunca vi antes, enfim, o terror se instala.
Que meda!


* modo como falamos sobre almas penadas no interior

Pra pobre?

Como há tempos não fazia, acordei quando o corpo quis. Quando ele se cansou de ficar deitado e se sentiu preparado para levantar e enfrentar o dia.
Entre as atividades domésticas pautadas para o dia, estava recolher as roupas da semana espalhadas pelas mesas e cadeiras do apzito e fazer um "5 S" na geladeira.
Temperei uns peixes, cozinhei legumes e fiz arroz, tudo na tentativa de almoçar em casa descansando da semana puxada, mas eis que Mamá chegou e me tirou do eixo, digo, do rumo pensado e planejado desde o dia anteior.
Acabamos indo almoçar no Rio Anil Shopping, há cinco minutos do apzito.
Nossa ida acumulou vários objetivos e um deles era conhecer o próprio empreendimento que coitado, é achincalhado por tudo e todos como um shopping de "pobre". Pobre é aquela coisa, né? Não poder ter direito a nada, quem dirá a um shopping! A crueldade das pessoas chega ao seu limite nos detalhes do dia-a-dia. Uma coisa horrorosa, vil.
Numa cidade como São Luís onde grande parte da população não dispõe de oportunidades, dizer que tem um shopping "pra pobre" é algo que soa como excludente para uns e oportunista para outros.
Antes da inauguração do tal "pobre shopping", as marcas que estariam  presentes logo me chamaram atenção, pois sao marcas que estão nos inúmeros empreendimentos pelo Brasil afora, como Kopenhagen, Montana Grill, Carmem Steffens, Vivenda do Camarão, Centauro e muitos outros, mas no entanto algumas ainda não em São Luis e por outro lado porque penso que shopping pra pobre devia ter marca que pobre pode comprar.
O shopping é lindo. Tem cara de shopping e não de galeria, se é que você me entende. A praça de alimentação é grande, espaçosa, arejada, limpa. Não deve nada aos shoppings dos grandes centros.
De certo, percebi uma incoerêcia na concepção da coisa, já que as marcas não condizem com o poder aquisitivo dos  frequentadores.
A campanha publicitária foi bem apelativa e direcionada à classe média, já que utilizou negros, mulheres casadas, "normais" e não modelos famosas, mas há algo que não combina. O que é? Não sei!
Me senti muito bem por lá (sou classe média), gostei da proposta e almocei um sanduiche no Montana Grill.
Estava tudo bem, tudo muito reflexivo e com muita coisa bacana pra ver até eu ter a brilhante ideia de passar na Kopenhagen pra comer uma trufa de sobremesa.
Vimos o expositor e escolhemos uma trufa crocante. Era bem pequeninha, menor que um brigadeiro. Coisa rápida... já tava na hora de ir fazer unha!
- É no peso, falou a atendente (e foi logo pondo na balança) 
- Quanto? Perguntou Mamá
- R$ 5,12, respondeu a atendente.
Já imaginando o desfecho, paguei a minha caladinha e fui saindo.
- Tu queres que eu bata na tua cara agora ou lá fora?

Sem apanhar de Mamá pelo preço absurdo pago por uma mini trufa, afirmo: pode ser pra pobre, mas que é bonito e pobre não vai poder comprar quase nada dali, ah não vai!


sexta-feira, 14 de maio de 2010

O guia de turismo e a cidade

Se há um profissional que simboliza uma cidade, que traduz o que há de melhor em um atrativo, esse profissional é o Guia de Turimo.

Ser guia de turismo é ter propriedade sobre um fato, um acontecimento ou ter “na manga” alguma curiosidade engraçada ou até mesmo inacreditável pra contar para aqueles que pagam para conhecer nossa cultura.

Nossas ruas, becos e mirantes são feitos de boas e marcantes histórias, que bem contadas transformam qualquer pedrinha solta no chão em diamante bruto.

Esse trabalho exige muito estudo, comprometimento, ética e disposiçao para encarar o nosso sol generoso e os declives que fazem do nosso centro histórico uma beleza para se apreciar de tênis e roupas leves.

Não há destino ou atrativo turístico sem guias. A contemplação não basta para visitantes àvidos por coisas novas e as informações que vem dos guias complementam qualquer paisagem.

Quem nunca quis saber de onde vem o termo ludovicense? E o cuxá? Talvez sobre o doce de espécie? Pois é, um historiador ou um bom guia resolvem essas questões em segundos, já que ambos são preparados para tirar qualquer dúvida sobre etimologia, cronologia e contextos históricos.

Não, historiadores, não me entendam mal, voces sabem tudo muito mais aprofundadamente. Os guias entendem os fatos isolados e os relacionam com a atividade turística.

Dia 10 de maio é o Dia Nacional do Guia e também o Dia Municipal, fato comemorado pelo Sindicato de Guias de Sao Luis de forma muito compromissada com seus associados e com a causa. Ofereceram palestras e passeios a todos do trade chamando a atenção para assuntos importantes e vitais para a sobrevivência da profissão em São Luís.

A obrigação de saber sobre tudo da cidade me fez em determinada vez, guiando um grupo de antopólogos do Rio Grande do Sul, ser pega de surpresa diante da pergunta sobre a etimologia da palavra “Calhau”, que óbvio eu nao sabia, como de fato ainda nao sei! Na hora fiquei sem graça, embora tenha admitido minha falha no momento a todos do grupo, mas hoje entendo que esses desafios são a melhor coisa da profissao. Crescer sempre e aprender cada vez mais.

O cenário desolador que a cidade oferece hoje aos seus turistas obriga todo e qualquer guia a tirar de si e da cidade o seu melhor, aquelas informações que ficarão na mente de todos de forma memorável.

Parabéns a todos os guias e viva a história do Maranhao!

A propósito, de onde vem a palavra “Calhau”?

Jornal Cázumbá, maio 2010

Finde

Bom, chegando o final de semana e eu um pouco exausta com os tantos eventos da semana.
Mas ainda bem que tem essa pausa.
Dá para ficar de "pernas pra cima", de "papo pro ar" e fazer "uma boquinha"...

Um excelente fnal de semana a todos. Vou escrever muitão!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Imortal

Personagens: minha estagiária e Academia Maranhense de Letras (AML)

Eu: Maria*, liga para a Academia Maranhense de Letras e pede a relação de imortais para mim. Precisamos dos e-mail's deles.
Maria*: Beatrice?
Eu: Hã?
Maria*: Como eu vou pedir isso?
Eu: Tu não sabes o que é ser imortal, Maria*?
Maria*: o que é?
Eu: Eu vou ter febre meu Deus!!!!!!


* nome fictício, é claro!

"Política: o largo da ordem" por Caetano Veloso

De novo, reproduzo um texto que nao é meu. Estou cheia de convidados ilustrespor aqui, que honra!
Dessa vez, trago um texto de Caetano Veloso que vi no blog do Rick que por sua vez, viu no blog do próprio Caetano no Globo (complicado?).
Ele trata do Pelourinho, mas de qualquer forma, traz à tona o grandissíssimo problema dos centros históricos no País.
Gostei de ler. Me senti participante do problema.
Mesmo longo, leiam, por favor!


"Quando disse a Leminski, no começo dos anos 70, que me encantava a recuperação do Largo da Ordem, no centro de Curitiba, ele riu: "Você adora enganações feitas para a classe média." Respondi que adorava mesmo. Sempre à esquerda, Leminski via limpeza, iluminação, policiamento e restauração de prédios como maquiagem - e olhava com desconfiança meu interesse por Jaime Lerner, o então prefeito da cidade que fora indicado pelo governo militar. Eu odiava o regime - e desprezava os que chegavam ao poder em acordo com ele. Mas não via o Largo da Ordem como enganação. Bem, talvez se pudesse dizer que aquilo se dirigia à classe média. Mas eu ri ao dizer diante da cara do poeta: "Eu sou classe média." O que de fato pensei foi: se se fizesse algo assim com o Pelourinho, o Brasil decolaria - ou estaria mostrando que já decolara. Era sonhar demais.
Ainda nos 70, os sobrados da área estrita do Largo do Pelourinho foram restaurados. Lembro duas reações negativas: Candice Bergen e Décio Pignatari. Em ocasiões diferentes, ouvi de ambos: "Parece a Disneylândia." Eu próprio, diante das tintas plásticas usadas, apelidei o novo Pelourinho de Giovanna Baby. Mas a verdade é que, tendo crescido em Santo Amaro, eu não achava artificial uma rua com casas antigas pintadas com tintas novas: era o que acontecia ali a cada fevereiro, mês de Nossa Senhora da Purificação. Achei que Candice e Décio pensavam que casa velha tem que ter limo e reboco caindo. Décio, de Sampa, queria velharia mais "autêntica". Candice, de Los Angeles, reviu o que expõe a artificialidade de sua terra natal: Disneylândia. Já eu só via o esboço de realização da promessa do Largo da Ordem.


Nos anos 90, toda a região do Pelourinho ganhou o tratamento que eu imaginara utópico em 1972. Há queixas contra os métodos usados para a retirada dos moradores. Há a frase bonita de Verger: "Devia se erguer no Pelourinho um monumento às putas." Elas é que mantiveram de pé esse pedaço da cidade. Em 1960, vendo a harmonia de formas exibida em matéria deteriorada, eu me sentia fascinado também pela degradação dos habitantes. A prostituição mais anti-higiênica manteve os sobrados de pé. Casas sem moradores caem. As do Pelô exibiam as marcas da decadência da humanidade que as povoava e as mantinha erguidas.

ACM é um nome que se evita - a não ser que se queira xingá-lo ou adulá-lo. Medir objetivamente seu legado é anátema. Tou fora. Truculento, vingativo, populista, Antônio Carlos Magalhães era o tipo de político de que desejei ver a Bahia e o Brasil livres. Fiz-lhe sempre oposição. Cantei nos comícios de Waldir Pires, que se elegeu governador. Mas Waldir uniu-se com parte da oligarquia rural que odiava ACM desde sempre. O vice de Waldir era um representante dessa oligarquia. Waldir mal esquentou a cadeira: saiu para tentar ser vice na candidatura furada de dr. Ulysses. ACM voltou em glória nas eleições seguintes.
A essa altura, ele já tinha feito as avenidas de vale (um projeto de 1942), ligando entre si partes distantes da cidade (outrora com tráfego apenas nas cumeadas). E atraído quadros de alto nível técnico. Na sua volta, retomou os trabalhos do Pelourinho, que floresceu. O escolhido para dirigir o projeto foi o antropólogo Vivaldo da Costa Lima. Vivaldo, cujo amor pela cultura do povo baiano não pode ser superestimado, não acolheria decisões malévolas. Seja como for, a restauração, com os atrativos para quem quisesse estabelecer negócios ali, mudou a cara da cidade. Jovens que até os anos 80 nunca tinham ido ao centro histórico lotavam os bares do Pelourinho. Isso deu ao baiano uma nova auto-imagem.
O atual governo do PT precisaria se posicionar de forma clara face ao legado de ACM. Sentir que talvez haja desprezo pelo Pelourinho deprime. A explicação dada é que as facilitações oferecidas aos negociantes que ali se estabeleceram são artificiosas. O secretário de Cultura, meu amigo Márcio Meirelles, é o responsável pelo destino da área. Diretor do Bando de Teatro Olodum, Márcio nos deu "Ó paí, ó!". O elenco que ele reuniu é um espanto de vitalidade. Mas, nesse e em outros espetáculos do grupo, o sarcasmo relativo à reforma do Pelourinho vinha colorir o ódio a ACM. Eu adorava a peça assim mesmo. Arte é coisa séria. Aquelas pessoas falando e se movendo daquela maneira estão, na verdade, mais sintonizadas com as forças que fizeram possível a recuperação do Pelourinho do que com a demagogia que por vezes se comprazem em veicular contra ela.


Depois vieram o Recife Velho, o Centro de São Luís, algo do Centro de São Paulo - e sobretudo veio vindo a Lapa. A iniciativa privada se achegou, a Sala Cecília Meireles dera a largada, o Estado entrou com o trato dos arcos, iluminação, policiamento - e temos uma mostra de como nos vemos nestes anos FH-Lula. O governo petista da Bahia deveria tomar o Pelourinho como uma joia a ser cuidada. Aproveitar o aproveitável de ACM -- e fazer melhor. Não é saudável fazer com os benefícios aos negociantes aderentes o que Ipojuca Pontes fez com o cinema ao acabar com a Embrafilme. Esse privatismo repentino soa suspeito. O abandono do centro histórico tem parte no aumento da criminalidade. Política para mim é isso. Capturar as forças regenerativas da sociedade e trabalhar a partir delas. Não se atar a facções ideológicas como a torcidas de futebol - nem, muito menos, a grupos de interesses inescrupulosos".

Mochilas em mãos

Ok, ok. A coisa tá lenta.
A entrega das mochilas está indo a passos de cágado! Podem xingar. Podem reclamar. Podem desmoralizar.
Não ligo!
Já sou a amiga, irmã, filha e madrinha mais desmoralizada do planeta mesmo...
Todos reclamam do meu tempo, ops, da falta de, logo, não ligo mais! Fazer o quê?
Faço o que dá. O que é possível e ainda assim tá difícil...
Mesmo reclamando, as coisas estão indo. Vejam as primeiras felizardas...

Karen é assídua aqui no bloguito. Engraçadíssima, é um amor.
Fofocamos horrores! Visitem http://www.programaclubgourmet.blogspot.com/ para entender o porquê de fofocarmos tanto!

Essa aqui é Paulinha, a maleta que mais amo na vida!
Lindona e responsável pela logo do blog (de gratis!), é uma amigona para quase todas as horas.
Viram as tatoos? Ela tem uma porrada espalhada pelo corpanzil...

E essa aqui é a famosa Teresópolis, que sempre aparece nos comentários reclamando de alguma coisa com Paulinha.
Ela é tão famosa, tão famosa, que se esconde das câmeras. Não aguenta mais tantos flashs...




 
Lembrete: França lindo e Rê paciente, estou mandando as danadas manhã. É falta de tempo mesmo meu povo!!!

Festa do Divino

Ontem começou a Festa do Divino Espírito Santo em Alcântara.
A Festa do Divino, como é conhecida, é uma festa religiosa secular que acontece em diversos lugares do País e no Maranhão, em especial, é tradição.
Tem uma carga de simbolismos enorme e se formos ver bem de pertinho, não se parece com nada mais que temos por aí.
A cidade de transforma num reino imaginário comandado por um imperador ou uma imperatriz. É tudo muito mágico.
Alcântara já é uma cidade que tem um mistério pairando no ar e somado ao feitiço do Divino, fica realmente diferente.
Dizem as más línguas que a festa no Brasl teve início em 1765 trazida pelos portugueses e jesuítas e aportou por aqui lá por 1615.
A mior festa do Estado é em Alcântara e os cortejos (procissões) acontecem pelas ruas da cidade enfeitando ainda mais aquele cenário surreal.
Não irei esse ano. Estou sem forças para isso. É uma festa que cansa. Cansa a viagem, cansa subir e descer as ruas, cansa ficar dançando tambor até de noite e cansa voltar de ressaca e ter que trabalhar no dia seguinte. Não, realmente não tenho forças por esses tempos...
A cidade é pequena, todos se amontoam para cosneguir lugar para dormir e tomar banho. Fica uma maratona sem tamanho.
A programação começou com levantamento de mastro, alvorada (adoro!!!) e culmina com missa, procissão, ladainhas e desfiles da corte.
Vai até dia 23/05.

Em tempo:
Falei que cansa, mas garanto: é muito bom! É divertido e encantador.
Não se deixem levar pela meu cansaço sem fim...
Estive lá mês passado. Quer ver como é por lá? Aqui

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ser humano

Diante da impotencia de fazer, de realizar, de pensar e de me dedicar ao bacana da vida, dedico esse texto da Rosana Hermann a todos que aqui visitam.
Concordo com tudo. Tudo e mais aquilo que ela nao pode ou nao quis escrever e deixou nas entrelinhas...

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"Não terei tempo de procurar na rede o nome do culpado pela divisão das disciplinas de educação em três vertentes, mas de alguma forma o conhecimento formal ficou dividido em ciências biológicas, ciências exatas e ciências humanas. Acho lindo que tudo seja tratado de forma cientifica e organizada mas temo que esta tripartição não tenha sido um bom negócio, especialmente hoje, vendo que duas pernas se desenvolveram e uma ficou atrofiada. O homem passeia em Marte com seu robô e envia imagens ao vivo, com exatidão tecnológica surpreendente. Aqui na Terra, clona-se seres vivos e as esperanças de cura se renovam com o desenvolvimento de pesquisas com células-tronco. O tripé do conhecimento desenvolveu pernas longas e bem torneadas para as exatas e biológicas. Infelizmente, com o crescimento das outras duas, a terceira perninha, as ciências humanas, que incluem coisas como a filosofia e a ética, ficou ali, atrofiada e penduradinha como um bilauzinho no inverno polar. E isso, tem tudo a ver com a crise humana do mundo atual.


Estamos todos mais grotestos, mais rudes, mais estúpidos. Somos bem informados mas nos tornamos ignorantes. Temos automóveis com GPS mas dirigimos como trogloditas neuróticos. Viajamos pelo mundo inteiro mas temos preguiça de procurar o baldinho de lixo para jogar o papelzinho da bala. A falta de finesse é geral. Isso tudo, se não for coisa do demo, se não for a prova definitiva de que o projeto ‘ser humano’ não deu certo, só pode ser atribuído à falta de atenção que demos às ciências humanas, justamente aquelas mais sutis, que não dependem de equações, que não se baseiam nas medições matemáticas e não podem ser testadas em laboratório.

O vórtice vicioso que nos suga ralo abaixo passa por todas as estatísticas de descaso com as disciplinas que podem desenvolver o refinamento das pessoas. Não existem empregos para filósofos, sociólogos, pedagogos, historiadores, cientistas sociais. E, por não ter mercado, os estudantes não optam por estas matérias na hora de fazer o vestibular. Como a procura é pouca, há poucos cursos e etc. e tal.

O que fazer? Bem, esta é uma resposta para as ciências humanas também. Quem tiver sobrevivido na área terá que formular as soluções para esta crise de humanidade que vivemos hoje. Não sei onde o flower power murchou, onde o amor livre foi preso ou como a vida em fazendas cooperativas se transformou nesse mar de prédios de escritórios neuróticos baseados na competição. Só sei que temos que voltar até a bifurcação onde tomamos a trilha errada. Nesta trilha, ansiedade e depressão nos matam, o estresse e a má alimentação engordam, a ira destrói toda nossa capacidade de sentir e amar.

Eu, lentamente, comecei a voltar. E adoraria contar com todas as pessoas de bem, os irmãos de fé, os companheiros de jornada, os camaradas de ideologia, os humanos de coração, para um grande encontro de volta naquele velho ponto da bifurcação. Onde um dia, alguém colocou uma flor no cano de uma carabina.

Humanos, uni-vos. "

Verde e amarelo

Ainda bem que a combinação/decoração verde e amarelo só aparece a cada quatro anos.
Iria enlouquecer!

O Canecão fechou! Snif

Palco de shows memoráveis desde o fim dos anos 60, o Canecão foi lacrado anteontem por um oficial de Justiça em operação que teve o apoio da Polícia Federal (PF). Depois de 39 anos de disputa judicial com os donos da casa de shows, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conseguiu a reintegração de posse do terreno de 36 mil metros quadrados ocupado pelo Canecão.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Justiça Federal, a decisão do juiz Fábio Cesar dos Santos Oliveira - da 3.ª Vara Federal do Rio, em cumprimento a acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF) - é "definitiva". Portanto, não haveria mais possibilidade de recurso. No entanto, o advogado do Canecão, Pedro Avvad, disse que vai recorrer.

"Estamos preparando um recurso para apontar o que consideramos falhas processuais. Espero fazer uma surpresa gostosa para o pessoal da UFRJ, que agiu com muita agressividade e violência", afirmou Avvad. Segundo o advogado, não houve resistência ao cumprimento da decisão. Por isso, ele criticou a presença de policiais. "A universidade, que sofreu repressão na ditadura, hoje está usando os mesmos meios", disse Avvad. De acordo com a UFRJ, foi necessário recorrer à PF porque o Canecão se negava a cumprir a decisão.

Para o reitor da UFRJ, Aloísio Teixeira, "não há possibilidade de acordo" com a casa de shows. "Fomos esbulhados durante esse tempo todo em que uma empresa de negócios se estabeleceu em terreno público, auferiu lucros e a universidade não teve nenhum benefício", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Eu:
Ícones devem ser preservados. Sempre!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pelo mundo afora...

                                  
Essa pérola foi achada por Dadá em Viana/Ma.
É claro que ela lembrou dos ociosos que por aqui descansam...
Adorei!

Aparelho

Agora meu ex-aparelho volta a me assombrar.
Estou tendo uns probleminhas com a contenção e minha dentista me veio com essa novidade, logo hoje que estava tão alegre...
Passei a manhã entrando e saindo de consultório.



Lembram das perguntas cretinas? Lá vai mais uma:
-Porque todo mundo ao receber um exame,  abre pra ler antes de mostrar ao médico???

Final de semana concorrido_parte 02

E assim foi parte do sábado.
Aniversário de Dadá, grande amiga, carinhosa, querida e reclamona (hehe). A festa foi regada ao som do DJ Jorge Choiry com músicas dos anos 50,60 e 70 e alguns dos amigos mais próximos dela.
Obvio, que alguns dos meus!!!!



Mamis, é claro, e Edu.

Fábio e Odete

Mamá e eu!
Explicando a roupa nada anos dourados: tive que ir a um evento "normal" antes do aniversário de Dadá, logo, não me produzi anos 60...

Vancleide lindona no estilo anos 50


Dadá e família!


Dadá and me!

Um pedaço de Ivo, mamis, Dadá e yo!


Olhem Vandico fantasiado dele mesmo! Aqui na pontinha, Mamá de anos 70

Odete e James Dean...

E esse gringo "a la anos 50"

Sem comentários para essa dupla.

Essa tirinha na testa de Odete deu um charminho, né?

Manoel, Janeide, Nilia e Nilza. Saudades....

Que amor!!!!

O bicho tá pegando....

Escutando La Vien Rose (cult, né?), apareço aqui e trago boas novas.
Também não gosto de ficar sem escrever. Recebo muitas reclamações por e-mail e msn qdo fico sem falar por aqui, mas sabem que quando não escrevo é porque o bicho tá pegando... 
E é isso mesmo: o bicho tá pegando e tô louquinha de pedra com a quantidade de coisas pra fazer, mas como vocês não tem nada a ver com isso, vou deixando um super obrigada pelas mensagens e visitas constantes.
Vejam mais abaixo que atualizei as fotos do aniversário de Dadá.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Pausa

Meu povo, pausa rapidão pra dizer que faltam mil posts nesse bloguito.
Mil coisas do final de semana e também alguns pensamentos sobre o ócio. Tudo na cabeça por enquanto...
Volto mais tarde!

Dia do Guia de Turismo

Hoje é o dia do Guia de Turismo e não há profissional dentro da cadeia produtiva do Turismo que mais represente uma localidade ou um atrativo!
Sou Guia de Turismo também, embora não atuante!
Parabéns a todos aqueles que levam suas cidades nas "costas", que representam as coisas boas e as coisas ruins dos atrativos, que deixam um gostinho de quero mais nos visitantes, que multiplicam as lendas, as verdades e as curiosidades de qualquer lugar.
Adoro esse profissional e já tive muita vontade de sair por aí viajando e sendo guia de mim mesma!
Em breve, irei montar uma espécie de "guia para maranhenses" em cidade grande. E vou cobrar, é claro!
Parabéns a todos.
Aproveitem a programação do Sindicato de Guias de São Luís. É tudo gratuito.

Data Horário Local Programação


10/05 15:30h às 18h Posto de informações

Praia Grande City Tour ( passeio Histórico ).

11/05 19h Auditório Alessandro – Pousada Portas da Amazônia, rua do giz nº 129 Praia Grande. Palestra “Tambor de Crioula como Patrimônio Imaterial.” Palestrante: MSC. Maria Michol Carvalho.

12/05 19h Auditório Alessandro – Pousada Portas da Amazônia, rua do giz nº 129 Praia Grande. Palestra “Os Tambores que Cantam a Identidade Ludovicense”. Palestrante: Profª MSC. Maria da Graça Reis Cardoso.

domingo, 9 de maio de 2010

Final de semana concorrido_parte 01

Ócio é ócio...
Delicioso, fortuito, animado, revigorante.
Aniversário de dois amigos queridos.
Na sequência, evento de trabalho, aniversário de Dadá e Dia das mães.
Cansei. Ufa!


Bate papo  ao redor de bebericos e comidinhas

A hora do parabéns. Convenção de séculos...
Discursos emocionados
Performances fazem parte do grupo.
Mãe de Fábio entre amigos
Duelo de Titãs: bramosa X proseco


Trio super estiloso: Fábio, Jorge e Nicácio
Proseco saltitando pra tudo que é lado. Chique benhê!
Pintos no lixo...