sábado, 13 de março de 2010

Happ Hour frustrado

Raciocinem comigo: a sexta-feira tem sim um "quê" de especial. É o último dia de trabalho da semana para alguns e o clima é muito bacana, dá uma vontade de tomar "umazinha", mas ainda é um dia de trabalho para muitos. O comércio está aí pra provar.
Então, se tem muita gente que trabalha no dia seguinte, porque as peças de teatro às sextas, tem que ser as 21h?
Não poderiam abrir uma sessão às 19h para quem trabalha o dia todo, mas que gostaria de ir ao Teatro na saída do trabalho?
Sendo as 21h, o trabalhador do país não consegue chegar em casa, tomar banho, trocar de roupa e voltar para o teatro. Normalmente está tão cansado que depois do banho prefere dormir.
Porque Happy Hours dão certo? Porque os barzinhos estão sempre cheios às sextas até a meia-noite?
Ora, ora ocioso, por isso! Não? Do trabalho, para o mundo. Depois, casa!
Tem uma peça em cartaz no Arthur Azevedo da Elisa Lucinda (gosto bem dela) e pensei muito em ir. Queria ir sozinha pra dar uma relaxada, pensar um pouco, mas que nada! Com a sessão às 21h, preferi deitar na cama e ficar zapeando a tv. 
Às sextas, até as roupas são mais descoladas, casuais e é comum os ternos e blazers estarem para lavar. Sexta é dia de relax e nada melhor que uma sessão de teatro pra iniciar o final de semana em alto estilo.
No meu caso, nada feito!

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