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Efeito domingo

Não consigo me resolver com os domingos!
Por vezes acho esse dia essencial. Por outras, desnecessário!
Hoje por exemplo, tô num misto de sentimentos, por isso resolvi desabafar por aqui.
O domingo chega, se arreganha e te apresenta uma nova semana, uma nova esperança, muitas vezes. Te deixa deprimido porque é o último suspiro do momento mais flácido da sua vida: o final de semana e na mesma proporção te deixa rígido, já que é a chave para a labuta.
Com uma programação na TV aberta ridícula, pouca oferta de programas de cultura, de incentivos ao teatro, cinema e arte, você desvia o pensamento para outras alternativas e o domingo passa a ser assim: útil e inútil, descanso e cansaço, faxina e soneca, amor e ódio.
Preciso de uma terapia pra poder me resolver com esse dia!
Como a tv é o entretenimento mais popular e penetrante em nosa cultura, pra minimizar esse "efeito domingo" em nossas vidas, as tv's poderiam fazer um rodízio na programação. Aí eu poderia não ver o Faustão, muito menos o Gugu e pra ser totalmente feliz, não ter que escutar a voz do Silvio.
Tudo bem, gosto do fantástico, mas a cada domingo poderia ser uma musiquinha de abertura diferente, nénão? Eu ia me sentir menos deprimida...
Ah, o Tadeu Schimidt pode continuar, é claro!
O pânico poderia melhorar...
O Domingo Espetacular deveria ser só um pouquinho menos investigativo, com mais cultura, arte, gastronomia e gente. A voz do Paulo Henrique Amorim e as inserções do Cabrine me lembram um programa policial e o programa do Mitre (que não lembo o nome, mas é na Bandeirantes), que é muito legal, entra meia-noite. Putz! Domingo meia noite, não rola...

Comentários

Darcilda disse…
Teu problema de domingo chato por enquanto... se chama Italo, nunca tá 100% algodão nas segundas feiras, depois das escovas de dentes juntas pode vir Faustão, Gugu, Silvio Santos então nunca foi tão animado. rsrsrs
è o amorrrrr

te amo muitão

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