domingo, 8 de março de 2009

Adoro ser mulher!

Eu não lembro de ter dito algum dia que queria ser homem. Nem no auge da dor de ter sido deixada num relacionamento.
Também não me lembro de ter visto um homem fazendo xixi no poste e ter pensado: “como seria bom me aliviar desse jeito”!
Nos filmes e minisséries sobre guerra, logo penso que ir pra guerra deve ser muito complicado.
A cada vez que vejo o namoradão ou o meu “rimão” fazendo barba, agradeço menstruar uma vez só por mês, e não a cada três dias como os homens, já que eles consideram a barba o equivalente à nossa chateação mensal.
Gosto mesmo de ser mulher!
Acho a vida da mulherada colorida. Cheia de balangandãns. Adoro isso!
Adoro trocar de roupa três vezes antes de sair.
Não consigo sair sem pelo menos dois anéis, um par de brincos, um colarzinho, meu anel do dedo do pé, minha tornozeleira e uma pulseirinha. Parece que to nua sem tantos acessórios.
Acho maquiar uma arte. Sair sem lápis de olho? Nunca, jamais! Sem rímel? Tudo bem sobrevivo sem ele. Até hoje não fiz curso, mas ainda vou fazer!
E TPM? Poxa vida, sem ela a vida dos homens iria ficar com menos um tópico de conversa em bares, revistas e consultórios médicos. Como ela não me atinge muito fortemente, acho que é necessária. O mundo corporativo aos poucos está se adequando a ela também.
E como seriam os relacionamentos se não pintasse um ciuminho de mulher? Aquele que vem da nossa visão periférica em meio ao bar?
Uma transferida “naquela viagem” porque a parte fêmea está com cólica, dá um novo sabor à nova viagem, não é mesmo?
Que graça teria a vida de um homem se ele se arrumasse e saísse logo? Ah, não! A reclamação do sexo masculino enquanto espera a gente se arrumar faz parte do dia a dia e eu acho um barato. Cada casal desenvolve sua dinâmica em relação a isso. O “timing” é definido logo nos primeiros meses de namoro.
Enfim, gosto mesmo de ser mulher e acho que nós damos graça a esse mundo!
Vó, mame, tias, rimã, afilhadas, primas, sogrona, cunhada, “quase” sobrinha, amigas, colegas e “colaboradoras” parabéns e sejam felizes!

Obs: deu preguiça de terminar de escrever o texto! Domingão, sabe como é!

Bom dia!

2 comentários:

Paulinha disse...

Não sei não....mas duvido que em alguma das tuas bebedeiras, qdo a bexiga tá pra estourar depois de umas 500 cervejas e tu tens q ir a um banheiro lotado e sujo, vc não quis ser homem para aliviar em pé atrás de um poste ou um carro...confessa vai!!!! Toda mulher que bebe (q não é o meu caso!!) já quis ser homem nessa situação.

Ócio, viagens e gastronomia disse...

É, lembro disso toda vez, mas aí não tô em mim, né????
É um ser que se apossa de mim. Não sou eu não!!!!!!!!!!
Kkkkkkkkkkkkk