sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Antes de dormir

Preparo todo o ambiente: ligo o ar condicionado, tiro a colcha da cama, atualizo o despertador, tomo o remédio, passo creminho no rosto, borrifo perfume, apago a luz, aconchego os travesseiros, posiciono a luminária, aproximo o livro e...
Durmo!

Agora sim, boa noite mesmo!

Xoxo

Dia e noite "xoxos" por aqui.
Choveu muito e a cidade tá esquisita.
Navego e navego e nada demais nessa vida...
Vou escrever. Cansei dessa sexta.

Boa noite meu povo!

Comprar e comprar


Hoje tô muito lisa!
Pobre, pobre de marré marré marré!
Quando estou assim aí é que dá vontade de comprar umas coisinhas. Nem tô precisando, mas a coceirinha inevitável da lisura vem e rápido.
Estou assim desde que viajei. Detalhe: lisa!
Pra inflar meu ego, na foto acima tô experimentando uns anéis na Praça Benedito Calixto!
- Se comprei?
- Só unzinho bem baratinho, pra dizer que comprei algo, porque é claro, queria um bem carão!!!!
Ah, o Marcelo Camelo e a Mallu Magalhães estavam por lá...

Para Ubiratan Teixeira

Digníssimo Ubiratan Teixeira,

Não tenho palavras para expressar a satisfação que me arrebatou quando li seus comentários sobre meu humilde texto no Cazumbá.
Suas críticas construtivas me encheram de alegria e de orgulho. Vindo de Vossa Senhoria, estou me sentindo a última jaçanã da baixada, de tão importante.

Aproveito a oportunidade para dizer que perdoo sua Majestade, já que aqui dentro de mim, corria uma mágoa em relação à sua intolerância com anônimos alunos de graduação. Explico: em meados de 1999, eu parecia ser uma estudante de turismo bem curiosa e precisei fazer um trabalho sobre "História da Arte no Maranhão", que por agora não lembro o título exato, mas sei que você com toda a competência e sabedoria foi o mais indicado pela minha querida professora na época.
Tentei de todas as formas obter sua atenção e o mais bacana de tudo foi ouvir sua voz numa manhã cinza de chuva e imediatamente o tu, tu, tu, tu do telefone após ter me identificado a você. Publicamente declaro que o xinguei, mas na mesma proporção grito aqui e agora que você está completamente perdoado, inclusive com alguns créditos, podendo não mais me dar a mínima por um bom tempo.
Fiz o trabalho sem sua ajuda e acredito ter tirado uma nota razoável. Não tive reprovação naquela disciplina!
Voltando às suas considerações sobre o Jornal Cazumbá e sobre o tema da minha coluna, só temos a agradecer.
Nós da equipe do jornal tentamos de todas as formas fazê-lo a cara do Maranhão, sempre com temas regionais e envolvendo nossos leitores com os acontecimentos turísticos, culturais e ambientais do nosso Estado, porém a Coluna “Ócio, Viagens e Gastronomia” é o elo entre o periódico e os nossos alunos de Turismo e turismólogos de plantão. Por isso os termos em inglês e assuntos tão “globalizados” (no caso, Finger Foods). Em outras oportunidades já falei de assuntos maranhenses e de brasilidades, mas refletindo sobre suas ordens (vindo de você considero ordens expressas!), estou tentando incorporar assuntos mais regionais nos próximos textos.

Agora vou encerrando essas mal traçadas linhas que claro, não estão dignas de sua magnitude como cronista, humanista, teatrólogo, poeta e observador das coisas de São Luís e do Maranhão, mas só o fato de poder escrever para você, já me encheram de pompa. Senti-me verdadeiramente importante. Muito obrigada.

Humildemente,

Beatrice Borges


P.S.: Nascido em São Luís, no dia 14 de outubro de 1931, Ubiratan Teixeira é hoje um dos mais antigos cronistas vivos de São Luís. Com 10 livros publicados, ele revela que é viciado em escrever e que escreve instintivamente. O grande lance da obra de Ubiratan é o primoroso retrato que ele faz da sociedade maranhense, explorada em suas crônicas com uma fina ironia. Genioso e dono de um espírito satírico, Ubiratan Teixeira começou sua carreira profissional, no final da década de 40, como tradutor de telegramas, no Jornal do Povo, cujo editor era o jornalista Reginaldo Telles. Os jornais, nessa época, recebiam, através de telégrafo, o noticiário das agências de notícias do Sul do País. Fonte: Jornal Pequeno

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

conexao bosta

to postando do celular. Essa conexao 3g e uma bosta aqui em casa. Agora to sem sono e nao posso postar! 3 x merda!

Eco

O mundo foi feito para emoldurar despedidas. Sim, em todo lugar, em qualquer cenário, tem gente se despedindo.

Às vezes nos despedimos de algo ou alguém chato. Nessa hora, o suspiro de alívio vale cem mil euros.

Tem coisa mais bacana que você dizer "até mais" ou "não há de quê" para um cliente chato e ele ir embora? É rejuvenescedor.

Por vezes as despedidas deixam sequelas. Deixam vazios difíceis de preencher. Nesta frase, lembro dos meus amores, família e de alguns amigos.
Inexplicável o buraco que sinto aqui agora.

Vazio.
Lacuna.
Vão.
Imensidão.
Eco eco eco.

Carta aos meus amigos gays

Não lembro mais quantas vezes fui a São Paulo. Foram muitas. Algumas a passeio, mas a maioria a trabalho.

Tirando o êxtase de qualquer pessoa que chega naquela megalópole a primeira vez, as outras costumam ser bem parecidas, já que os programas mudam de lugar, mas tem a mesma essência. As minhas passagens de um tempo pra cá tem sempre "up grade", mas essa não é a questão, foi só pra registrar, rs.

O fato que quero relatar, é que desde a primeira vez que pus os pés lá, percebi que a cidade era gay. Monocromaticamente gay!!!

Os paulistanos são exigentes, sabem dos seus direitos e por isso prezam por sua individualidade e pelas dos outros. Reconhecem seus limites e aí não se importam com sua orientação sexual. Você pode ser lésbica, veado, transexual, bissexual, transgênero, simpatizante ou suspeito, não importa. O que importa é você!

Vendo agora os casais de mãos dadas pelas ruas trocando carinhos, beijinhos e sussurros em todos os lugares, lembrava de todos os meus amigos (que são muitos!) que por respeito a eles e não à cultura machista do Nordeste, prefiro preservar e pensava: "se eu fosse gay, viria morar aqui!". Até comentei com o namoradão que é paulistano e isso não saiu da minha cabeça...
Então resolvi escrever essa carta a todos os meus queridos, amados e quase sempre alegres amigos gays. A idéia era sugerir que fossem morar lá, mas ok, ok, tudo bem, tudo bem, se todos seguissem meus conselhos, a vida ludovicense ficaria bem menos colorida, eu, sem muitas gargalhadas e São Paulo afundaria de tanto gay junto, já que somando os maranhenses e os do resto do País que já estão lá, o Estado iria proclamar a independência e não sei bem as consequências disso. Melhor deixar pra lá!

Mas retificando então a sugestão: viagem amigos!!! E pra São Paulo!!!!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Todo carnaval tem seu fim

Existem dois Brasis: o do Sudeste e o do Nordeste.
Sem aprofundar a questão por favor. Minha consideração é em relação ao carnaval!
Só vi o Nordeste pela TV. Animado, quente e pulsante. Muita energia se desperdiça em quatro dias bem úteis no meu entendimento, mas pra maioria das pessoas, vale. Isso é bom. Que sejam felizes...
Também já tive anos em que 11 meses se passavam para eu viver o mês do carnaval. Tempos bons, mas tudo a seu tempo...
Meu carnaval este ano foi bem feliz. Nada de Nordeste, nada de aglomeração, nada de muita cachaçada. Descansei, peguei um cineminha, dormi, me irritei, amei, reencontrei duas grandes amigas do coração, conheci gente bacana, conversei, namorei, descobri mais um bocado de coisas novas e tô revigorada.
O carnaval em São Paulo é uma graça. Um barato para paulistanos e paulistas. É uma oportunidade para descansar e esse é o "x" da questão: em outros lugares, você vive tão descansado que tira a folia para se cansar. Por aqui não.
Cidade calma, vazia, silenciosa e apaixonante. Tudo bem equilibrado, não?
A única coisa ruim até agora, é a preguiça avassaladora que se instalou em mim desde ontem. Tô com preguiça de pensar, de fazer e de "achar", mas aos poucos as cinzas das horas vão enchendo o pote da vida e você tem que voltar a viver. É isso aí.
Só parei pra ver e-mail's, pra registrar meu pensamento por aqui e desejar a todos uma excelente semana pós-carnaval.
Que o ano novo (agora, oficial) venha com toda a sua força. Que Deus me dê um bom vôo!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Tambor de crioula_2

Aqui, temos a roda toda. Dá pra ver as coureiras dançando, os tocadores tocando e nós, expectadores adimirando tudo...
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Bom carnaval a todos!

Tambor de crioula

O tambor de crioula é assim: animado, musical, envolvente...
Esse foi em meio ao Centro Histórico e de dia. Uma comemoração de carnaval. Delícia pura.
O tambor em nada tem a ver com macumba, umbanda, candomblé, tambor de mina. É uma manifestação que tanto pode ser sagrada quanto profana. Patrimônio Imaterial do Maranhão.
Vejam que não tem idade nem cor. Quando as coureiras se tocam umbigo com umbigo, dá-se o nome de punga! É a conexão das mesmas com a fertilidade e com a mãe natureza.
Para tocar os três tambores, precisa-se de muita preparação física, muito treino e envolvimento. O crivador, meião e socador formam a tríade perfeita para esse som de negros que te envolve de primeira....
Lindo, lindo, lindo, salve, salve!!
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Maranhensidade, aonde você está?

O carnaval do Maranhão tem lá seus encantos. Não tem o glamour do Rio de Janeiro, tampouco o frisson de Salvador, mas tem cá muitos valores.
Dentre os valores mais interessantes, está a divisão grotesca do perfil da folia na Ilha e no interior.
No interior, imperam as festanças nas praças com trios elétricos e bandas imitando o estilo baiano de ser. Nossa, como existem adeptos! A Baixada Maranhense é o principal pólo de folia e desde início de janeiro já não tem mais passagem de ferry boat para aquelas bandas... Já passei carnaval naquele território. Me diverti muito. Muito mesmo! Mais do que durante o carnaval, a confusão é pra voltar: ferrys boats lotados, ônibus entupidos e estrada lenta. Um sufoco!
Na Ilha de Upaon Açú, a folia tem outras facetas. Os bairros se organizam em festa e os blocos tradicionais dominam o sotaque da Ilha. Logo ali ao lado estão o tambor de crioula, os blocos afro e alguns poucos blocos de rua. Tirando o "Crioula" e os afro, que tem caracaterísticas próprias e primam pela simplicidade, as manifestações de um modo geral enfeitam-se de muito brilho, penas e luxo, afinal é carnaval!

Mas embora o carnaval do Maranhão tenha essas diversidades e potencial para agradar qualquer folião, alguma coisa está diferente. Não sei bem o que mudou, mas que mudou, mudou!
Nos interiores os blocos de sujo já não saem mais como antigamente. Já não empolgam os brincantes com sua animação. Ano passado percebi uma certa vergonha dessa nova geração em sair pela rua zoando todo mundo. Que pena, perderam o sentido da festa...

Em São Luís não vejo mais fofões, personagens típicos da nossa festa ao mesmo tempo assutadores e engraçados. No máximo, vi umas figuras na decoração de um Shopping.
Sinto falta da nossa musicalidade nas ruas, do batuque, dos fuzileiros da fuzarca, das ruas sujas de maisena e do espírito carnavelesco em cada um de nós. Tudo era brincadeira, tudo podia ser perdoado...
Sou do tempo das bandas nos bairros, dos bailes nos clubes e das festas na vizinhança... Sinceramente, aonde está nossa maranhensidade? Procuro por onde ando e não vejo mais. Será que foi isso que mudou?

Na sexta-feira passada vi um autêntico tambor de crioula em meio ao Centro Histórico. Fiquei tão emocionada que tirei mais de 50 fotos em questão de poucos minutos. Também gravei as coureiras pungando, gritando e os tocadores de tambor fazendo seu som com maestria. Absolutamente autêntico e lindo e bastou olhar ao redor pra ver como as pessoas se envolvem com o som e saem balançando os ombros. Esse só tem aqui! É Patrimônio imaterial. Será que não está aí o segredo? Apoiar nossas manifestações mais autênticas e tradicionais e transformar isso em marca registrada?
Deu orgulho de ver. Senti até uma certa maranhensidade no ar, mas tive que sair e voltar ao trabalho.
(!?) Nesse carnaval estarei em São Paulo cuidando da vida e matando a saudade de uma parte de mim...
A maranhensidade mesmo, somente dentro do meu coração e nada mais...

P.S. Vou publicar aqui amanhã as fotos e os vídeos já que esqueci minha máquina na casa de mame e desde sexta só chego em casa pra descansar o "corpicho".

Inté,

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Mamá foi para a Flórida!

Meu povo, tô cheia de amigos internacionais.
Mamá foi visitar a irmã agora em dezembro e janeiro. Mércia tá morando na Flórida há dois anos e até já casou! É uma típica americana brasileira. Mamá aproveitou e mandou umas fotos para o marcador "Eu Fui". As fotos estão lindonas. Amei todas.
Fizemos uma "Sessão cultural" na casa de Edu sábado passado para vermos as fotos e fiquei impressionada com a sensação de ter viajado junto após ver as fotos seguidas de explicações minuciosas por parte dos viajantes. Isso tudo numa tela de notebook posicionada estretagicamente em volta da mesa de cerveja! Vimos as de Mamá (Esteites) e as Edu e Fábio (Europa).

Aí vai Mamá em suas aventuras esteitianas...


Aqui passeio de canoa em Weeki Wachee - Flórida.


Reveillón a bordo de uma lancha!

Típico domingão


Bom dia!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Dançando na chuva

Pra encerrar os posts sobre forró, aqui tem um vídeo bem bacana...
Não tem o glamour do filme "Cantando na chuva", mas tem a graça, o chamego e a pegada do Nordeste!!!!
Meninos, esse dia foi muito bacana (até pra mim que tenho cá minhas resistências com o forró...). Obrigada de coração!

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Forro em Parnaíba_parte 2

Pré-evento...
Todo mundo sentadinho, comportado, comendo pizza...
Trans...
Bom, melhor não falar, né?



Pós-evento...
Cabelos, olhos e roupas não são mais os mesmos...



Beijos meninos!!!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Forró em Parnaiba

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Aqui estamos num forró em Parnaíba. Minha despedida!
Uma chuva danada nesse dia. Foi bem divertido.
Os personagens dessa história:Igor e Ivânia, Samara e Fábio.

Pela Janela

Este é o cenário da janela do banheiro do meu novo desafio!!!!!
Muito bacana ir ao banheiro e ver tudo isso... revigorante, eu diria.
A cada ida minha o banheiro, pausa para um agradecimento especial por poder ver toda essa história na minha frente...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Inveja

Dizem que existe a inveja branca. Aquela que você sente, mas, falam por aí, não faz mal pro outro ou pro objeto do desejo.
E existe aquela inveja ruim. O sentimento puro mesmo. Aquele sentimento que vem, te corrói e você na mesma hora emana partículas de puro veneno. É um sentimento péssimo, feio, pequeno, baixo.
Já fui vítima de muitas dessas partículas. Já senti febre, tamanha a energia negativa que me jogaram.
O bom é que nunca tinha sentido inveja no sentido literal da palavra. Assim, querendo estar no lugar do outro.
Só hoje...
Acabei de sentir uma inveja tão grande, mas tão grande que resolvi escrever pra me livrar dela. Senti inveja de um grupo de turistas aqui no Centro Histórico!!!
Imaginem: você descendo quatro lances de escadas toda empiriquitada, salto fino, cabelo solto e bolsa pesada num sol de 37° e em plena segundona cheia de trabalho. Aí você dá de cara com quatro serelepes e saltitantes turistas bronzeados, de bermudas, camisetas, havainas e uma bolsinha que mais parece meu kit "ócio, viagens e gastronomia" sem porra nenhuma pra fazer e com tempo livre pra fazer o que der na cabeça.
Não é pra sentir inveja?
Aí, segui como quem não queria nada, mas querendo, e na sequência, ele pararam num bar e adivinhem? Uma cerveja gelada sendo distribuída em todos os copos...
Ah, faça-me o favor! Não é pra matar qualquer cidadão de bem, que tenta trabalhar e ser feliz e tem que aguentar gente chata e um calor dos infernos?
Agora só peço que não aconteça nada de mal com nenhum, porque do jeito que senti vontade de estar no lugar de um deles, sei não...
Mas já tá passando, tá passando... Saravá meu pai, Saravá!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Utilidade Pública

Atenção gente, se liga!

A Aliança Francesa concede desconto de 25% para estudantes de turismo ou para profissionais da área!
Tá fluente em espanhol?
Tá enjoado do inglês?
Quer fazer diferente? Passa lá!
Aproveita que é o ano da França no Brasil e que São Luís, juntamente com Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte são os anfitriões dessa festa!
obs: post não patrocinado!

Ah, o tempo...

Primeiro, bom dia a todos os visitantes, viajantes, curiososos e marocas que de vez em quando aparecem por aqui!
Estava ausente há duas semanas tentando por em ordem a vida, os pensamentos e a casa.
Lentamente a rotina está se estabelecendo e começo a sentir a cidade de novo. Nessas semanas não consegui sentir a alma da cidade, as pessoas e nem tampouco o cheiro das coisas. Só o tempo mesmo pra trazer tudo de volta ou levar de vez embora...
Hoje por exemplo, consegui depois de muitas idas e vindas adquirir internet em casa. Ufa! Graças a Josi tô em casa, ouvindo chorinho, tomando chá e atualizando a vida cibernética.
Quem já visita este espaço sabe que posto diariamente, então a partir de hoje, creio que as coisas começam a entrar em seu eixo normal (ou não!).
Tô devendo tanta coisa aqui, mas aos poucos vou pondo. Mamá mandou foto para o marcador "Eu fui" e estão todas lindas (esse povo internacional é chato, viu?); a minha despedida em terras piauienses que foi muito bacana , também preciso compartilhar. Fomos a uma forrozada em meio à chuva e foi bem divertido. E até dancei forró!!!! Muito bacana mesmo. Vendo as fotos e os vídeos agora bateu uma saudadinha dos amigos de Parnaíba... mas enfim, novos tempos e como disse, o mesmo coração de sempre: um besta pra gostar de tanta gente!
Bom dia e bom domingão (que não seja o do Faustão!)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Falta e excesso

Falta de tempo.
Excesso de trabalho.
Falta de sono.
Excesso de coragem.

Assim sigo eu em meio à tempestade da nova vida...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Aulas

Tô de volta hoje à correria da faculdade.
Volto a dar aula, ops, vender barato, para os cursos de Turismo e Administração hoteleira.
Alunos, vamos nessa... Crise, reformulação de mercados, dolar e euro altos, Lei Geral do Turismo...

Sejam bem vindos!!! Até lá!

Minhoca na folha!!!

Eu não falei? Vejam a Minhoca na capa da Folhinha!!!!
Ela também gosta de mágica e claro está brilhando aí na foto. Não é a criança mais feliz desse mundo?? E lindona??? Não é uma "figurinha"???
Ainda bem que o primeiro autógrafo foi pra gente, né "Tioitinho"?

A Folhinha é um suplemento do Jornal A Folha de São Paulo. Saiu no sábado dia 31/01/09.

Foi apenas um sonho

Assiti esse filme ontem. Com Leonardo Di Caprio e Kate Winslet. O título original é Revolutionary Road. Pra mim, tema intrigante. Passa-se em 1955. Recomendo!
Casal querendo se entender, uma traiçãozinha aqui e outra ali, mas o foda é que de novo, a mesma história desse povo que tem quase tudo pra ser feliz e vem me encher o saco procurando problema onde não tem. Que saco! Essas coisas me dão preguiça. Sinceramente.
Lembrei na hora da história da cantora Maysa. Sempre amei sua voz, suas músicas, mas faça-me o favor. Tinha grana, marido que a amava, era linda, filhos saudáveis, uma voz fantástica, podia beber a hora que queria (!?) e vivia com aquela cara de horror, triste? Aff!!!! Só assiti ao primeiro capítulo e pronto. De povo complicado tô entupida e por falar nisso,
Ei vocês que estão com cara de Charlie União, atenção!!!
Tô cheia de coisa pra resolver, pensar e estudar, não querem me ajudar e assim, acharem um sentido às suas vidas? Pra terem realmente com o que ficar reclamando?
Ah, detalhe: Di Caprio tá lindinho como sempre!!!

Interessante

Semana passada interessante a minha! Retomei meu lar doce lar e muita coisa mudou. Eu mudei, na verdade!
Acho que é a primeira vez que percebo mudanças em mim. Interessante isso, não?
Meu final de semana em meio ao término na mudança foi.... interessante: Faxina, bate papo, praia e cinema.
A faxina foi cansativa, mas interessante. O bate papo foi bem interessante. A praia também um pouco interessante e o filme, digamos, intrigante e interessante!
A praia porque tava chovendo em todo lugar menos onde eu estava; o filme porque no meio achei chato, senti sono e ao final me deu uma sensação de que o tema é interresante...
Uma segundona interessante pra todo mundo!!!!