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Mostrando postagens de Fevereiro, 2008

Só na Rua Grande mesmo!

Já pararam pra pensar que tem coisa que só na Rua Grande tem?
Um presentinho nem muito bom e nem muito ruim a um preço acessível? Ah, vamos dar uma voltinha na Rua Grande! Arrumar aquele colar de ouro que quebrou? - Ah, lá perto da Rua Grande tem, diz qualquer ludovicense mais informado.
Quer trocar a pulseira do relógio? Os óculos entortaram? Ah, por favor, é na Rua Grande, né? Eu mesma, pra arrumar meus anéis que insistem em ficar grandes, só na Rua de Sant'ana, que é pertinho da Rua Grande!
Produtos religiosos pras nossas avós: só na Edições Paulinas, que é ao lado da Rua Grande.

Acessórios pra festas? Balangandãs pra casamento? Materiais para bijouterias? Na Rua Grande e adjacências tem! E a quase falida Lojas Americanas? Começou só tendo na Rua Grande. Era quase irresistível passar na porta e não entrar pra comprar um chocolatinho...
E as mais famosas lojas de departamentos do Brasil? Em qualquer cidade "grande" tem no shopping, mas aqui, onde tem? Onde? Onde? - Na Rua Gr…

O pacto!

A pedidos... DEIXAR DE SER EXIGENTE, É ISSO! A solução para os nossos problemas é ser menos exigente com os homens, esses seres quase inanimados e sem personalidade. Ai como é difícil lidar com eles...
Eu resolvi seguir à risca. Já paquerei o garçom da pizzaria (que, detalhe, é a cara do Gabriel Garcia Bernal), já convidei Riba (o garçom do bar que estamos agora) para um jantar romântico amanhã, dia dos namorados... Rachel, Nina e Bárbara ainda não digeriram o sentido real do pacto, ainda estão analisando os homens em seu sentido mais desafiador, querendo se apaixonar... Pobres meninas, não nesta noite!
Rachel já identificou alguns "ficáveis" (ou seriam "comíveis"?). Nina em um rompante de "adeus à solidão" quer porque quer o cantor do grupo de samba que nos faz remexer a noite toda e Bárbara como sempre, não falou disso ainda, está analisando o local e descrevendo seus últimos casos de amor.
Mas você deve estar se perguntando por que essas criaturas resolver…

Língua Vernácula

Passei o carnaval em Fortaleza, que de Carnaval não tem nada!
O que tem mesmo são os ingredientes dos roteiros sol & mar do Brasil: sol (muito sol), marzão azul de doer no olho e uma variedade de cervejas, sucos e turistas. Esses, de todas as espécies, tamanhos, cores, nacionalidades e temperamentos.
Pra todo lado que se vai, tem alguém falando um idioma que não é o seu! Convivi grande parte dos passeios com um grupo de sérvios e um outro grupo que mais parecia da máfia chinesa, com uns "bigodinhos ridículos"- disse meu companheiro de viagem. Língua vernácula mesmo, só entre mim e ele...!
Muita gente na beira-mar, nos restaurantes, nas praias e de novo um gringo falando um língua diferente logo alí!
Engraçado: dá pra se desligar do carnaval se quiser. Não ouvi sequer uma marchinha, uma marcha rancho e muito menos um forró ("Beber, cair e levantar", o hit do momento no Nordeste). Tenho a impressão de ter ouvido um axezinho lá no fundo num bar em Canoa Quebrada, mas …